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domingo, 13 de maio de 2012

AGE OF MYTHOLOGIES: TITANS

Escrito e editado por: Edu-jb

Gênero: Estratégia
Ano de Lançamento: 2003
Plataforma: PC
Produtora: Ensemble Studios
Revisão: Age of Empires é um famoso jogo de estratégia para PC, pemitindo ao jogador o controle de diferentes nações e unidades. Após duas edições bem sucedidas, a produtora iniciou o desenvolvimento de séries paralelas. Entre elas, talvez a de maior sucesso tenha sido  Age of Mythologies. O jogo se passa nos tempos antigos, sendo possível controlar 3 povos, gregos, egípcios e nórdicos. O grande diferencial desta edição é que o foco não está apenas nas unidades de batalha e no trabalho dos povos, mas sim nos deuses que protegem a região. O personagem principal é Arkantos, um herói atlante presente na batalha contra Tróia. Após a queda desta cidade, Arkantos inicia sua busca pelo motivo pelo qual o senhor dos oceanos Poseidon deixou de apoiar seu povo na batalha. A jornada leva ele e seus homens a viajar por todo o território grego, egípcio e escandinavo. Age of Mythologies alcançou uma popularidade razoável, sendo lançado algum tempo depois a expansão Titans, que trazia  novas unidades, um novo povo, os atlantes, e novas divindades, os Titãs logicamente. Mesmo sendo um jogo bastante antigo, apresenta ainda uma série de fatores muito interessante como falaremos a seguir.

Jogabilidade: o básico é semelhante a dos anteriores (mais ou menos na mesma linha do Warcraft). O controle principal dos seus homens se dá principalmente pelo mouse. A cada batalha você deve armar um Exército, sendo na maioria delas possível construir fortificações para seu acampamento. As condições para vitória podem ser destruir o acampamento inimigo, tomar uma cidade, matar determinado monstro ou proteger alguma coisa. Para desenvolver as unidades é necessário construir a estrutura obrigatória e ter os recursos necessários, não havendo número máximo desde que não falte recursos. Já para conseguir as unidades mitológicas é necessário conseguir atenção dos deuses e nisso o jogo é muito fiel às origens de cada religião. Os deuses gregos demandam a construção de templos e adoração pelos camponeses. Os egípcios devem construir monumentos em homenagem aos seus. Os nórdicos devem partir para a batalha, ganhando pontos quando mata algum soldado inimigo ou quando morre. Já os titans garantem proteção quando constroem cidades. O modo principal conta com 32 batalhas e mostra a história de Arkantos. O modo Atlantes, exclusivo da expansão Titans, conta com mais algumas batalhas e narra a história do filho de Arkantos guiando os sobreviventes de Atlântida após o fim da ilha.

Pros: as unidades mitológicas tornam o jogo mais interessante, sendo que elas variam conforme os deuses que se optou por adorar. Esse é provavelmente o maior ponto forte do jogo, já que permite controlar Colossos, Minotauros, Medusas, Gigantes do Fogo e do Gelo, Hidras, Escaravelhos gigantes entre muitas outras criaturas. O jogo possui 4 níveis de dificuldade, o que o torna mais acessível a iniciantes ao mesmo tempo que permite desafio aos veteranos. A aliança de Arkantos com heróis de outros povos dá variabilidade ao storyline, havendo importantes mudanças nas estruturas e unidades controladas a cada batalha. Além disso, é  possível salvar a qualquer momento,  enfrentar novamente qualquer batalha e pesquisar objetivos e dicas facilmente.

Contras: como quase todos os jogos de estratégia, ele acaba sendo repetitivo, obrigando o jogador a fazer a mesma coisa diversas vezes, além de esperar horas até que algum prédio ou modificação fique pronta. Fora isso, os acampamentos, que podem ser transformadas em verdadeiras fortalezas, serão totalmente abandonados ao fim das fases, não havendo uma forma de voltar às cidades construídas.

Screenshots:











Trailer:


Considerações Finais: Age of Myhologies é um dos grandes jogos de estratégia já produzidos, é um verdadeiro prato cheio para fãs do estilo, recebendo altas notas em praticamente todos os sites especializados da época. Por ser antigo tem pré-requisitos baixos, então virtualmente qualquer um poderá rodá-lo em seu PC sem maiores repercussões e sem ter que se preocupar em preparar o computador para rodar jogos. Mesmo já tendo sido lançado muitos jogos mais modernos e expandidos, este permanece como um dos mais divertidos,  justamente pelas unidades míticas e apoio dos deuses. Recomendado para fãs do estilo que ainda não experimentaram e para aqueles que já jogaram mas querem matar a saudade de invadir o território inimigo com um exército de Colossos Dourados.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

SUPER ROBOT WARS: ORIGINAL GENERATIONS!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Tactics RPG
Plataforma: Playstation 2
Ano de Lançamento: 2007 
Produtora: Banpresto
Revisão: apesar de pouco conhecida por aqui, Super Robot Wars é uma franquia idolatrada na "Terra do Sol-Nascente", tendo diversos games, brinquedos, mangás, animes e tudo que algo de realmente famoso no Japão merece. A série tem anos e anos de história, com o primeiro game lançado em 1991 para Game Boy, sendo que por tradição seus games se tratam de Crossovers (reunião de personagens de outras franquias) que costumam reunir protagonistas de diversos animes de Mechs como Gundam, Evangelion, Patlabor, etc. Pois foi em  2002 que a produtora Banpresto resolveu criar uma subdivisão na série, com personagens originais criados pela própria Banpresto, que recebeu o nome de Original Generation. Os dois primeiros lançamentos aconteceram no GBA, mas alguns anos depois ganharam um Remake para PS2 (a historia inteira dos dois games em apenas um), que é justamente o conteúdo dessa review. A história da série Original Generation tem inicio em uma era onde a humanidade tentava expandir seus conhecimentos com explorações espaciais. Após dois meteoros caírem nos solos do planeta Terra, em meio a algumas pesquisas a Federação Terrestre descobriu uma avançada tecnologia chamada de Extra-Over Tecnology (EOT). Porem, um terceiro meteoro cai no Pacifico alguns anos mais tarde. Após algumas análises, o cientista Bian Zoldark alerta a Federação sobre a possibilidade de um futuro ataque alienígena. Temendo os riscos que os aliens poderiam trazer, uma grande corrida na produção de Personal Troopers (como são chamados os Mechs no game) tem inicio, como uma forma de defesa. E é justamente nesse ponto que diversos pilotos começam a aparecer, incluindo os "protagonistas" (na verdade todos os personagens participam de uma forma tão ativa no enredo que fica até mesmo dificil eleger protagonistas) Kyosuke Nanbu e Ryusei Date, que terão um destino em comum: lutar pela sobrevivência da humanidade, pois os donos da tecnologia espacial estarão prestes a vir recuperá-la! Ligue seu PS2 e prepare-se para um game emocionante!

