Mostrando postagens com marcador Mechs. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mechs. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de maio de 2012

XENOSAGA - EPISODE II: JENSEITS VON GUT UND BÖSE!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: RPG
Plataforma: Playstation 2
Ano de Lançamento: 2005
Produtora: Namco/Monolith Soft
Revisão: após a dedicação que Tetsuya Takahashi mostrou para com o projeto Xeno na produção de Xenosaga - Episode I: Der Wille Zur Macht (para ver o review que fiz sobre ele, basta clicar aqui), o diretor/roteirista decidiu em 2005 lançar o segundo episódio da nova metade de Xenogears, que se chamou Xenosaga - Episode II: Jenseits Von Gut Und Böse ("Além do Bem e do Mal", em Alemão). Porem, Tetsuya parece não ser um cara de muita sorte, pois graças a alguns problemas de administração do projeto, Soraya Saga foi tirada da equipe de produção nesse titulo. Além disso, Tetsuya foi creditado com papel secundário na obra (mesmo novamente tendo escrito o roteiro inteiro e feito um trabalho importante como diretor) por conta de uma nova direção que havia chegado na Monolith. Mesmo com esses infortúnios, o game foi lançado, sendo mais um titulo excelente dessa franquia de Storylines inigualáveis. Episode II trata-se de uma continuação direta de seu antecessor. Portanto, Atenção! Se você não jogou Xenosaga: Episode I, pode encontrar Spoilers logo abaixo. Clicar no botão e ler o restante do texto é um risco seu!

Jogabilidade: aqui nesse tópico irei  me focar mais em apresentar as diferenças encontradas nesse game em relação ao Episode I. Em diversos pontos a jogabilidade continua a mesma: o uso de combos com diferentes botões, os Tech Attacks no final dos combos, uso de magias e itens e sistema de Boost (tudo é encontrado também aqui). Porem, os produtores resolveram complicar um pouco as coisas, criando um sistema chamado de Break, que funciona da seguinte forma: todos os inimigos (absolutamente todos) terão uma guarda que os protegerá de danos altos. Você deverá então quebrar essa guarda fazendo sequências especificas (que variam de inimigo para inimigo). Ao atacar, você verá algumas letras aparecerem no topo da tela (que podem ser A, B e C), representando o tipo de ataque executado por seu personagem. Sempre que as letras aparecerem em vermelho, sua sequência está no caminho certo (sendo que letras em branco reapresentam erros). Sendo assim, será necessário descobrir (muitas vezes por tentativa e erro) a sequência de ataques correta para quebrar a guarda de cada inimigo e memorizá-la, para assim, toda a vez que encontrar o mesmo inimigo em seu caminho, não ter mais problemas em derrotá-lo rapidamente. Como os chefes são consideravelmente desafiadores (alguns extremamente desafiadores, na verdade), o Boost do game anterior se faz ainda mais importante aqui, pois você poderá utilizá-lo como vantagem nos combates da seguinte forma: acumule turnos para seus personagens, quebre a guarda do inimigo e, enquanto ele estiver vulnerável, aproveite para utilizar todos os seus ataques mais poderosos (KOS-MOS é sempre uma boa pedida). Existe ainda o comando Movement, que diferentemente de Episode I, serve tambem para mover seus personagens para tras dos inimigos (ataques pelas costas tem maiores chances de acerto). Porem, tenha em mente que os inimigos podem fazer o mesmo, cercando completamente seu grupo. Outra mudança considerável é o sistema de aprendizado de Ethers e Skills. Seus personagens não terão equipamentos e a unica coisa que aumentará os status deles serão os Skills. Os SPs (Skill Points) servirão para aprender os Skills, assim como os Ethers (magias). Porem, antes de qualquer coisa você terá de gastar pontos para habilitar um determinado grupo de Skills/Ethers, que são divididos por Level. Assim que um grupo estiver disponível, você poderá adquirir os Ethers/Skills daquele grupo com seu SP. Para finalizar, os combates a bordo dos Mechs (nesse game boa parte das unidades são chamadas de E.S. - explicações sobre elas no game) está muito aprimorada, sendo que os gigantes apresentam uma utilidade enorme, com uma serie de possibilidades nos combates.

Pros: inovação gráfica que trouxe mais detalhes ao game (especialmente para os personagens e Mechs), mas que conseguiu manter a característica gráfica de seu antecessor; a trilha sonora é  muito boa; enredo extraordinário, com muitas explicações procuradas pelos jogadores de Episode I, novos mistérios, muitas reviravoltas e muitas emoções, além de alguns trechos que começam a abrir as portas da imaginação dos fãs em relação ao clássico Xenogears; o uso dos Mechs foi melhorado (aliás, absurdamente melhorado). Eles são realmente úteis e acima de tudo necessários, além de apresentarem um design de dar inveja em muitas outras series de Mechs (especialmente se estivermos falando dos E.S.); a preocupação em mostrar muito de personagens em momentos individuais, com longos trechos de história com o foco neles (fato esse que já ocorria no primeiro game) continua evidente aqui. Você conhecerá muito do passado e dos dramas pessoais de cada um deles; as Boss Battles em sua maioria são memoráveis, onde raciocínio é sempre uma exigência; as dublagens são excelentes.

