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domingo, 28 de outubro de 2012

JOGOS NÃO RECOMENDADOS (PARTE 2)!

Semana especial Halloween aqui no PrettyCoolGames.Blogspot, seguimos revisando alguns jogos do estilo Survival que marcaram época. E hoje trazemos especialmente para vocês jogos que marcaram... negativamente! É a segunda parte da nossa série de jogos que nós do PCG não recomendamos, falando de dois jogos que você deve ficar o mais longe possível por serem terrivelmente ruins! Para quem quiser ver a primeira parte da série, clique aqui para ler sobre dois jogos de heróis macabros que nós definitivamente não indicamos aos leitores! Agora vamos com os Survival Horror não recomendados!

RESIDENT EVIL: SURVIVOR 2!

Corram, pois o Nemesis e o Steve estão de volta! Resident Evil: Survivor 2, como o nome já sugere para os conhecedores profundos da série, trata-se de um First-Person Shooter, seguindo os passos do game anterior que seguia a mesma linha (que alias era muito bom). Porém, esse é algo que poderíamos (e deveríamos) simplesmente descartar da grande história de games sensacionais que Resident Evil fez e faz desde o primeiro lançamento ainda no PSX. Survivor 2 conta com uma jogabilidade absurda (no mal sentido), sendo que seu objetivo em todas as missões é basicamente chegar ao chefe da fase em um determinado tempo, que é mostrado em formato de contagem regressiva na tela. Como se isso já não fosse retardado o suficiente, caso o contador chegue à zero, Nemesis (?) aparece e começa a perseguir você! Ele acaba com a história com apenas um golpe, e não pode ser derrotado a menos que você tenha a arma mais poderosa do game, adquirida de alguma forma que não sei qual (não me culpem, culpem a Capcom... por motivos óbvios. Vamos dizer que esse não é o game mais empolgante de se jogar para descobrir seus segredos). Talvez se ele tivesse ficado somente no Arcade, essa jogabilidade simplória poderia até passar como um game para se jogar por simples diversão, mas para um game que foi lançado também para PS2, pareceu algo realmente idiota. Em alguns lugares ele é conhecido pelo subtítulo “Code Veronica: Survivor 2”. A explicação para isso é simples: como a história apresenta dois personagens famosos de tal game (Claire e Steve), a Capcom decidiu que a historia sem sentido do game, que faz uma “mixagem” com inimigos de outros games, se passaria em um sonho que Claire teve em sua viajem para o Alaska, ocorrida em Code: Veronica. “Claro Capcom... agora esse jogo faz todo o sentido! Eu não teria conseguido dormir se não tivesse essa informação!”. Sinceramente, chega a ser engraçado a produtora ainda tentar encaixar Survivor 2 na cronologia oficial da série. Alias... essa historia de sonho parece a típica desculpa para dizer “Fizemos besteira, finjam que nada disso ocorreu!” em outras palavras. A parte sonora é literalmente uma clonagem de Code: Veronica, todas as músicas foram reutilizadas, mais uma vez mostrando um pouco esforço na produção do jogo. A única canção original é a trilha sonora de Nemesis, que basicamente será a única que você não vai querer ouvir! Os gráficos das CutScenes até não são ruins, pois ficam um pouco atrás de Code: Veronica, mas nada que chegue a comprometer tudo. Mas se estivermos falando dos gráficos de quando o gameplay acontece mesmo... ai a historia muda! Nos cenários você verá itens e armas gigantes, brilhantes e desproporcionais... flutuando..., coisa que aconteceria somente em um game de SNES (onde isso ainda era normal). Com tudo isso, a Capcom ainda coloca no Gameplay um sistema de Ranking oposto ao dos demais games da franquia, sendo que aqui, quanto mais tempo você jogar, melhor será sua classificação. Será que eles realmente esperavam que alguém jogasse tanto assim esse negócio? Acho melhor eu parar por aqui, dizendo apenas que se você é fã da sensacional série Resident Evil e leu essa breve análise, fique longe desse game, pois fingir que ele não existe é o melhor a se fazer! Possivelmente um dos games mais aterrorizantes que já vi... mas nesse caso, aterrorizante de tão ruim! Tanto que não merecia nem o ponto de exclamação em seu título, lá em cima da imagem principal...mas enfim... 
(Texto escrito por Mr.Gameworld)