Jogabilidade: logo que a primeira batalha começar, você poderá tranquilamente pensar que SRW: OGs é igual a qualquer outro Tactics RPG. Porem, as peculiaridades do titulo começarão a dar as caras ainda nos primeiro minutos de gameplay. Primeiramente, diferentemente de boa parte dos games do gênero, os ataques não serão necessariamente executados cara-a-cara com o inimigo, pois não existe um ataque padrão (ou seja: o tradicional comando "Attack" que executa um golpe que vale para qualquer personagem), mas sim golpes únicos de cada Mech e armamentos que poderão ser equipados em qualquer unidade (que tem suas áreas de ataque pré-determinadas). No momento de atacar, você poderá selecionar o ataque que quer utilizar em uma lista que mostra inclusive o dano base de cada um deles e a quantidade de EN necessária (se um ataque não estiver disponivel no inicio do combate, use outro para acumular EN e usa-lo mais tarde), sendo que o dano pode variar para menos ou mais dependendo da defesa do inimigo, o solo que seu Mech se encontra, etc. Boa parte deles terá uma área de alcance semelhante a das magias dos Tactics RPGs convencionais, fazendo com que você possa atacar a longa distância. Obviamente existem muitos ataques que devem ser executados diretamente de frente para o inimigo (com apenas uma posição de diferença, como os ataques padrões de outros games do gênero), mas eles realmente são minorias e devem ser usados com muito cuidado. A distancia normalmente será sua melhor amiga contra boa parte das tropas inimigas. Bolar boas estratégias sempre é uma prioridade, pois a única forma de curar seus Mechs é fazendo o uso de itens que são raríssimos até certo ponto do game (consequentemente tendo de ser economizados a todo o custo) ou com Skills específicos para isso. Por falar em Skills, eles funcionam da seguinte forma: nesse game quem evolui não são exatamente as unidades de combate (ou seja: os Mechs), mas sim os pilotos. A cada Level adquirido, seu piloto ganhará alguns atributos extras, além de alguns pontos que poderão ser utilizados para comprar novos Skills. Os Skills de certa forma afetam os Mechs (por exemplo os de cura ou os que dobram o ATK Power), mas ter um Mech ruim pilotado por um personagem com bons Skills não muda muita coisa. A combinação de bons pilotos + bons Mechs sim é o ideal. Por isso, você deve sempre estar atento para gastar os pontos de customização de seus Mechs (que poderão ser utilizados para aumentar todos os atributos deles). Porem, devo lembrar que os pontos só serão adquiridos em grande quantidade quando seu personagem destruir um inimigo. Ou seja: a experiência em SRW só compensa mesmo em caso de morte, e não no simples ato de atacar. Por isso, sempre dê oportunidade de matar os inimigos para todos aqueles que você julga úteis. Uma serie de outros detalhes poderia ser citada, mas aos poucos você irá aprender jogando. Por sorte, apesar do game ser inteiramente em Japonês, a navegação pelos menus é bem simples (apesar de inicialmente não parecer). Com um pouco de tentativa e erro, em pouco tempo você estará mexendo em tudo como se soubesse ler Japonês (digo isso para quem não sabe, assim como eu, obviamente).

Pros: os gráficos são excelentes, construídos em um modelo extremamente característico (e simplesmente apaixonante); os ataques são incríveis e não economizam em efeitos visuais, como explosões e uma série de outros detalhes que dão um ar épico para os combates; existe uma grande variedade de personagens (grande mesmo), todos com suas devidas unidades de combate (seus Mechs), além de alguns Mechs extras que você ganhará, fazendo com que você possa colocar pilotos que tem Mechs ruins neles; a trilha sonora é incrivel (caso você queira saber, minha favorita de toda a historia dos games), além do fato de que cada personagem tem uma musica tema. Ou seja: você não ficará ouvindo a mesma musica durante horas na batalha como acontece em boa parte dos Tactics; o game é muito grande, além de exigir excelentes estratégias por parte dos jogadores (especialmente para os chefes, que alias, são muito frequentes. Os mais "normais" costumam ter cerca de 70.000 de HP); o Storyline é sensacional. Porém, se você não sabe ler Japonês assim como eu, indico a você esse site: http://srwog.velv.net/ . Nele você irá encontrar tudo sobre TODOS os personagens, Mechs e consequentemente sobre o enredo em si com pesquisas bem simples (porem tenha uma coisa em mente: você pode encontrar Spoilers. Lê-los é por sua conta e risco. Apenas não digam que eu não avisei); as dublagens são maravilhosas, não deixando nada a desejar.