Contras: o sistema de Break certamente foi uma péssima idéia. Ter que toda a vez quebrar a guarda dos inimigos para somente então começar a dar danos de verdade, em certos momentos é um inferno (que torna batalhas contras inimigos medíocres mais demoradas do que deveriam ser); o sistema de aprendizado de Skills e Ethers é uma confusão generalizada. O problema é que são tantas possibilidades que você até se sente perdido, além de correr o risco de gastar pontos em algo que não vale tanto a pena assim (o que pode ser um problema devido ao fato de que os Skills representam um ponto determinante nos Status de seus personagens); a enciclópedia que ajudava a relembrar fatos, significados de termos e nomes de organizações e locais foi cortada do game sem nenhuma explicação lógica; a trilha sonora (apesar de ser muito boa, como eu citei nos Pros) fica atras da incrivel OST  de Episode I, sendo que muitos ligam esse fato a ausência de Yasunori Mitsuda no projeto.

Screenshots:











Trailer:


Considerações Finais: Para mim, Xenosaga é uma obra totalmente a parte de tudo que joguei até hoje. Como eu já havia dito na postagem de Episode I, o enredo desses games conseguiu me prender como nenhum outro. O nível de Xenosaga: Episode II se manteve o mesmo, com um Storyline de uma profundidade e complexidade que não é vista em qualquer game. Filosofia, religião, teorias de conspiração, política. Tudo isso em uma obra de qualidade indiscutível (com garantia de qualidade Tetsuya Takahashi). Apesar de algumas mudanças que podem ter desagradado um pouco, sem duvida esse é um excelente game, tão bom quanto o anterior. Não precisaria dizer que esse eu assino em baixo! Comentem! Logo mais trarei à vocês o terceiro game da série, para então trazer Xenogears (cronologicamente posterior), a verdadeira origem do projeto Xeno! Um abraço a todos os amigos e até mais! E não deixe de passar na minha postagem do título anterior: Xenosaga I: Der Wille Zur Macht (basta clicar)!


quarta-feira, 18 de abril de 2012

SUPER ROBOT WARS: ORIGINAL GENERATIONS!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Tactics RPG
Plataforma: Playstation 2
Ano de Lançamento: 2007 
Produtora: Banpresto
Revisão: apesar de pouco conhecida por aqui, Super Robot Wars é uma franquia idolatrada na "Terra do Sol-Nascente", tendo diversos games, brinquedos, mangás, animes e tudo que algo de realmente famoso no Japão merece. A série tem anos e anos de história, com o primeiro game lançado em 1991 para Game Boy, sendo que por tradição seus games se tratam de Crossovers (reunião de personagens de outras franquias) que costumam reunir protagonistas de diversos animes de Mechs como Gundam, Evangelion, Patlabor, etc. Pois foi em  2002 que a produtora Banpresto resolveu criar uma subdivisão na série, com personagens originais criados pela própria Banpresto, que recebeu o nome de Original Generation. Os dois primeiros lançamentos aconteceram no GBA, mas alguns anos depois ganharam um Remake para PS2 (a historia inteira dos dois games em apenas um), que é justamente o conteúdo dessa review. A história da série Original Generation tem inicio em uma era onde a humanidade tentava expandir seus conhecimentos com explorações espaciais. Após dois meteoros caírem nos solos do planeta Terra, em meio a algumas pesquisas a Federação Terrestre descobriu uma avançada tecnologia chamada de Extra-Over Tecnology (EOT). Porem, um terceiro meteoro cai no Pacifico alguns anos mais tarde. Após algumas análises, o cientista Bian Zoldark alerta a Federação sobre a possibilidade de um futuro ataque alienígena. Temendo os riscos que os aliens poderiam trazer, uma grande corrida na produção de Personal Troopers (como são chamados os Mechs no game) tem inicio, como uma forma de defesa. E é justamente nesse ponto que diversos pilotos começam a aparecer, incluindo os "protagonistas" (na verdade todos os personagens participam de uma forma tão ativa no enredo que fica até mesmo dificil eleger protagonistas) Kyosuke Nanbu e Ryusei Date, que terão um destino em comum: lutar pela sobrevivência da humanidade, pois os donos da tecnologia espacial estarão prestes a vir recuperá-la! Ligue seu PS2 e prepare-se para um game emocionante!