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MICHIGAN: REPORT FROM HELL!
O gênero Survival entrou em evidência no PSX com o lançamento de grandes séries que temos até hoje. No PS2 esse estilo cresceu muito mais, atingindo seu auge pela grande quantidade de jogos lançados. O lado ruim dessa "produção em massa" é que muita coisa medíocre ou ruim foi criada. Dentre estes acredito que mereça destaque Michigan: Report From Hell. O jogo até começa com uma ideia interessante. Vários eventos bizarros envolvendo monstros e assassinatos ocorrem na cidade de Michigan, levando uma equipe de reportagem a investigar os fatos. O jogador passa a controlar o cameraman (sem nome) responsável por filmar a bela repórter Pamela Martel, sempre acompanhados pelo caboman Brisco. A exploração do jogo ocorre totalmente em primeira pessoa através da câmera, que não pode ser desativada ou deixada de lado (esse nosso amigo deve ser bem forte). O personagem tem pouquíssimas opções de ação, pode mover-se e empurrar coisas, além de aumantar o foco da câmera. Os eventos obrigatórios levam à morte da repórter Pamela, sendo substituída por Ann Anderson. Dali em diante o jogo segue uma exploração linear e repetitiva, sendo o seu personagem, mudo, é o único que pode tomar decisões. Portanto, ninguém abre portas a menos que você foque a câmera na maçaneta, ninguém pega um item se você não estiver olhando para ele do ângulo que o game entende ser o correto. E pior, ao ser atacado por monstros, a repórter apenas usa sua arma (que aparentemente faz parte do básico que qualquer repórter carrega) se você focar no monstro e apertar o botão de ação. Se eventualmente a repórter morrer, ela será substituída por outra e pula a fase. Se acontecer de novo vai indo assim até a última. Acho que é o único jogo que quanto pior você for mais rápido termina. Você pode inclusive terminá-lo fracassando em todos os objetivos. O jogo possui três finais, variando de acordo com a motivação do personagem e sua "moral" (se optou por salvar pessoas ao invés de filmar elas morrendo). Mas isso faz pouca diferença já que todos são curtos e estapafúrdios. Agora não tenho certeza se o jogo simplesmente não explica sua história no final ou se eu estava tão desmotivado que não prestei atenção. E claro, ao concluir o jogo você ganha a opção de ver a repórter que você terminou o jogo fazendo Pole Dance e pode jogar de novo com ela de biquíni. Faz muito sentido, afinal nós gamers queremos mesmo ver peitos virtuais, ninguém se interessa por roteiro. Esquecendo um pouco a história e partindo para uma análise mais técnica: o jogo tem uma trilha sonora que não se destaca mas não compromete; já os gráficos são inicialmente razoáveis, mas a extrema falta de expressão no rosto dos personagens torna o gameplay deprimente. Certas cenas e ângulos são constrangedores pelo nível hentai de apelação. Sobre a jogabilidade, ela chega a ser um insulto ao Dual Shock 2 do PS2 pela quantidade de botões que simplesmente não tem serventia nenhuma. Na verdade esse game poderia tranquilamente ser adaptado para o joystick do Atari 2600! Enfim, pessoal, acho que já falei o bastante. Michigan é um jogo que falha em todos os aspectos, inclusive naquilo que se propõe. Mesmo que na geração atual os Survival estejam meio em baixa, nada justifica perder o seu tempo nesse jogo, vale muito mais um replay de qualquer Silent Hill ou Resident Evil (exceto o acima mencionado, claro), não importando quantas vezes você já os tenha completado.
(Texto escrito por Edu-jb)

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Assinado: Equipe PrettyCoolGames.Blogspot

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

KILLZONE 3!