Contra: se você tem uma obsessão por alcançar Leveis altíssimos em todos os jogos, melhor esquecer isso quando for jogar esse game. Digo isso por que diferentemente de boa parte dos Tactics RPGs, SRW:OGs não te dará a oportunidade de voltar em missões passadas, o que consequentemente quer dizer que você vai evoluir apenas ao decorrer do game e terá de fazer um planejamento maior para permitir que pilotos que ficaram para trás tenham a chance de derrotar alguns inimigos a mais para também evoluírem. Você pode aproveitar algumas eventuais batalhas com reforços inimigos infinitos, mas ainda sim não chega a valer muito a pena (até mesmo porque não é uma boa idéia brincar com os inimigos desse game, salvo raras exceções). Mas como eu disse acima, os Leveis em si alteram praticamente só os pilotos. Ou seja: ter um piloto super evoluído com um Mech fraco não resolve nada!

Screenshots:











Screenshots (Versão original de Gameboy Advance):








 Trailer:


Considerações Finais: Esse é mais um dos meus games! Além de ser de longe meu Tactics RPG favorito, ele também é um dos meus games favoritos em uma visão geral de tudo que joguei até hoje (alias, meu amigo Edu-Jb deve estar cheio de tanto que me ouviu falar de SRW). Digo a você com toda a certeza que Super Robot Wars: Original Generations apresenta uma série de motivos para você se apaixonar por ele!  Os personagens são extremamente marcantes, os Mechs tem um designe sensacional, o enredo é excelente e os efeitos visuais são únicos! Por isso, se você procura um Tactics RPG diferente, desafiador, muito grande, com um belo Storyline (mesmo não sabendo Japonês, com o site que indiquei, garanto que você vai entender tudo do inicio ao fim. Basta saber usá-lo) e que visualmente seja um show aparte, NÃO deixe de jogar esse game! E se gosta de Mechs, melhor ainda! Esse mora realmente no fundo do coração do Mr.Gameworld! Logo trarei a vocês a continuação dele: Original Generation: Gaiden! Deixem seus comentários!


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

ETERNAL POISON!

Escrito e editado por: Edu-jb

Gênero: Tactics RPG
Ano de Lançamento: 2008
Plataforma: Playstation 2
Produtora: Atlus/Banpresto

Revisão: com o passar dos anos a Atlus vem se especializando em criar RPGs, muitos deles com características comuns como o clima obscuro (quase de terror) e o fato de poder capturar monstros e usá-los em batalha. Eternal Poison segue mais ou menos essa ideia, popularizada pelos Shin Megami Tensei. O jogo se passa no reino de Valdia, um típico reino de uma sociedade medieval. No meio desse reino se materializa Besek, reino dos Majin (demônio). Estes acabam por sequestrar a princesa Lenarsh. O Rei de Valdia então chama qualquer um bravo o bastante para penetrar no reino dos Majin e trazer sua amada filha de volta, oferecendo qualquer coisa em troca. O jogo inicia com a possibilidade de escolher o conto de um entre três heróis: Thage, uma maga negra com habilidade de evocar demônios através de um misterioso livro, sempre acompanhada pelo sábio Majin Raki e pelo fugitivo Retica, aprisionado a ela pela magia da escravidão; Olifen, líder dos cavaleiros de Valdia e noivo da desaparecida princesa Lenarsh, acompanhado pelos membros de seu pelotão Logue, Levatte e Marie; e Ashley, membro da igreja de Valdia que entra em Besek para procurar seu mestre Leto, acompanhada de seu colega Glynne e do mercenário Reyna. Além destes, cabe ressaltar o grande herói Rondemion, morto muitos anos atrás ao confrontar o Majin Morpheus; e o conde Duphaston, regente da cidade de Uzaporium, onde Besek se materializou. O jogo é dividido em quatro capítulos, sendo que o primeiro é diferente para todos os personagens. O capítulo 2 se divide em três caminhos possíveis, enquanto o 3 se divide em dois. A escolha do caminho determinará os demônios enfrentados e o final feito com cada um, já que é implícito na história que cada um deve matar um demônio específico. Após completar a história com um dos três, um quarto  conto se abrirá. Após completar os quarto e ter todos os Majin capturados, se abre um quinto, bem curto, contando apenas com os capítulos 3 e 4. Após completar todos os 5 contos fazendo o final completo de todos você abre a batalha final, e o verdadeiro mistério por trás de Valdia e do desaparecimento da princesa Lenarsh é revelado. Além dos personagens obrigatórios de cada conto, o jogo tem ainda 9 personagens secundários, iguais para todos e que são recrutados em momentos diferentes do jogo. Existe ainda 3 Koonas (um tipo de ursinho bem fraco) que também podem ser utilizados. Você entra em batalha com sete personagens no máximo, portanto além dos obrigatórios você deve escolher entre os secundários ou os Majin capturados para completar seu time.

Jogabilidade: a jogabilidade é a padrão de jogos de tática, os personagens se movem baseado em turnos, sendo os mais rápidos primeiro. Em um turno é possível andar e ter uma ação (atacar, magia ou item). Existe ainda a opção de combo, colocando dois personagens próximos ao inimigo e mandando um esperar enquanto o outro ataca. Isso gera um dano muito mais alto que o normal. Para capturar os monstros é necessário o "Overkill", ou seja, tirar tudo que resta de HP ao oponente mais um determinado valor que varia de inimigo para inimigo. Há três tipos de ataque, corte, perfuração e contusão, sendo que cada um tem fraqueza ou resistência a algum tipo. O mesmo vale para elementos, estando presentes Fogo, Água, Vento, Terra, Luz e Escuridão. O sistema de dano segue fórmula matemática fixa, de modo que é possível calcular com extrema exatidão o dano que você causará ou receberá de determinado inimigo. Isso é fundamental para atingir o Overkill. Para conseguir o final completo todos os Majin devem ser capturados, apenas um de cada tipo, mas incluindo os chefes, estando aí a grande dificuldade do jogo. Em determinado momento todos os personagens principais dos grupos trocarão de classe, sendo possível escolher sempre entre duas, cada uma com características distintas. Os personagens secundários tem características próprias e, ao contrário do que diz em muito detonado por aí, todos são bons, dependendo das necessidades de cada time. Olifen, por exemplo não tem arqueiros, por isso Irina e Velnor são muito úteis. Thage não possui curandeiros e Ashley não tem magos negros. As batalhas não podem ser repetidas, de modo que não há como treinar. Quando não se está em batalha, os personagens descansam em Uzaporium, onde é possível conversar com seu time, com as pessoas que você salvou, comprar e vender itens, trocar Majins capturados por magias, itens ou dinheiro e ainda jogar um jogo de tabuleiro (bem difícil, aliás).