Jogabilidade: logo que a primeira batalha começar, você poderá tranquilamente pensar que SRW: OGs é igual a qualquer outro Tactics RPG. Porem, as peculiaridades do titulo começarão a dar as caras ainda nos primeiro minutos de gameplay. Primeiramente, diferentemente de boa parte dos games do gênero, os ataques não serão necessariamente executados cara-a-cara com o inimigo, pois não existe um ataque padrão (ou seja: o tradicional comando "Attack" que executa um golpe que vale para qualquer personagem), mas sim golpes únicos de cada Mech e armamentos que poderão ser equipados em qualquer unidade (que tem suas áreas de ataque pré-determinadas). No momento de atacar, você poderá selecionar o ataque que quer utilizar em uma lista que mostra inclusive o dano base de cada um deles e a quantidade de EN necessária (se um ataque não estiver disponivel no inicio do combate, use outro para acumular EN e usa-lo mais tarde), sendo que o dano pode variar para menos ou mais dependendo da defesa do inimigo, o solo que seu Mech se encontra, etc. Boa parte deles terá uma área de alcance semelhante a das magias dos Tactics RPGs convencionais, fazendo com que você possa atacar a longa distância. Obviamente existem muitos ataques que devem ser executados diretamente de frente para o inimigo (com apenas uma posição de diferença, como os ataques padrões de outros games do gênero), mas eles realmente são minorias e devem ser usados com muito cuidado. A distancia normalmente será sua melhor amiga contra boa parte das tropas inimigas. Bolar boas estratégias sempre é uma prioridade, pois a única forma de curar seus Mechs é fazendo o uso de itens que são raríssimos até certo ponto do game (consequentemente tendo de ser economizados a todo o custo) ou com Skills específicos para isso. Por falar em Skills, eles funcionam da seguinte forma: nesse game quem evolui não são exatamente as unidades de combate (ou seja: os Mechs), mas sim os pilotos. A cada Level adquirido, seu piloto ganhará alguns atributos extras, além de alguns pontos que poderão ser utilizados para comprar novos Skills. Os Skills de certa forma afetam os Mechs (por exemplo os de cura ou os que dobram o ATK Power), mas ter um Mech ruim pilotado por um personagem com bons Skills não muda muita coisa. A combinação de bons pilotos + bons Mechs sim é o ideal. Por isso, você deve sempre estar atento para gastar os pontos de customização de seus Mechs (que poderão ser utilizados para aumentar todos os atributos deles). Porem, devo lembrar que os pontos só serão adquiridos em grande quantidade quando seu personagem destruir um inimigo. Ou seja: a experiência em SRW só compensa mesmo em caso de morte, e não no simples ato de atacar. Por isso, sempre dê oportunidade de matar os inimigos para todos aqueles que você julga úteis. Uma serie de outros detalhes poderia ser citada, mas aos poucos você irá aprender jogando. Por sorte, apesar do game ser inteiramente em Japonês, a navegação pelos menus é bem simples (apesar de inicialmente não parecer). Com um pouco de tentativa e erro, em pouco tempo você estará mexendo em tudo como se soubesse ler Japonês (digo isso para quem não sabe, assim como eu, obviamente).

Pros: os gráficos são excelentes, construídos em um modelo extremamente característico (e simplesmente apaixonante); os ataques são incríveis e não economizam em efeitos visuais, como explosões e uma série de outros detalhes que dão um ar épico para os combates; existe uma grande variedade de personagens (grande mesmo), todos com suas devidas unidades de combate (seus Mechs), além de alguns Mechs extras que você ganhará, fazendo com que você possa colocar pilotos que tem Mechs ruins neles; a trilha sonora é incrivel (caso você queira saber, minha favorita de toda a historia dos games), além do fato de que cada personagem tem uma musica tema. Ou seja: você não ficará ouvindo a mesma musica durante horas na batalha como acontece em boa parte dos Tactics; o game é muito grande, além de exigir excelentes estratégias por parte dos jogadores (especialmente para os chefes, que alias, são muito frequentes. Os mais "normais" costumam ter cerca de 70.000 de HP); o Storyline é sensacional. Porém, se você não sabe ler Japonês assim como eu, indico a você esse site: http://srwog.velv.net/ . Nele você irá encontrar tudo sobre TODOS os personagens, Mechs e consequentemente sobre o enredo em si com pesquisas bem simples (porem tenha uma coisa em mente: você pode encontrar Spoilers. Lê-los é por sua conta e risco. Apenas não digam que eu não avisei); as dublagens são maravilhosas, não deixando nada a desejar.

Contra: se você tem uma obsessão por alcançar Leveis altíssimos em todos os jogos, melhor esquecer isso quando for jogar esse game. Digo isso por que diferentemente de boa parte dos Tactics RPGs, SRW:OGs não te dará a oportunidade de voltar em missões passadas, o que consequentemente quer dizer que você vai evoluir apenas ao decorrer do game e terá de fazer um planejamento maior para permitir que pilotos que ficaram para trás tenham a chance de derrotar alguns inimigos a mais para também evoluírem. Você pode aproveitar algumas eventuais batalhas com reforços inimigos infinitos, mas ainda sim não chega a valer muito a pena (até mesmo porque não é uma boa idéia brincar com os inimigos desse game, salvo raras exceções). Mas como eu disse acima, os Leveis em si alteram praticamente só os pilotos. Ou seja: ter um piloto super evoluído com um Mech fraco não resolve nada!