Escrito e editado por: Edu-jb

Gênero: First Person Shooter
Plataforma: Playstation 3
Ano de Lançamento: 2011
Produtora: Guerrilla Games/Sony CE

Revisão: hoje vou falar de um jogo que não é bem a minha praia. Quando um amigo me convidou para jogar Killzone 3 fiquei bem desconfiado, jogos em primeira pessoa não são bem a minha preferência (exceto alguns arcaicos RPGs do Snes, hehe). No entanto gostei tanto que resolvi escrever sobre o jogo aqui no blog. Deixo claro que não entendo do estilo, então não poderei estabelecer comparações com Call of Duty ou Medal Of Honor por exemplo. Então a review não deve ser atrativa para veteranos do estilo. Mas talvez quem assim como eu não tem muita experiência pode se beneficiar de um ponto de vista diferente dos especialistas. Bom, terminadas as explicações, a série Killzone é uma marca dos consoles da Sony e consiste basicamente em um jogo de tiro em primeira pessoa que mostra a guerra da Terra contra as forças invasoras de Helghast. Os três jogos fazem sequência direta, então falar sobre este jogo fatalmente implicará em spoilers dos anteriores, mas tenarei manter  no mínimo possível. Quem clicar no link abaixo sem ter jogado os demais games da série está avisado.

Jogabilidade: a movimentação segue é claro o padrão First Person Shooter (FPS), com a mira sempre à frente, sendo uma alavanca responsável pela movimentação e outra pelo ajuste de mira. É possível carregar até três tipos de armas, de médio e grande calibre, além de granadas. Todas podem ser trocadas facilmente pelo ajuste do controle. A movimentação do personagem é sensível à pressão das alavancas, podendo caminhar ou correr. Em determinados pontos é possível matar os inimigos com apenas um golpe pelas costas, desde que não estejam em posição de alerta. Em alguns momentos saltos precisos serão necessários para atingir pequenos patamares, por vezes inclusive com auxílio de jetpacks. Determinadas missões permitem o uso de veículos. Seguramente a coisa mais divertida neste jogo é o multiplayer. É possível até quatro jogadores simultaneamente, sendo que o player 1 controla Sev e os demais controlam outros três que não aparecem no storyline principal. A resposta aos comandos dos jogadores é ótima e não há grandes bugs que atrapalhem o modo. Quando um dos personagens morre ele pode ser imediatamente revivido por seu(s) colega(s). No entanto, se isso não for feito em determinado tempo, ele morrerá em definitivo e o jogo retorna ao checkpoint anterior, que por sorte são bastantes frequentes. Infelizmente o jogo não permite a campanha cooperativa online. O multiplayer online tem muitas opções de confronto entre os jogadores, entre elas o bom e velho duelo e as batalhas contra um gigantesco número de pessoas, o que garante a alegria dos viciados, fato comprovado pelo grande número de videos do Youtube com profissionais promovendo verdadeiras carnificinas de novatos (como eu).

Pros: como já disse, não sou fã de FPS em geral, talvez por ignorância, talvez por falta de oportunidade. Mesmo assim, com os avanços da nova geração em relação a eles, acho que todos os gamers deveriam experimentar pelo menos um dos tantos para ver, mesmo que eventualmente já o tenha feito no PS2, no Xbox ou no PC. Qualquer fã dos grandes jogos de ação em terceira pessoa tem grande chance de gostar deste jogo e de seus semelhantes. O clima de guerra propiciado por Killzone faz jus a seu nome. As armas, fictícias obviamente pelo contexto, são muito diferenciadas e bem planejadas. Desta forma, jogadores devem se adaptar às diferentes armas de acordo com suas preferências e habilidades, seja de tiro à distância, mortes em silêncio ou o velho tiroteio com explosões. Isso torna ainda mais interessante o multiplayer, que permite que você e seu(s) amigo(s) entrem em perfeito acordo em relação a táticas e funções no campo de batalha. Os muitos modos de dificuldade garantem o desafio por algum tempo, enquanto as fases bem diferenciadas (que fogem do anda e atira) garantem a diversão por variar as posições dos jogadores e evitar que o jogo caia no tédio. As questões de produção são ótimas, tanto gráficas tanto sonoras. Um detalhe interessante é que este foi o primeiro jogo do Playstation 3 a ser totalmente dublado em português brasileiro. Este é mais um ponto positivo a ser ressaltado, a dublagem é bem feita e as traduções são bem adequadas e sem grandes censuras (nada de "filho da mãe" ou "caramba"). Claro que vale ressaltar para os mais exigentes que está longe da perfeição. Mas ainda assim muito melhor que tudo que havia sido feito até então neste sentido.

Contras: minha grande decepção foi a ausência do modo cooperativo online, que eu considero o grande avanço da nova geração, já que permite que amigos joguem à distância. Os modos online estão mais indicados aos jogadores inveterados, enquanto os casuais terão dificuldade em adaptação. Pode parecer pouco, mas o fato de os companheiros do player 1 não aparecerem nos cinematics tira um pouco da identificação com o personagem. Enfim, vício de jogador de RPG...