Pros: o jogo tem um clima sombrio, típico dos jogos da ATLUS. Conta com uma história interessante, fugindo bastante da banalidade "princesa raptada" que dá ideia no início. Além disso é relativamente grande e exige bastante raciocínio nas batalhas. Não é possível treinar, de modo que os níveis são ganhos automaticamente. Os personagens secundários são interessantes, todos tem suas qualidades e atuam de modo a completar e balancear o time de acordo com a vontade do jogador. Isso dá liberdade para formar o time da maneira como quiser, seja com muitos magos, arqueiros ou guerreiros. A trilha sonora é muito boa, o que é sempre importante em jogos de tática, já que elas tocarão por muito tempo e várias vezes.

Contras: é fato que o jogador terá que completar o mesmo caminho algumas vezes para atingir a batalha final. Essa repetição de batalhas torna ele cansativo para algumas pessoas. Capturar os chefes algumas vezes é muito difícil, sendo que alguns tem auras (barreiras de proteção) que só podem ser quebradas por determinadas técnicas. O problema é que a técnica só é revelada na batalha, sendo que quem gosta de jogar sem detonado vai ter que repetir algumas vezes algumas lutas ou pior, vai chegar num ponto que não tem como vencer um chefe porque descobre que tinha que ter capturado um  majin algum tempo atrás para ter a técnica necessária.

Screenshots:



 






Trailer:
 


Considerações Finais: Eternal Poison é um jogo bem divertido mas demanda tempo. E o problema é que parte desse tempo será gasta com batalhas repetidas. Para aqueles que entram no clima do jogo isso não será um problema, mas quem jogar apenas casualmente pode acabar parando justamente por essa repetição. Talvez existam melhores opções de táticas no ps2, mas Eternal Poison é um jogo bom que merece atenção de quem gosta do estilo, fato comprovado pelos fãs o tornaram um jogo "cult". Se você gosta de climas sombrios, bruxaria e de evocar demônios, esse é o jogo pra você.



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

PHANTOM BRAVE!

Escrito por: Time Keeper
Postado por: Mr.Gameworld


Gênero: Tactics RPG
Plataforma: PS2, Wii, PSP
Ano de lançamento: 2004 (PS2), 2009 (Wii), PSP (2010)
Produtora: Nippon Ichi Software (NIS)
Revisão: Phantom Brave é um jogo raro. Um dos motivos para o tal pode ser simplesmente porque ele foi produzido pela NIS, que é uma empresa meio que sem o grande renome que a Square (sem Enix) tem, ou por não ser um Final Fantasy. Porém Phantom Brave, como grande maioria dos jogos da NIS, carrega uma comovente história, acrescida de uma ótima Jogabilidade, que o faz poder ser o que muitos jogadores de RPG procuram em um jogo. Além de gostar muito do jogo (sendo ele o que mais gosto entre os RPG de estratégia da NIS), também quero divulgar um pouco o grande trabalho dessa empresa que merece mais atenção. A história se passa no mundo de Ivoire, que é composto somente por ilhas, onde, no ano de 913, estava sobre o ataque de forças malignas. Ash, Haze e Jasmine são 3 sobreviventes dessa tragédia que tentam escapar para um local seguro. As ocorrências acabam na morte de todos os 3, mas em seus últimos momentos, Haze prende o espirito de Ash em Ivoire para que ele possa cuidar e fazer companhia a sua irmã mais nova, Marona. Ela tenta ser uma Chroma, que é um tipo de caçador de recompensas, só que em seu caso ela apenas quer ajudar os outros, contudo as pessoas não pedem muito por seus serviços graças a mentiras espalhadas sobre suas habilidades de evocação de fantasmas, obtidas por ser filha de Haze. Você estará no comando de Ash para ajudar sua irmã mais nova seguir esse caminho e protege-la dos males de Ivoire.

Jogabilidade: O interessantíssimo sistema de Phantom Brave atua sobre a lógica de RPGs de estratégia, só que com seus toques especiais. Primeiramente, para se mover pelo campo de batalha você não irá se deslocar em casas, mas sim livremente! Com a limitação de uma linha vermelha que circula seu personagem. Em um combate você começa apenas com Marona, então você pode chamar seus fantasmas juntando-os com algum tipo de matéria no campo, pode ser uma pedra ou uma árvore, por exemplo, esse processo se chama confinamento. Dependendo de onde você evoca seu fantasma, ele ganhará algum bônus e algumas penalidades, se você confinar Ash em uma pedra, por exemplo, ele irá ganhar bastante defesa, mas perderá agilidade. Mas seus fantasmas não tomam esses corpos para sempre. Eles só permanecem no campo por algumas rodadas e depois vão embora, não podendo ser chamados pelo resto da luta. Isso faz com que o jogador pense muito antes de chamar um fantasma. Você também pode equipar qualquer um dos objetos em campo com Marona ou qualquer fantasma (até uma árvore) dando a você as mesmas vantagens e desvantagens. Esses equipamentos conferem habilidades que podem ser mestradas pelos personagens com uma velocidade que depende da afinidade que esse personagem tem com determinado item. Para tornar as habilidades dos objetos suas, você precisa utilizar um pouco de mana, que é adquirida derrotando monstros. O jogador pode criar fantasmas enquanto estiver na ilha que contem a casa de Marona, pagando uma quantia em dinheiro que varia com o tipo de fantasma. Existem fantasmas que possuem truques bem únicos que lhe ajudarão a fortalecer suas forças ocultas, variando desde vendedores de itens até fantasmas que sabem fundir praticamente tudo que existe no jogo (se eu entrar em detalhes posso até complicar as coisas...).

