terça-feira, 30 de outubro de 2012

MATÉRIA: PETIÇÃO PARA DESENVOLVIMENTO DE RESIDENT EVIL 2 REMAKE!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Algum dia já passou pela sua cabeça a ideia de que talvez você pudesse ter em mãos o poder de influenciar uma gigantesca produtora de videogames à produzir um jogo que você tanto gostaria que fosse lançado? E o melhor: tudo isso em em questão de segundo, 20 talvez, através de poucos cliques e digitações? Pois saiba que não estou aqui trazendo apenas uma ilusão à vocês (ainda que talvez, de fato, seja uma questão que envolva um pouco de fé). Recentemente foi criada uma ideia que imediatamente me chamou a atenção: uma petição, criada diretamente por um fã, tentando convencer a Capcom à desenvolver um Remake de Resident Evil 2, um dos mais lendários games da franquia. Segundo algumas fontes, a petição teria surgido por um motivo bem simples: em meio a um lançamento e outro, os próprios diretores responsáveis pela produções da série teriam dito que se houvesse interesse por parte dos fãs, um Remake de Resident Evil 2 seria considerado. Então, a ideia da petição surgiu, o site para ela foi criado e as assinaturas começaram. Em questão de pouco tempo, os números cresceram muito e crescem cada vez mais, a cada minuto que passa! Agora, muitos devem estar pensando e se perguntando: "Como posso saber que isso é verdade? Quem garante que realmente farão o Remake, por causa de simples votos de fãs? Que diferença um voto a mais ou a menos fará?". A resposta para todas essas perguntas é exatamente a mesma, e trata-se de apenas uma palavra: ESPERANÇA! Tratando-se de algo que pode ou não acontecer, dependendo de muitos fatos, devemos ter esperança e tentar pelo menos fazer o que podemos. Afinal, você sabe o que é necessário para deixar sua assinatura? Apenas um clique na página que deixarei ao final do texto, onde você terá de simplesmente deixar seu nome (o que preferir), e sua idade, por tratar-se de um game que obviamente teria restrições quanto a isso devido à tradicional violência da franquia. Simples assim! Você não precisará deixar nenhum tipo de dado pessoal, e-mail, nada! Em 20 segundo no máximo está tudo pronto, e você pode dizer que contribuiu para esse projeto! Não custa nada, não é mesmo? Agora, alguma questões que estão sendo frequentemente abordadas:

Como seria o Game? Estilo tradicional (Pré-RE4) ou atual (Pós-RE4)?
Bem... isso não se sabe ainda, afinal, trata-se de um pedido de produção, e não há qualquer tipo de confirmações sobre o game estar sendo realmente pensado. Sendo assim, os fãs estão se dividindo para dois lados: 1) Os que tem esperanças de que o Remake será no estilo de cameras fixas, no padrão "Pré 4" da série; 2) Os que mesmo pensando que talvez o game seja no padrão "Pós 4" votam, pois acreditam que de qualquer forma, o game seria bom. Existe ainda um terceiro grupo que afirma que não votará porque o game não seria bom se fosse na onda dos mais recentes. Eu particularmente respeito o gosto de todas as pessoas. Mas tratando-se do meu gosto, devo dizer que os Resident Evil atuais me agradam muito mesmo, então, não vejo o porque do game ser ruim por seguir o padrão atual. Existe sim uma questão de "conservar os clássicos", mas devemos pensar que Remakes podem sim modificar os clássicos, transformando-os talvez em novos clássicos um dia, quem sabe? Afinal, assim como não temos garantias por enquanto, também não podemos ter a garantia de que a Capcom não poderá fazer um super game! E acima de tudo, o clássico ficará clássico, pois o Remake não virá para derrubar o game original: poderemos continuar jogando-o, sem dar atenção ao Remake se não ficar o que se esperava. Mas novamente repito o que disse anteriormente: o que custa pelo menos tentar? São apenas poucos segundos, sem custo nenhum! E depois, caso o game realmente aconteça, ninguém será obrigado a comprá-lo por ter assinado a petição.