Screenshots:











Screenshots (Versão original de Gameboy Advance):








 Trailer:


Considerações Finais: Esse é mais um dos meus games! Além de ser de longe meu Tactics RPG favorito, ele também é um dos meus games favoritos em uma visão geral de tudo que joguei até hoje (alias, meu amigo Edu-Jb deve estar cheio de tanto que me ouviu falar de SRW). Digo a você com toda a certeza que Super Robot Wars: Original Generations apresenta uma série de motivos para você se apaixonar por ele!  Os personagens são extremamente marcantes, os Mechs tem um designe sensacional, o enredo é excelente e os efeitos visuais são únicos! Por isso, se você procura um Tactics RPG diferente, desafiador, muito grande, com um belo Storyline (mesmo não sabendo Japonês, com o site que indiquei, garanto que você vai entender tudo do inicio ao fim. Basta saber usá-lo) e que visualmente seja um show aparte, NÃO deixe de jogar esse game! E se gosta de Mechs, melhor ainda! Esse mora realmente no fundo do coração do Mr.Gameworld! Logo trarei a vocês a continuação dele: Original Generation: Gaiden! Deixem seus comentários!


domingo, 11 de março de 2012

STEAMBOT CHRONICLES!

Escrito por: Time Keeper
Postado por: Mr.Gameworld


Gênero: RPG
Plataforma: PS2
Ano de lançamento: 2006
Produtora: Atlus

Revisão: Adoro escrever sobre bons jogos que ninguém conhece. Primeiro porque se você não tem mais nada pra jogar e está procurando alguma coisa legal, não precisa procurar mais. Depois porque acho que ele mesmo merece um espaço. Esse é o tipo de RPG que explora muito elementos do cotidiano, os quais irei citar mais adiante, que o torna muito bom de jogar. A história começa em uma praia onde você é acordado por uma garota que foi até lá coletar ervas para ajudar a melhorar o estado de sua mãe. Quando você tenta sair da praia acaba percebendo que alguma cosia derruba uma pedra, impedindo sua passagem. Na tentativa de escapar dali você finalmente vai entrar em contato com uma Trotmobile, que é revolucionária invenção dos arredores. Ela consiste em uma espécie de robô só que com algumas peças que são usadas em carros ou em outros veículos. Como o personagem sobreviveu a uma espécie de acidente, você irá, ao longo do jogo, desvendar o que aconteceu, enquanto vai se familiarizando com o lugar e fazendo amizades com várias pessoas.

Jogabilidade: Como falo acima, esse jogo dispõe de vários elementos bem legais que expressam certa “simulação de cotidiano”. Nele o jogador precisa sempre estar de estomago cheio e dormir periodicamente pra começar. Para ter dinheiro você pode vencer as batalhas normalmente, mas também se pode optar por outros meios como trabalhar usando sua Trotmobile para conseguir itens necessários como madeira e vender, se juntar a arena de Trotmobiles, virar um músico e ganhar esmola na cidade (é sério) ou participar de eventos musicais mais importantes, estes últimos permitem a você tocar vários tipos de instrumentos. Para controlar a complicada facílima Trotmobile você vai ter que se acostumar com muita coisa. Cada perna da Trotmobile é relacionada a um analógico do seu controle. Para andar para frente, por exemplo, você precisa por os dois pra frente. Se você usar só um, o robô vai começar a girar e você não quer fazer isso nos combates, né? É difícil... Eu sofri, mas com um pouco de paciência você se torna um mestre no assunto. O jogador pode usar a força dessas máquinas para segurar coisas, pular e gerar impulsos para andar mais rápido. Tudo isso consome gasolina (what?), que você pode restaurar coletando bônus de inimigos (que seria mais ou menos roubar a gasolina deles) ou indo a postos especializados em vários pontos do jogo. Para lutar você pode utilizar várias armas que se encaixam nas Trotmobiles, mas elas possuem uma durabilidade. Fazem-se reparos delas e da máquina inteira também nesses postos.

Prós: Excelente Jogabilidade que dispõe de vários caminhos que fazem do jogo ser empolgante do começo ao fim. Mais de um final, sendo que eles são escolhidos na metade do jogo! Ou seja, você vai ver várias cenas completamente diferentes no decorrer do jogo que dependem das suas decisões. Customização de personagem que se baseia na mudança de roupas, e também da Trotmobile com desenho de logos ou em pinturas. Dublagem excelente e uma OST extra composta por músicas cantadas.

Contras: Acredito que muitas pessoas podem até desistir de jogar por conta da dificuldade que é controlar as Trotmobiles. Para isso peço que tenham perseverança. Em alguns pontos do jogo você precisa verdadeiramente fazer viagens, passando por praticamente 50% dos cenários do jogo, que podem durar até 30 minutos dependendo também da sua maneira de controlar o seu robô. Existem pessoas que não jogariam esse jogo pelo fato de ele ter elementos de mecha (gênero de jogos/animes que envolve robôs e coisas do tipo). 