Pros: Excelente enredo que cuida muito bem da personalidade de cada personagem, fazendo o jogador se envolver com a problemática da história. Sistema de batalha cheio de possibilidades. Grande variedade de extras após o término do jogo (tirando o fato de que praticamente os extras dos jogos da NIS se resumem a mesma coisa).

Contras: Conheço algumas pessoas que detestam o sistema de Phantom Brave e desistiram dele por conta do limite de rodadas que os fantasmas permanecem confinados. Eu particularmente adorei o sistema e esse termo só me fez gostar ainda mais, porém maioria que da as cartas... Como todos os outros RPGs de estratégia da NIS, esse também não possui outros elementos que fariam o jogo ser mais empolgante, porque o progresso do jogo se resume a ir a um local e terminar uma sequencia de batalhas.

Screenshots:









Trailer:


Considerações Finais: Esse é um jogo que consegue prender as pessoas que curtem o gênero de verdade (no contexto da história). Sinceramente, chorei duas vezes jogando esse jogo. Até hoje lembro uma das cenas que me fizeram chegar a esse ponto. Recomendo de todas as formas, não foi atoa que escolhi começar a divulgar o trabalho da NIS por esse jogo.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

VANDAL HEARTS!

Escrito e editado por: Edu-jb

Gênero: Tactics RPG
Plataforma: Playstation, Sega Saturn
Ano de Lançamento: 1996
Produtora: Konami/KCET
Revisão: Vandal Hearts foi um dos primeiros RPGs lançados para a geração 32 bits. Apresentando o sistema de batalha baseado em turnos, foi também um dos pioneiros na popularização do estilo Tactics, que posteriormente contaria com uma grande leva de jogos. O jogo relata a história de Ash Lambert, líder do terceiro batalhão das Forças de Segurança de Ishtar. Durante o desenrolar da história, Ash e seus companheiros Diego e Clint vão descobrir a conspiração que acontece no alto escalão do governo, revivendo a verdadeira história por trás da criação de sua nação. Apesar dos precários gráficos e efeitos sonoros, Vandal Hearts conquistou muitos fãs pelo seu pioneirismo, pela história simples mas com personagens carismáticos e por sua divertida jogabilidade.

Jogabilidade: o sistema de turnos é bem simples, dividido em Player's Turn e Enemy's Turn. Durante o seu turno, você pode mover e ter uma ação com cada um dos seus personagens. Após, a opção "End Turn" deve ser acionada, dando início ao turno do inimigo. Apesar da simplicidade, táticas específicas são necessárias, uma vez que se você deixar um personagem seu próximo de um grupo de inimigos ele seguramente será abatido. As condições de vitória geralmente passam por vencer todos ou um inimigo em específico. A condição de derrota quase sempre é a morte de Ash. Os demais personagens podem ter seu HP zerado que a batalha continua, além disso não existe morte permanente, todos estarão de volta na próxima batalha. O sistema de classes é também muito simples mas bem pensado. Todos os personagens (exceto Ash) em determinado ponto devem escolher entre duas classes para seguir, cada uma com atributos específicos. Assim é possível escolher quantos magos, curandeiros, arqueiros, voadores, guerreiros ou monges você quer no seu grupo. O jogo é dividido em capítulos e não há opção de voltar a uma batalha já concluída. Por fim, vale ressaltar que há um In Battle Save, que permite que o jogo seja salvo no meio da batalha, facilitando as coisas.

Pros: se você conseguir superar os defeitos técnicos, Vandal Hearts é um jogo muito divertido. As batalhas apresentam um bom desafio para jogadores ocasionais de RPGs, mas sem ser um absurdo. O sistema de classes é bem elaborado, ainda que simples, sendo todas elas realmente muito úteis. O sistema de nível é bem justo, de modo que não é necessário (nem possível aliás) treinar, se um personagem ficar com level muito abaixo dos outros passará a ganhar mais experiêcia em suas ações, ocorrendo o oposto se alguém fica num level muito alto. Algumas batalhas tem objetivos variados, como vencer em determinados turnos para salvar alguém, ou avançar antes de cair uma ponte ou ser jogado do trem, entre outras coisas. Por fim, uma coisa que gosto muito em Vandal Hearts é que todos os seus personagens entram na batalha, não é necessário escolher quem vai.

Contras: normalmente não citamos gráficos como um defeito por aqui, mas Vandal Hearts tem gráficos muito abaixo do esperado para a geração 32 bits. Na verdade é abaixo de grande parte dos jogos da geração 16 bits. Os cenários são pouco detalhados e dá a impressão de o local da batalha ser um plano que flutua no espaço. Os efeitos sonoros também são bem ruins, bem como as animações e efeitos especiais dos golpes (quem não lembra do geiser liberado a cada vez que um personagem morre...). A trilha sonora também é uma coisa a ser superada, o jogo tem músicas repetitivas e como é um jogo de tática, você passará um bom tempo ouvindo elas.

Screenshots:





 





Trailer:
 


Considerações Finais: Vandal Hearts é um jogo que chama atenção de algumas pessoas. É fato que para jogar você precisará passar por cima das questões de produção. Mas se conseguir, terá um jogo divertido, com liberdade para escolher as habilidades de seu grupo, e muito fluido, já que treinamentos são desnecessários. A história desagrada alguns pela simplicidade e até inocência, mas os personagens carismáticos do jogo ajudam-na a ser mais envolvente.



sábado, 17 de dezembro de 2011

CHAOS WARS!