Para que plataformas sairá o game se for lançado?
Outra questão sem resposta. Não há como ter certeza disso, mas acredita-se que o jogo seria lançado para todas as três atuais potências do mercado (Playstation 3, XBox360 e Windows). Afinal, estamos vivendo uma época de multiplataformas, onde as produtoras cada vez menos investem em apenas um console, pois isso de certa forma diminui lucros. Porém, há uma questão que talvez ainda não tenha sido pensada: a atual geração de games pode estar acabando logo, pois já começa-se a falar de Playstatio 4 e XBox720 pela internet a fora. Se a "Next Gen" chegar  no ano que vem como se fala (também apenas teorias), talvez o foco passe para ela. De qualquer forma, dificilmente os videogames de agora perderão seu foco tão rápido. E a prova disso e que games estão previstos à serem lançados no ano que vem ainda para PS3/XBox360. Mas enfim: são algumas possibilidade de respostas para a pergunta do sub título. Difícil responder com precisão.

Conclusão do assunto: 
Discutimos aqui um assunto que envolve mais dúvidas do que repostas. Não podemos simplesmente garantir que teremos de fato um Remake de Resident Evil 2 com a assinatura dos fãs. Mas também não perdemos absolutamente nada ao tentar fazer isso acontecer! Uma oportunidade única pode ter surgido em frente aos nossos olhos, e deixar passar essa oportunidade, não me parece uma opção! Mesmo que muitos tenham sua posição mais "radical" declarada quanto ao Remake (com a visão de que a série se perdeu de suas origens e por isso não merece mais o mesmo respeito), talvez muitos que aqui estão lendo essa postagem, pensem como eu: um game histórico pode estar por vir! Para mim, que gosto tanto do novo quanto do antigo modo de se fazer Resident Evil, o game será ótimo de uma forma ou de outra (creio eu, pelo menos). Mas quem sabe, uma grande surpresa não pode vir mesmo para os mais "radicais"? De qualquer jeito, temos um grande exemplo de um Remake já lançado: o Remake do primeiro game, que foi lançado para GameCube em 2004, que foi simplesmente espetacular! Então, sabemos ao menos que a produtora não economizaria em um possível Remake do segundo game, que acima de tudo, é um dos mais respeitados e amados de toda a franquia, até hoje! Então, vamos dar nossa assinatura para esse projeto! Algo rápido e prático, que poderá nos deixar muito satisfeitos um dia! Quem sabe, logo essa matéria não possa ser substituída, com um novo título... algo como "Matéria: Fãs de Resident Evil 2 Fazem Remake Acontecer!". Seria histórico, não? Conto com vocês nessa! Qualquer tipo de discussões, a sessão de comentários aqui em baixo está aberta para vocês, como sempre! Estarei disposto a esclarecer dúvida ou mesmo discutir (de maneira civilizada, obviamente, porque isso não preciso nem dizer) sobre questões do game em si! Um abraço a todos os Resident-Evil-Maníacos ligados aqui no PrettyCoolGames! Abaixo, seguem os links para a página da petição, e a Fanpage do Facebook dos caras que se encarregaram de espalhar a ideia:


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

SILENT HILL: HOMECOMING!

Escrito e editado por: Edu-jb

Gênero: Survival Horror
Plataforma: Playstation 3, Xbox 360, Microsoft Windows
Ano de Lançamento: 2008
Produtora: Konami