Screenshots:











Trailer:


Considerações Finais: Minha dica é que você, que está lendo isso nesse momento, vá a procura desse game e comece a jogar. O jogo é simplesmente magnifico, contando com uma história que vai lhe trazer muitas surpresas. É você jogando e já cantando as músicas do jogo. Contra indicado em caso de suspeita de anti-mecha.


domingo, 22 de janeiro de 2012

ZONE OF THE ENDERS: THE 2nd RUNNER!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Ação/Aventura
Plataforma: Playstation 2
Ano de Lançamento: 2003
Produtora: Konami
Revisão: hoje trago a continuação de um game do qual gostei muito (Zone Of The Enders. Para ler o review que fiz sobre ele há um bom tempo atrás - agora com modificações no texto - clique aqui). Zone Of The Enders: The 2nd Runner (conhecido também como Anubis) foi lançado em 2003 e recebeu bem mais destaque na mídia do que o game anterior. Atenção! Se você não zerou o primeiro Z.O.E., você poderá encontrar Spoilers sobre ele logo abaixo! Clicar no botão e ler o restante do texto é por sua conta e risco!

Jogabilidade: se você jogou o Z.O.E. original, certamente não terá grandes problemas com os comandos básicos aqui no segundo game, pois essa parte da jogabilidade permaneceu praticamente a mesma: você irá utilizar o botão "Quadrado" para ataques normais (o sabre para combates corpo-a-corpo e tiros para combates a distancia) e o botão "Circulo" para as Sub-Weapons. Também é possivel utilizar os Dash Attacks do game anterior, que alias aqui em 2nd Runner se fazem bem mais úteis (sendo que os inimigos estão muito mais ágeis e se defendem bem mais, exigindo dos jogadores táticas mais inteligentes em alguns momentos). Apesar de a jogabilidade ser muito semelhante à de seu antecessor, alguns pontos muito interessantes foram adicionados aos combates: primeiramente devo citar o fato de que diversos objetos do cenário poderão ser utilizados como arma (pilares, chapas de metal, containeres explosivos, etc). Alguns desses objetos também podem ser usados como escudo, evitando danos diretos em Jehuty. Assim como os objetos, também é possivel agarrar os inimigos e usar seus corpos contra outros inimigos. Isso tudo ocorre através do comando Grab (tecnicamente uma Sub-Weapon de Jehuty). Além disso, devo lembrar também que o já conhecido sistema de Level continua presente aqui. Jehuty poderá ganhar Level, fazendo com que sua energia aumente, assim como a barra de Sub-Weapons (fazendo com que você possa utilizar as Sub-Weapons por mais tempo/com mais frequência) e seu poder de ataque! Por isso, não fuja dos combates, pois ganhar experiência para ganhar Level é fundamental!

Pros: os gráficos são excelentes (sem dúvida impressionantes para sua época), com um estilo que faz uma mistura perfeita de Cell-Shading com elementos 3D, resultando em efeitos visual incríveis; as missões são muito mais interessantes do que as do seu antecessor, com uma boa variação de objetivos e Boss Battles que dão um verdadeiro show (tudo isso tornando algumas fases quase épicas. Jogue e você vai entender do que eu estou falando); as animações que ocorrem ao longo do game (em estilo anime) deixam a obra com uma cara muito mais legal; o Storyline é realmente muito bom, cheio de surpresas e emoções; o game é consideravelmente mais longo e mais desafiador que o primiero; você passará por ambientes muito variados ao longo da aventura de Dingo; o modo Versus (disponível após o fim do game) está bem melhor, especialmente pelas correções na câmera (que era muito estranha no Versus de Z.O.E.).

Contras: dependo da situação, a mira automática pode ser o contra do game. Você vai perceber quando precisar destruir inimigos específicos rapidamente para evitar problemas (como os Generators que chamam Orbital Frames até que você os destrua ou em missões onde você deve proteger alguém). Basicamente o grande problema se encontra no fato de que em meio a muitos inimigos a mira tende a fazer uma confusão geral, focando sempre no inimigo mais próximo, sendo que a câmera passa a segui-lo. Resumindo: a melhor solução para mirar em um inimigo especifico é cancelar a mira (segurando L2 por três segundos), ficar o mais perto possível dele e voltar a mirar. Caso contrário, você terá que ficar trocando a mira até fazê-la chegar nele (sendo que inimigos que a câmera não mostra dificilmente serão focados). Mas não precisa esquentar a cabeça, pois essa preocupação não será frequente. Em boa parte do game quem você destruir primeiro é lucro.

Screenshots:







Trailer:


Considerações Finais: Z.O.E. já me pareceu muito bom. Z.O.E.: The 2nd Runner então, é um game excelente! A qualidade da produção visual é indiscutível. O enredo é sensacional, cheio de revelações e emoções que deixam o jogador preso ao jogo o tempo todo, do inicio ao fim. A jogabilidade está aprimorada, talvez corrigindo alguns erros cometidos em seu antecessor (ou talvez sendo o que a jogabilidade de Z.O.E. poderia ter sido). Ação você vai ter de sobra, com muitas Boss Battles que aumentam muito a emoção de pilotar o Orbital Frame Jehuty! Ou seja: não há do que reclamar em Zone Of The Enders: The 2nd Runner, que possivelmente tenha sido um dos grandes games de seu estilo (tanto se tratando de games de Mechs como de Ação/Aventura) em minha modesta opinião! Não deixem de jogar! Recomendadíssimo pelo Mr.Gameworld! Deixem seus comentários!



quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

XENOSAGA - EPISODE I: DER WILLE ZUR MACHT!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: RPG
Plataforma: Playstation 2
Ano de Lançamento: 2003 
Produtora: Monilith Soft/Namco
Revisão: como alguns leitores já devem saber, Xenosaga (essa palavra para mim inclui Xenogears) é declaradamente minha série de games favorita. Gostos à parte, vamos aos fatos: há alguns anos atrás foi lançado pela SquareSoft para Playstation o RPG citado por muitos gamers como o melhor Storyline dos videogames: Xenogears. Já na era Playstation 2, após alguns desentendimentos com a Square, o casal de diretores/designers Tetsuya Takahashi e Soraya Saga resolveram abandonar a produtora e fundar sua Monolith. Então, foi lançado Xenosaga - Episode I: Der Wille Zur Macht ("O Desejo de Poder", traduzido do alemão), onde a Namco acabou por receber todos os créditos. Xenosaga narra fatos ocorridos anos e anos antes de Xenogears. Apesar de não existir um ponto onde a história se liga claramente com Xenogears, Xenosaga sem dúvida abre as asas da imaginação dos seus fãs para teorias em relação às possíveis ligações entre as duas obras. Um detalhe muito interessante é que todas as frases que acompanham os titulos dos games na série são citações do filósofo Nietzsche (frases essas que alias fazem todo o sentido com o enredo dos games, que traz muito da filosofia de Nietzsche em suas entrelinhas). Pois vamos dar continuidade ao review com a formula já tradicional por aqui: o game tem inicio com uma grande expedição arqueológica pelos solos do Kenya, liderada por Matsuda. Em meio às explorações, um dos homens corre para avisar Matsuda que havia encontrado algo. Tratava-se de uma parte de um "quebra-cabeça", onde se encaixava perfeitamente uma "peça" que Matsuda trazia consigo. Ao encaixá-la no local exato, uma gigantesca estrutura se ergue nas águas, tendo em seu centro um enorme objeto dourado. 4000 mil anos se passam. Alguns testes estão sendo feitos em uma Andróide desenvolvida pelas Indústrias Vector (na nave Woglinde, sede da organização), chamada KOS-MOS. A supervisão do projeto fica por conta da jovem Engenheira-Chefe Shion Uzuki, que decide fazer os testes na Andróide por si própria, para certificar-se de que tudo ocorreria conforme o esperado. Justamente nesse ponto você assume o controle dessa aventura  para começar a conhecer melhor Shion e KOS-MOS, assim como os demais membros da Vector, alguns assuntos burocráticos e as ameaças encontradas na galáxia! Prepare-se para um enredo surpreendente, cheio de mistério que vão fazer você não conseguir mais parar de jogar!

Jogabilidade: a jogabilidade de Xenosaga apresenta diversos detalhes que você só vai entender jogando. Mas vou tentar resumir as coisas aqui para você entender mais ou menos como o sistema de batalhas especialmente funciona: no inicio de cada turno de seus personagens, você irá encontrar abaixo da barra de HP deles uma barra chamada de AP. O AP basicamente serve como um limite para suas ações nos combates, pois cada ataque consome uma determinada quantia de AP. Você poderá utilizar diferentes combos entre os botões "quadrado" e "triângulo", podendo utilizar no final dos combos também as Techs com o botão "circulo" (poderosos ataques de finalização, semelhantes aos Death Blows de Xenogears). Porem, para chegar às Techs, você deverá acumular seu AP. Um turno é o suficiente para encher seu AP por completo e existem duas maneiras básicas de fazer isso: 1) defender por um turno (acessando Guard através do menu de batalha, consequentemente perdendo a oportunidade de atacar seu inimigo); 2) atacando apenas uma vez e cancelando sua sequência (assim gastando pouco AP e não perdendo a chance de dar um pouco de dano em seus adversários). Com a barra AP cheia, você poderá executar ao final de suas sequências os Tech Attacks (que sempre são garantia de altos danos)! No menu fora das batalhas você poderá programar seus Tech Attacks ao final de cada sequência (triangulo + triangulo + uma determinada Tech, triangulo + quadrado + outra Tech, e assim por diante). Você poderá também fazer alguns Upgrades em suas Techs, utilizando os T.P (Tech Points) adquiridos ao decorrer da evolução de seus personagens. O mesmo acontece com as magias (chamadas de Ether), sendo que novas magias poderão ser adquiridas com o uso dos E.P. (Ether Points). Também existe um sistema chamado Boost, que em certos combates pode ser sua salvação e garantia de boas estratégias. Basicamente o Boost consiste na possibilidade de dar outro turno (um turno extra) para um de seus personagens. Assim que a barra de Boost estiver cheia (você pode acumular  mais de uma barra completa), você poderá utilizá-lo para fazer com que o próximo turno seja de outro personagem seu, assim fazendo com que seu inimigo demore mais para atacar. E para finalizar, antes que você pergunte (eu sei que você está pensando nisso agora), eu já respondo: SIM! Os Gears também existem em Xenosaga, e se chamam A.G.W.S. (Anti-Gnosis Weapon System). A bordo dos gigantes você poderá utilizar diversos armamentos que podem ser distribuídos por seus corpos (mãos, ombros, costas, etc). Existem muitas armas diferentes para os robôs, que variam de pistolas até lança-chamas! Além disso, os A.G.W.S.s também tem ataques especiais chamados W-ACTs, que funcionam da mesma forma que as Techs (quero dizer acumulando AP), que alias causam danos realmente altos (especialmente se você fizer uma boa escolha de armas).