Escrito por: Rafael Leao
Editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Tactics RPG
Plataforma: Playstation 2
Ano de Lançamento: 2006
Produtora: Idea Factory/Atlus/Red Entertainment/Aruze
Revisão: Ola caros leitores, estou escrevendo uma "review" sobre um game pouco conhecido mas extremamente divertido pra quem curte jogos de RPG de turnos (como eu), onde a Idea Factory (Souls Blazing e Spectral Souls), Atlus (Growlanser), RED etertainment (Gungrave e Gunraw) Aruze (Shadow Hearts) tem seus protagonistas de jogos pouco conhecido em um RPG TÁTICO completo.deixando de papo furado vamos para uma olhada no game. o jogo começa quando Hyoma (que é o protagonista) sonha em outro mundo.no proximo dia ele pede para shinzuku e hayate (amigos) acompanha-lo ate uma cavena com uma tecnologia muito estranha,mas quando eles estão mechendo ativam uma maquina e uma luz brilhante surge teleportando-os para Endia (outro mundo). Hyoma chega em Endia encontra rapidamente uma garota chama Rin que esta lutando contra monstro (são monstros meio ridiculos hehe) depois de derota-los encontram um amigo (que parece mulher) chamado Hiro. Rin e uma "Gatekeeper" imediatamente quando hyoma descobre isso pergunta se poderia teleporta-lo para casa,mas ela fala que não é possivel, as paredes são grossas (parede que divide os mundos). Logo ele  percebe que tem poderes de cavaleiro . Logo depois ele depois de procurar como voltar como seu mundo descobre as "chaves", que podem convocar ou teleportar os "cavaleiros de Endia". Ele se associa com uma organização para encontrar as chaves. Depois de vagar um poco encontram uma "casa abandonada" que usam como HQ (base) com até teleportador. ai que a aventura começa em que ele procura seus amigos e um jeito de voltar para seu mundo.

Jogabilidade: Lembra muito os rpg's taticos como disgaea, Final fantasy tactics, onde cada jogador tem um turno onde pode usar itens, habilidades, atacar normalmente e ate ataques especias onde tem uma pequena apresentação de video com os ataques nos outros games. Por exemplo o ataque especial de grave (de gungrave) mostra o ataque dele no game (gungrave ovedose) o final demolition shot. Isso acontece com alguns personagens outros foram adaptados para o proprio game. Tem um sistema de fortificação do char.com fortificação das skills tambem e das resistencias.

Pros: Otima trilha sonora combinada com um RPG tático mais um grande traço de desenhos Japoneses; o Jogo abusa da diverção com varias missões e grande variedade de chares (personagens) para jogar e cada um com suas skills proprias e armas; o jogo tambem dispoe de batalhas incriveis e com inimigos bem produzidos, onde suas batalhas exigem muito conhecimento tático, onde magos ficam atraz e Hybridos na frente (Só uma ideia: Façam suas táticas de acordo com seus chares e força deles).

Contras: O jogo limita em algumas missoes alguns chares,ou seja, você não pode deixar so um char forte precisa deixar todos para passar em algumas missões e a exp do jogo e um pouco (um pouquinho) baixa. Mas vale a pena jogar.

Screenshots:










Trailer:




terça-feira, 15 de novembro de 2011

RONDO OF SWORDS!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Tactics RPG
Plataforma: Nintendo DS
Ano de Lançamento: 2007
Produtora: ATLUS/Sucess
Revisão: hoje estou aqui para trazer aos leitores um game um tanto quanto desconhecido: Rondo Of Swords, um Tactics RPG lançado para Nintendo DS em 2007. O enredo tem inicio no Reino de Bretwalde, situado no centro do continente Bravord, cercado de outras grandes e poderosas nações. Certo dia em Bretwalde, em meio ao funeral do falecido Rei, os soldados são surpreendidos por um ataque inimigo vindo do Imperio Grand Meir. Uma grande batalha começa e os soldados de Bretwalde não conseguem resistir, caindo um após o outro. Em meio aos mortos estava o Principe Serdic, que em seus momentos finais entrega suas ocupações de príncipe para seu sósia (chamado do mesmo nome), juntamente com a espada sagrada do Reino Bretwalde, que acabou sendo amaldiçoada em meio aos combates contra as forças de Grand Meir. Com os poucos soldados que ainda restaram, Serdic deverá escapar de Bretwalde para partir em sua missão: procurar uma forma de quebrar a maldição da espada sagrada e formar um novo exército, sendo essa a única esperança para retomar e reerguer Bretwalde! Esqueça suas experiências passadas e prepare-se para um Tactics RPG que se destaca dentro do seu estilo por sua jogabilidade muito original, exatamente como veremos logo abaixo!