Revisão: Homecoming é o sexto lançamento da série Silent Hill e o primeiro para a sétima geração. A franquia já havia mudado seus rumos desde The Room, e após o apenas razoável Origins a expectativa sobre este jogo era bem grande. O jogo permanece com a proposta de mundança dos jogos anteriores, trazendo uma série de inovações que serão discutidas mais adiante. O jogador assume o comando de Alex Shepherd, um soldado das forças especiais. Logos nas primeiras cenas, Alex é levado por sinistras criaturas no que parece ser uma bizarra instituição hospitalar. Após conseguir se libertar, Alex é surpreendido por seu irmão Josh, que inexplicavelmente foge dele. Seu terror entretanto se revela apenas um pesadelo, quando acorda na carona do caminhoneiro Travis Grady (protagonista de SH Origins, o que gera ainda mais polêmica diante do discutível final do referido jogo). Alex chega à sua cidade natal, Shepherd Glen, após um período de internação hospitalar por ferimentos sofridos em batalha. Entretanto, encontra a cidade, vizinha de Silent Hill, virtualmente abandonada, exceto por bizarras criaturas. Além disso, parecia que o tempo não havia passado desde que saira anos atrás. Ao chegar em casa, encontra apenas sua mãe, em um estado de confusão mental avançado. Sem saber a localização de seu irmão mais novo e de seu pai, Alex parte pela cidade, reencontrando antigos moradores (entre eles sua antiga paixão Elle Holloway) e descobrindo os segredos da fundação de sua cidade, intimamente ligados com sua famosa vizinha. Contando com uma equipe de produção relativamente nova (exceto pelo já confirmado Akira Yamaoka na trila sonora), sendo o primeiro jogo produzido nos EUA, o jogo teve uma relativa aproximação do filme, principalmente pela presença das enfermeiras, da maneira como a cidade se transforma no mundo sombrio, e da reaparição (de certa forma inexplicada) do Pyramid Head. Mesmo assim o jogo gerou muita desconfiança e descontentamento por parte dos fãs mais antigos.

Jogabilidade: o jogo tem talvez a melhor jogabilidade de todos os Silent Hill. Por ser um militar, Alex é perito em armas de fogo e brancas. Para as primeiras, a mira é totalmente manual e a região do corpo atingida afeta diretamente o dano sofrido. São raras, entretanto, havendo pistola, espingarda e rifle. Já as armas brancas são mais variadas, divididas entre facas, machados e bastões. Várias combinações de golpes fracos e fortes podem ser utilizados na luta contra os monstros, incluindo a opção de esquiva. Além do óbvio uso para enfrentar os inimigos, essas armas são essenciais para a resolução de parte dos enigmas. Estes, a exemplo do que ocorre desde Silent Hill 3, costumam ser mais simples que nos dois primeiros e suas respostas estão em um local muito próximo de onde é utilizado. O que não significa que são fáceis de resolver. A exploração da cidade é similar a de Origins, é possível andar por muitos lugares mas só dá pra explorar mesmo aqueles pré-estabelecidos pelo storyline. Os diálogos são o grande diferencial de Homecoming, já que todos eles podem ser escolhidos pelo jogador. Essas escolhas, combinadas com duas decisões maiores, culminam em um dos quatro finais principais, que variam entre o bom e os intermediários (que por vezes são mais interessantes e coerentes que o bom). Além destes, há também o final UFO, tradicional da série.

Pros: o jogo apresenta um roteiro marcante, já tradicional da série, com muitas revelações sobre o passado de Alex e da cidade. A possibilidade de escolha de falas garante a interação do jogador com o personagem, algo inédito na série até então. As melhorias na jogabilidade asseguram um nível de ação que nunca havia existido, ainda que também demande maior habilidade. Os finais são bem variados, bastante coerentes em relação ao roteiro, o que fará com que os fanáticos queiram ver todos eles, garantindo muito mais tempo de jogo. O visual do jogo colabora para o clima de terror, havendo uma série de cenas violentas e perturbadoras. Os enigmas são mais simples quando comparados aos dos primeiros jogos, mas exigem um moderado grau de raciocínio e até compreensão do roteiro. Como sempre, a trilha sonora dá um show, marca registrada da série.

Contras: o jogo apresenta uma evolução lenta, só depois de algumas horas a história se torna envolvente de verdade. Por isso, as primeiras partes podem ser extremamente lineares dependendo de cada jogador. Algums monstros tendem a ser apelativos em alguns momentos, pela primeira vez na série, o que acaba por testar a paciência de quem era habituado com a forma mais tranquila que os outros jogos foram conduzidos.

Screenshots:









Trailer:

Considerações Finais: Silent Hill Homecoming é mais um bom jogo de terror, seguindo fiel à forma em que foram feitos os seus antecessores. No entanto, os fãs mais fanáticos não se agradaram muito pela exploração e enigmas não seguirem a mesma linha do excepcional primeiro Silent Hill. Mesmo assim, recomendo muito este game aos fãs que ainda não o experimentaram, mesmo não sendo tão marcante, trata-se de um bom jogo que representa muito bem esta importante série no PSX e no PS2. Mesmo com uma considerável redução no "terror psicológico", o jogo ainda consegue manter um adequado nível de tensão, especialmente conforme se aproxima do final do jogo e das decisões chave.


domingo, 28 de outubro de 2012

JOGOS NÃO RECOMENDADOS (PARTE 2)!