Pros: bons gráficos, de construção simples mas atrativa; enredo maravilhoso, incrivelmente bem desenvolvido, onde fatos chocantes, emocionantes e cheios de complexidades não faltam. E o melhor é que tudo é muito bem explicado, sem deixar o jogador perdido, mesmo em meio a tanta genialidade; sistema de combates muito interessante, divertido e especialmente muito característico (possivelmente um dos meus favoritos), que ao mesmo tempo que se inova, se mostra respeitoso quanto às suas origens (Xenogears); todos os personagens têm uma enorme importância na história, em alguns momentos ficando difícil até mesmo apontar um real protagonista! Inclusive existem trechos onde você assume o controle somente de um personagem especifico, resolvendo os seus assuntos pessoais; a parte sonora não deixa em nada à desejar, com composições dignas do senhor Yasunori Mitsuda nas músicas (conhecido por outras lendas dos RPGs), efeitos sonoros muito bem produzidos e dublagens excelentes, com Cutscenes faladas e golpes narrados (mostrando as marcantes vozes dos protagonistas); Shion terá uma caixa de e-mails acessada através da U.M.N. onde você receberá diversos e-mails de seus parceiros de Vector, com informações, downloads de novos projetos de equipamentos, etc. Você poderá responder os e-mails de algumas formas determinadas, dando um ar de interatividade muito interessante ao game, estabelecendo uma boa ligação de Shion até mesmo com os NPCs (como a sempre divertida Miyuki Itsumi). 

Contras: os combates a bordo dos A.G.W.S. poderiam ter sido mais bem desenvolvidos e explorados. Existem trechos do game onde o uso deles é fundamental (contra chefes a bordo de seus A.G.W.S.s, para ser mais especifico). Porem, quando existe a possibilidade de não usá-los, eu ainda acho a melhor opção utilizar os personagens (pois ao contrário do que acontecia em Xenogears, em Xenosaga é possivel enfrentar inimigos gigantes e inclusive alguns A.G.W.S.s com seus personagens). O principal motivo dessa afirmação é o fato de que não existem itens de cura para eles. A unica forma de curá-los é usando a opção Guard. Portanto, quem espera demais pelos "Gears" pode se decepcionar um pouco com eles aqui no primeiro episódio de Xenosaga.


Screenshots:











Trailer:


Considerações Finais: Xonosaga é um RPG incrível, que mostra a chegada de uma nova parte da saga que tem como marca registrada um enredo complexo, único e perfeitamente bem produzido em seus mínimos detalhes. Sua jogabilidade também me chamou muito a atenção, pois ao mesmo tempo em que integrou os elementos de combos de Xenogears, também os modificou dando um ar de originalidade indiscutível ao titulo. Quanto a minha experiência com o game: sinceramente eu NUNCA joguei algo que conseguisse me prender tanto assim como a série Xenosaga (não esqueça que essa palavra para mim inclui Xenogears). O enredo é profundo e me fez jogar e jogar para buscar respostas. Somente de escrever o texto e de ver o trailer novamente, pude sentir uma grande emoção ao lembrar do Storyline que mistura tantos sentimentos, que vão desde a tristeza e a perturbação até a alegria e a emoção! E nesse mesmo clima, aproveite para conferir minha review de Xenosaga: Episode II: Jenseits Von Gut und Böse (só clicar)! Obrigado pela visita e nos vemos logo mais! Não esqueçam de comentar!


domingo, 7 de agosto de 2011

(Z.O.E.) ZONE OF THE ENDERS!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Ação/Aventura
Plataforma: Playstation 2
Ano de Lançamento: 2001
Produtora: Konami
Revisão: Zone Of The Enders foi um game produzido pela Konami logo nos primeiros anos do Playstation 2 no mercado, em 2001. O encarregado para a produção do game foi Hideo Kojima (criador de Metal Gear), que fez questão de colocar um extra nas primeiras cópias do jogo: os jogadores tinham a possibilidade de jogar uma versão Demo de Metal Gear Solid 2: Sons Of Liberty (que seria lançado alguns meses depois), o que realmente foi um grande erro, sendo que os Gamers da época pareciam mais preocupados com a Demo em questão do que com a obra principal. Uma maior atenção só foi dada ao título quando a demo foi retirada de seu conteúdo, após o lançamento oficial do segundo Metal Gear Solid. Mas enfim... erros da Konami à parte, vamos ao que realmente interessa: a história de Z.O.E. tem inicio com a colônia espacial Antilla  sendo invadida por tropas inimigas. Em uma tentativa desesperada de fuga, o jovem Leo Stenbuck entra em um hangar onde acaba encontrando o Orbital Frame (nome dado aos robôs especiais do game) Jehuty abandonado. O menino aproxima-se e acaba caindo dentro do robô, onde o computador A.D.A. (a inteligência artificial de Jehuty) se apresenta a ele. Após alguns combates, o garoto é surpreendido por um ataque de Viola Gyune (uma importante militar do exército BAHRAM) a bordo de seu Orbital Frame, Neith. Após uma breve luta, Viola é chamada devolta por seu superior, e o jovem piloto Leo recebe a missão de transportar o Orbital Frame Jehuty para sua fábrica de origem. Vendo sua colônia sendo destruída e pessoas correndo sérios riscos de vida, o garoto aceita a missão e deposita em Jehuty suas esperanças de salvar os sobreviventes de Antilla (e livrar-se da culpa que o acompanhava por não poder ter feito nada para salvar seus amigos, que morreram em frente aos seus olhos). E assim começa a aventura de Leo e sua maquina de guerra Jehuty, onde você conhecerá também outros personagens que serão importantes no seguimento da história de Zone Of The Enders!