Jogabilidade: normalmente nos Tactic RPGs os personagens devem se movimentar para perto dos inimigos e ataca-los logo em seguida. Rondo Of Swords não funciona assim, pois nele o ataque e a movimentação podem corresponder a uma única ação. Basicamente todos os personagens têm uma determinada área de movimentação. Se um inimigo estiver, por exemplo, em sua frente, você deverá determinar uma trajetória de movimentação (indicada por uma seta) passando por cima dele. Isso fará com que uma cena de ataque ocorrerá, onde seu personagem irá atacar o inimigo e parar logo em seguida exatamente onde você determinou. Para simplificar as coisas (caso a explicação tenha ficado confusa), Rondo Of Swords lembra muito o Xadrez, onde uma peça deve passar por cima da outra. Vale a pena lembrar que isso tudo não se aplica aos magos e arqueiros, que utilizam suas magias como em qualquer outro Tactic RPG (através de uma longa área de ataque). É possível atacar diversos inimigos que estiverem em sua linha de movimentação. Porem, avançar demais pode se tornar um caminho sem volta, pois em apenas um turno poucos inimigos podem matar alguns de seus personagens. Por isso eu digo que Rondo Of Swords é um dos mais difíceis games de seu estilo, pois você deve realmente raciocinar antes de qualquer mínima ação. Um ponto muito interessante que deve ser citado aqui é a troca de classes. Boa parte dos personagens pode mudar de classe duas vezes, ganhando status e habilidades novas que ajudam muito nos combates. A troca de classes ocorre através do uso de itens específicos, sendo que boa parte deles são adquiridos nas Errands, que são side Quests acessados pelo menu anterior as batalhas. Porem, mandar um personagem para uma determinada Errand faz com que ele não possa ser usado na próxima missão (personagens mortos em um combate anterior não podem ser mandados para as Errands). As Errands também possibilitam conseguir status extras para seus personagens (através das Card Quests e Smith Quests), além de servirem para vender e comprar itens ou treinar um status específico (MP, HP, ATK, DEF). Ou seja: isso faz com que todos os seus personagens se ocupem, mesmo que não sejam escolhidos para os combates. A principio isso vai te dar um pouco de dor de cabeça (especialmente devido a quase obrigação de lutar com personagens a menos nas primeiras missões, pois outros foram em busca dos importantes itens de mudança de classe). Mas como quase tudo nos games, isso é só uma questão de costume e pratica! 

Pros: enredo interessante (nada de espetacular, mas ele é narrado de uma forma interessante); gráficos muito característicos, assim como a visão dos combates, que varia da ampla visão acima do campo para a 2D mais clássica, comum de games Side-Srolling, presenciada nos ataques dos personagens; sistemas de combates e Side-Quests inovadores; boa e imprevisível inteligência artificial, que força o jogador a pensar muito bem em suas estratégias; boa variedade de personagens, todos muito interessantes e bem diferentes entre si, o que faz com que você tenha que bolar diferentes estratégias para vencer os combates na ausência de algum personagem específico; mais de um final possível;

Contras: muitas possibilidades são jogadas para o New Game +, fazendo com que muitas coisas não possam ser realizadas na primeira jogada, como por exemplo, as mudanças de classe que alguns personagens não conseguem realizar pela ausência dos itens necessários (mas eu garanto: você não vai querer utilizar todos eles. Então se preocupe com os personagens que você julga realmente úteis); a pouca variedade de inimigos talvez seja o maior contra do game.

Screenshots:










Trailer:


Considerações Finais: Rondo Of Swords me chamou muito a atenção, apesar de não ter ganhado notas muito boas na maioria dos sites de games (não que as notas desses tais sites digam algo). Ele é um game com diversas características encontradas somente nele, que começam nos seus gráficos desenhados em um estilo muito peculiar e vão até seu estilo de jogabilidade que não se parece com mais nada. Sua dificuldade é certamente seu ponto forte, pois as estratégias devem ser muito bem boladas (especialmente em batalhas contra chefes, que alias não são poucas). Esse o Mr.Gameworld recomenda! Um excelente game para quem gosta de Tactics RPGs e especialmente para quem procura algo novo dentro do estilo! Porem tenha uma coisa em mente assim que ligar seu DS/Emulador e colocar para rodar esse game: esqueça tudo que você jogou até aqui se tratando de Tactic RPGs, pois Rondo Of Swords é um game muito característico! Obrigado pela visita! E tenha a certeza que muitos outros bons games do estilo ainda terão seu espaço por aqui! Até a próxima postagem!


domingo, 2 de outubro de 2011

FINAL FANTASY TACTICS/THE WAR OF THE LIONS!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Tactics RPG
Plataforma: Playstation/PSP
Ano de Lançamento: 1997 (PSX) / 2007 (PSP)
Produtora: SquareSoft/Enix
Revisão: com a proposta de inovar a série Final Fantasy e sair um pouco do estilo Turn Based RPG, a SquareEnix (na época ainda SquareSoft) decidiu lançar Final Fantasy Tactics, que acabou por se tornar um dos maiores sucesso entre os jogadores do gênero Tactics RPG (tanto que acabou sendo relançado para PSP com o sub-titulo The War Of The Lions), além de tudo virando referência para outras produções que se seguiram no mesmo estilo. O game reuniu a mesma equipe que anos antes havia produzido o lendário e não menos importante Tactics Ogre (em breve aqui no Blog), lançado a principio para Super Nintendo pela produtora Quest, da qual os produtores Yasumi Matsuno, Hiroshi Minagawa e Akihiko Yoshida saíram, tendo justamente Final Fantasy Tactics como primeiro projeto depois disso. O enredo do game traz como protagonista o jovem Ramza Beoulve, um dos componentes dos Cavaleiros de Elite da Princesa Ovelia do Reino de Ivalice, juntamente com Gafgarion e Agrias Oak, a mais fiel cavaleira da Princesa. Em meio a uma invasão inimiga no Monastério Orbonne (local onde a princesa se refugiava graças a guerra), a guarda real é forçada a lutar para manter a segurança do local. Porem, em meio ao combate, um invasor consegue entrar no castelo para capturar a Princesa, fugindo em um Chocobo com ela. A historia então retorna alguns anos para mostrar os principais motivos que deram inicio à guerra conhecida como "The War Of The Lions", que envolvia os grandes Reinos do mundo, e além disso, explicar como a ambição por poder mudou o comportamento de antigos aliados de Ramza, como por exemplo, seu fiel amigo e companheiro de guerra Delita. Prepare-se para uma bela história, onde você terá muitas possibilidades para criar os seus guerreiros perfeitos, que serão os responsáveis por trazer a paz devolta ao Reino de Ivalice! Sem dúvida um dos grandes nomes dos Tactics RPGs, mesmo depois de tantos anos de seu lançamento! Mais do que isso: um símbolo que vem à mente de muitos Gamers quando se fala em RPGs de Táticas! Quer mais detalhes que justifiquem toda essa história? Basta continuar lendo a review!