Semana especial Halloween aqui no PrettyCoolGames.Blogspot, seguimos revisando alguns jogos do estilo Survival que marcaram época. E hoje trazemos especialmente para vocês jogos que marcaram... negativamente! É a segunda parte da nossa série de jogos que nós do PCG não recomendamos, falando de dois jogos que você deve ficar o mais longe possível por serem terrivelmente ruins! Para quem quiser ver a primeira parte da série, clique aqui para ler sobre dois jogos de heróis macabros que nós definitivamente não indicamos aos leitores! Agora vamos com os Survival Horror não recomendados!

RESIDENT EVIL: SURVIVOR 2!

Corram, pois o Nemesis e o Steve estão de volta! Resident Evil: Survivor 2, como o nome já sugere para os conhecedores profundos da série, trata-se de um First-Person Shooter, seguindo os passos do game anterior que seguia a mesma linha (que alias era muito bom). Porém, esse é algo que poderíamos (e deveríamos) simplesmente descartar da grande história de games sensacionais que Resident Evil fez e faz desde o primeiro lançamento ainda no PSX. Survivor 2 conta com uma jogabilidade absurda (no mal sentido), sendo que seu objetivo em todas as missões é basicamente chegar ao chefe da fase em um determinado tempo, que é mostrado em formato de contagem regressiva na tela. Como se isso já não fosse retardado o suficiente, caso o contador chegue à zero, Nemesis (?) aparece e começa a perseguir você! Ele acaba com a história com apenas um golpe, e não pode ser derrotado a menos que você tenha a arma mais poderosa do game, adquirida de alguma forma que não sei qual (não me culpem, culpem a Capcom... por motivos óbvios. Vamos dizer que esse não é o game mais empolgante de se jogar para descobrir seus segredos). Talvez se ele tivesse ficado somente no Arcade, essa jogabilidade simplória poderia até passar como um game para se jogar por simples diversão, mas para um game que foi lançado também para PS2, pareceu algo realmente idiota. Em alguns lugares ele é conhecido pelo subtítulo “Code Veronica: Survivor 2”. A explicação para isso é simples: como a história apresenta dois personagens famosos de tal game (Claire e Steve), a Capcom decidiu que a historia sem sentido do game, que faz uma “mixagem” com inimigos de outros games, se passaria em um sonho que Claire teve em sua viajem para o Alaska, ocorrida em Code: Veronica. “Claro Capcom... agora esse jogo faz todo o sentido! Eu não teria conseguido dormir se não tivesse essa informação!”. Sinceramente, chega a ser engraçado a produtora ainda tentar encaixar Survivor 2 na cronologia oficial da série. Alias... essa historia de sonho parece a típica desculpa para dizer “Fizemos besteira, finjam que nada disso ocorreu!” em outras palavras. A parte sonora é literalmente uma clonagem de Code: Veronica, todas as músicas foram reutilizadas, mais uma vez mostrando um pouco esforço na produção do jogo. A única canção original é a trilha sonora de Nemesis, que basicamente será a única que você não vai querer ouvir! Os gráficos das CutScenes até não são ruins, pois ficam um pouco atrás de Code: Veronica, mas nada que chegue a comprometer tudo. Mas se estivermos falando dos gráficos de quando o gameplay acontece mesmo... ai a historia muda! Nos cenários você verá itens e armas gigantes, brilhantes e desproporcionais... flutuando..., coisa que aconteceria somente em um game de SNES (onde isso ainda era normal). Com tudo isso, a Capcom ainda coloca no Gameplay um sistema de Ranking oposto ao dos demais games da franquia, sendo que aqui, quanto mais tempo você jogar, melhor será sua classificação. Será que eles realmente esperavam que alguém jogasse tanto assim esse negócio? Acho melhor eu parar por aqui, dizendo apenas que se você é fã da sensacional série Resident Evil e leu essa breve análise, fique longe desse game, pois fingir que ele não existe é o melhor a se fazer! Possivelmente um dos games mais aterrorizantes que já vi... mas nesse caso, aterrorizante de tão ruim! Tanto que não merecia nem o ponto de exclamação em seu título, lá em cima da imagem principal...mas enfim... 
(Texto escrito por Mr.Gameworld)