Jogabilidade: em uma visão geral, podemos dizer que Z.O.E. segue uma linha bem simples de ação, onde você utiliza o botão Quadrado para golpes normais (com o sabre para pouca distância e com tiros para longas distâncias) e o Circulo para disparar com as armas secundárias. Diversas armas secundárias serão encontradas ao longo do jogo, sendo que é comum precisar dos PassCodes (códigos que dão acesso às máquinas onde itens importantes são adquiridos) para obtê-las, que por sua vez são normalmente deixados por inimigos especiais que se destacam em meio à grupos de inimigos normais. Também é possível utilizar em meio aos combates os Dash Attacks. Para acioná-los, basta apertar o botão de ataque enquanto estiver utilizando o Dash dos propulsores de Jehuty, assim gerando ataques bem mais fortes e que servem também para esquivar dos golpes de inimigos (lembrando que a lógica dos Dash Attacks é a mesma dos ataques normais: um para longe e outro para perto). Você poderá também usar o comando Grab, para agarrar seus inimigos e arremessá-los em determinada direção, assim causando dano (se jogá-lo em outro inimigo, ambos receberão dano). No mapa principal, você poderá cumprir suas missões obrigatórias e também voltar em locais que você já passou para realizar as eventuais missões extras, onde você deverá salvar algumas pessoas que se encontram em alguns prédios, sem causar muitos danos nas construções do local. É sempre importante estar muito atento às dicas do computador A.D.A., que sempre lhe presenteia com informações importantes para o seguimento da aventura, inclusive revelando algumas estratégias básicas para vencer os poderosos Chefes de fase. Para completar, não posso deixar de citar o sistema de Level, que faz com que Jehuty evolua ao longo da jornada aumentando suas capacidades básicas (barra de energia e de Sub-Weapons, além de dar mais dano em seus ataques). Em resumo: uma jogabilidade simples, mas divertida!

Pros: gráficos excelentes que chamam a atenção para sua época (característica que marca as produções de Hideo Kojima), com um detalhamento interessante, especialmente no desenvolvimentos dos Orbital Frames principais, do protagonista ou de chefes (nesses, é possível perceber cada movimento em suas articulações); as Boss Battles sempre são um desafio à parte, exigindo atenção e cuidado para um bom uso das armas e movimentos de Jehuty; o enredo é interessante (porém, com um grande problema que você verá logo abaixo); a jogabilidade é divertida, com um sistema de combate simples que facilmente agrada os que gostam de games de Ação; os robôs de maneira geral apresentam um Design muito característico, que logo desperta curiosidade nos fãs de Mechas; a trilha sonora não chega a ser excelente, mas ao menos cumpre seu papel, fechando com o clima futurista da aventura, com músicas em um clima eletrônico. 

Contras: o game é curto e os fatos realmente surpreendentes são jogados para as horas (para não dizer minutos) finais da aventura. Quando você começa a entrar no clima da historia, o jogo acaba (uma média de 5 horas para terminá-lo); existe pouca variação nos objetivos das missões, assim como nos cenários, que apresentam estruturas muito semelhantes entre si, e nas músicas, que se repetem com frequência.

Screenshots:






Trailer:

   

Considerações Finais: Zone Of The Enders sem duvida é um jogo interessante! Apesar de ter deixado uma impressão não muito boa por ser curto, simples e por ter ganhado pouca atenção da mídia, ainda sim ele me pareceu muito bom. Se você curte Mechs, sem duvida esse game é uma boa pedida. Além disso, ele se faz fundamental caso você queira jogar o segundo game, The 2nd Runner (que alias é sensacional! Basta clicar para conhecer os motivos!), e entender perfeitamente sua história. Na verdade Z.O.E. é um jogo tão interessante que talvez seu maior defeito seja justamente ser tão curto, deixando as perguntas "É isso?" e  "Já acabou?" no ar ao seu final, quando os créditos rolam. Por sorte, os fãs puderam mais tarde apreciar o  já citado segundo Z.O.E., que diga-se de passagem, é um dos games favoritos desse que aqui vos fala. Deixem seus comentários! Nos vemos em outras postagens! Até mais pessoal!


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...