Jogabilidade: para quem já está familiarizado com os conceitos tradicionais dos Tactics RPGs, o básico de Final Fantasy Tactics não será um problema: nas batalhas você pode mover seu personagem dentro de sua área de movimentação e atacar também dentro de sua área de ataque (ambas representadas por quadrados, como em quase todos os RPGs do gênero). Fora das batalhas você terá um mapa, por onde poderá acessar missões novas, missões que você já completou (normalmente em busca de Level) e cidades, onde você poderá visitar as lojas de armas para comprar novos equipamentos para seus soldados, além de ter também a possibilidade de visitar as tavernas que dão acesso a alguns Quests (que dão experiência, pontos de Job e até mesmo podem ser a porta de entrada para novas Dungeons e personagens secretos). Mas o grande diferencial do game aparece no sistema de classes, que funciona da seguinte forma: sempre que você atacar um inimigo, seu personagem ganhará Job Points (juntamente com a experiência), que servem como EXP para as classes. Os Job Points poderão ser gastos para comprar novas habilidades da classe que você está utilizando. Além disso, os JB dão Leveis para as classes, sendo que para alcançar novas classes, sempre é necessário ter determinados Leveis de classes anteriores que tem alguma ligação com a classe que você deseja alcançar. Todas as classes, além de terem seus próprios ataques, também têm as habilidades de Suport, Reaction e Move. Nos Status de cada personagem, as mesmas habilidades podem ser preenchidas, utilizando habilidades não somente da classe que o personagem utiliza, mas também de qualquer classe pela qual ele tenha passado durante sua evolução. Ou seja: você pode, por exemplo, ter um Samurai (com suas habilidades de ataque correspondentes) que utiliza como segunda classe Black Mage (podendo assim usar magias), como Suport uma habilidade de Monk, Reaction uma de Ninja e Move uma de Thief (5 classes diferentes em um mesmo personagem, que tem como base a classe Samurai no exemplo acima). As habilidades de Suport, Reaction e Move podem ser encontradas no menu das classes, e devem ser compradas com o uso de seus Job Points, assim como qualquer habilidade de ataque. Entendendo bem como tudo isso funciona, você poderá criar quase deuses se souber escolher boas classes e habilidades (falo isso por experiência própria)! Parece ser algo extremamente complicado a principio, mas se você se dedicar e estudar um pouco novas possibilidades, certamente poderá aproveitar ao máximo tudo que todas as classes podem oferecer, misturando as melhores habilidades delas em um guerreiro ideal!

Pros: gráficos marcantes que foram inspiração para muitos games do gênero, que seguem um design simples, mas extremamente cativantes; excelente história (que é contada através de uma forma peculiar, intercalando entre as lembranças e o presente do Reino de Ivalice), bem detalhada e com muitos vilões que chamam atenção, muitas organizações militares, traições, reviravoltas e tudo que se pode esperar de um bom RPG; existem tantas classes e tantas possibilidades dentro delas que você certamente vai querer terminar o game mais de uma vez (alias, várias vezes!), para não deixar de experimentar tudo que é possível; a jogabilidade é muito divertida, além de muito completa, justamente pelas incontáveis possibilidades e habilidades para seu exército; todas as magias e ataques foram muito bem feitas (mesmo as das classes não tão úteis), com animações que não economizam em efeitos visuais e inclusive sonoros; existe uma quantidade grande de personagens com as mais variadas características, sendo que alguns deles são secretos (e um deles muito famoso, inclusive, protagonista de outro game da franquia) e podem ser adquiridos em Quests que ajudam a tornar o game ainda mais interessante e maior. E na versão de PSP, mais personagens entraram na história, incluindo mais  protagonistas de outros Final Fantasy, além de ter sido colocadas duas classes novas, missões extras e Cutscenes que enriqueceram a obra ainda mais (se definindo como um grande Remake!).

Contras: um contra que fica bem visível é o fato de que os personagens que tinham uma participação fundamental na historia do game, participando de diversas conversas, ao entrarem no grupo de Ramza praticamente não se manifestam mais, dando a impressão de que perderam sua real importância no enredo. Isso incomoda um pouco, e seria hipocrisia da minha parte dizer que não.

Screenshots:









Trailer:















Considerações Finais: Como eu havia dito anteriormente, Final Fantasy Tactics oferece tantas possibilidades para seus jogadores que será impossível termina-lo somente uma vez! O jogo é tão marcante que um único Replay parece pouco. Em cada jogatina, coisas novas podem ser feitas (sendo que parece sempre haver algo novo para descobrir), o que torna esse game imortal! Para vocês terem uma ideia básica, eu mesmo já o zerei certamente umas 3 vezes (e ainda tenho vontade de jogá-lo)! Não somente pelo número de possibilidades, mas também por ser um jogo muito divertido, com conceitos difíceis de serem encontrados em outros Tactics (mais um motivo que imortalizou esse título)! Um dos meus games favoritos e um dos melhores Tactics RPGs já criados! Vale lembrar que para quem tiver um PSP, vale muito a pena jogar o game por lá também, por conta dos extras que já citei nos Pros dessa review. Enfim: se você procura um Tactics RPG que não decepciona em nada, jogue agora mesmo Final Fantasy Tactics/The War Of The Lions, que teve e tem ainda hoje sua muito merecida fama! Obrigatório para os fãs do gênero, que aqui terão todos os tipo de guerreiros e magos que sempre sonharam ter, tudo em um processo de customização que se tornou inesquecível! Até a próxima postagem, pessoal! Nos vemos por aqui!


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