Screenshots:











Trailer:



MICHIGAN: REPORT FROM HELL!
O gênero Survival entrou em evidência no PSX com o lançamento de grandes séries que temos até hoje. No PS2 esse estilo cresceu muito mais, atingindo seu auge pela grande quantidade de jogos lançados. O lado ruim dessa "produção em massa" é que muita coisa medíocre ou ruim foi criada. Dentre estes acredito que mereça destaque Michigan: Report From Hell. O jogo até começa com uma ideia interessante. Vários eventos bizarros envolvendo monstros e assassinatos ocorrem na cidade de Michigan, levando uma equipe de reportagem a investigar os fatos. O jogador passa a controlar o cameraman (sem nome) responsável por filmar a bela repórter Pamela Martel, sempre acompanhados pelo caboman Brisco. A exploração do jogo ocorre totalmente em primeira pessoa através da câmera, que não pode ser desativada ou deixada de lado (esse nosso amigo deve ser bem forte). O personagem tem pouquíssimas opções de ação, pode mover-se e empurrar coisas, além de aumantar o foco da câmera. Os eventos obrigatórios levam à morte da repórter Pamela, sendo substituída por Ann Anderson. Dali em diante o jogo segue uma exploração linear e repetitiva, sendo o seu personagem, mudo, é o único que pode tomar decisões. Portanto, ninguém abre portas a menos que você foque a câmera na maçaneta, ninguém pega um item se você não estiver olhando para ele do ângulo que o game entende ser o correto. E pior, ao ser atacado por monstros, a repórter apenas usa sua arma (que aparentemente faz parte do básico que qualquer repórter carrega) se você focar no monstro e apertar o botão de ação. Se eventualmente a repórter morrer, ela será substituída por outra e pula a fase. Se acontecer de novo vai indo assim até a última. Acho que é o único jogo que quanto pior você for mais rápido termina. Você pode inclusive terminá-lo fracassando em todos os objetivos. O jogo possui três finais, variando de acordo com a motivação do personagem e sua "moral" (se optou por salvar pessoas ao invés de filmar elas morrendo). Mas isso faz pouca diferença já que todos são curtos e estapafúrdios. Agora não tenho certeza se o jogo simplesmente não explica sua história no final ou se eu estava tão desmotivado que não prestei atenção. E claro, ao concluir o jogo você ganha a opção de ver a repórter que você terminou o jogo fazendo Pole Dance e pode jogar de novo com ela de biquíni. Faz muito sentido, afinal nós gamers queremos mesmo ver peitos virtuais, ninguém se interessa por roteiro. Esquecendo um pouco a história e partindo para uma análise mais técnica: o jogo tem uma trilha sonora que não se destaca mas não compromete; já os gráficos são inicialmente razoáveis, mas a extrema falta de expressão no rosto dos personagens torna o gameplay deprimente. Certas cenas e ângulos são constrangedores pelo nível hentai de apelação. Sobre a jogabilidade, ela chega a ser um insulto ao Dual Shock 2 do PS2 pela quantidade de botões que simplesmente não tem serventia nenhuma. Na verdade esse game poderia tranquilamente ser adaptado para o joystick do Atari 2600! Enfim, pessoal, acho que já falei o bastante. Michigan é um jogo que falha em todos os aspectos, inclusive naquilo que se propõe. Mesmo que na geração atual os Survival estejam meio em baixa, nada justifica perder o seu tempo nesse jogo, vale muito mais um replay de qualquer Silent Hill ou Resident Evil (exceto o acima mencionado, claro), não importando quantas vezes você já os tenha completado.
(Texto escrito por Edu-jb)

Screenshots:












Trailer:




Assinado: Equipe PrettyCoolGames.Blogspot
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