Screenshots:









Trailer:

Considerações Finais: Killzone 3 é diversão garantida a qualquer fã de ação constante e tiroteio. As opções de multiplayer e os muitos cenários garantem horas de jogos aos viciados e a campanha (solo ou cooperativa) com seus muito níveis de dificuldade permitem o fácil acesso ao jogo mesmo para iniciantes. Além disso ela é consideravelmente grande para um FPS, pelo pouco que sei bem maior que muitos de seus principais concorrentes. Indico este game para os fãs de FPS e também para aqueles que jamais experimentaram, já que é um bom contato inicial. Além disso, as DLCs, agora disponíveis também na PSN Brasil, expandem ainda mais as emoções deste eletrizante jogo.

quarta-feira, 28 de março de 2012

DARKWATCH!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: First-Person Shooter
Plataforma: Playstation 2, XBOX
Ano de Lançamento: 2005
Produtora: Capcom/High Moon Studios
Revisão: quando se fala em First-Person Shooter, certamente a primeira coisa que vem em nossas mentes são games baseados em guerras históricas ou em combates futuristas. Mas não é só disso que o gênero é feito. Darkwatch veio justamente para confirmar essa observação, trazendo um tema interessantíssimo (afinal, um First-Person Shooter no maior estilo Velho Oeste foi uma idéia realmente genial, não acha?). O Storyline de Darkwatch seguirá os passos do fora da lei Jericho Cross,  um Cowboy que tem como trabalho o roubo de trens que passam na região do Arizona de 1876. Em certa noite, Jericho entra em um trem esperando encontrar um carregamento valioso. Porem, algo de inesperado ocorria dentro dos vagões da máquina: um grupo de mortos-vivos havia surgido, matando os passageiros. No ultimo vagão (ainda pensando no dinheiro que poderia ganhar com o carregamento) Jericho detona um enorme cofre com alguns explosivos. Um portal imediatamente se abre revelando um vampiro milenar chamado Lazarus, que voa em direção ao Cowboy, mordendo-o e transformando-o em vampiro. Para combater Lazarus, Jericho recebe a ajuda de Casidy (da organização Darkwatch). Agora que Jericho está amaldiçoado, existe somente uma esperança para ele: acompanhar Casidy até a sede da Darkwatch, para descobrir uma forma de livrar-se da maldição de Lazarus, além de se preparar para a missão de mandar Lazarus de volta para o mundo dos mortos!

Jogabilidade: o gameplay de Darkwatch utiliza todos os conceitos básicos dos First-Person Shooter, necessários para fazer um bom game do gênero. Com um dos analógicos você movimenta seu personagem e com o outro sua mira. Duas armas poderão ser levadas durante as missões, sendo que frequentemente outras armas serão encontradas em determinados locais (assim dando mais escolhas para os jogadores). Também é possivel utilizar ataques físicos em seus inimigos, que alias são realmente úteis para momentos de desespero (quando você é cercado, por exemplo). Apesar de apresentar diversos elementos familiares, Darkwatch começa a se diferenciar de seus "parentes" nos saltos. O game se estende para um conceito de exploração maior do que normalmente e visto em outros jogos  do estilo, com caminhos encontrados em locais mais altos, que são alcançados com os pulos de vampiro do protagonista (que costumam ir tão longe que podem quase ser definidos como um vôo ao invés de um pulo). Além disso, existem algumas missões que ocorrem em um plano terceira pessoa, onde você deverá controlar o Cowboy montado em seu cavalo Shadow ou um tanque de guerra da Darkwatch (fato que sozinho já daria um destaque e um ar de inovação para o game). Existe também um comando muito importante: a visão de vampiro de Cross, que faz com que a tela fique vermelha por completo, destacando apenas os inimigos e as armas encontradas. Ela pode se fazer muito importante tanto para localizar novos armamentos (que as vezes ficam disfarçados pelo cenário) ou para encontrar inimigos que estão atirando em você de algum ponto estratégico (dificultando seu trabalho de achá-lo através da visão normal). Para completar, devo citar também a existência de algumas habilidades especiais que são adquiridas através das atitudes que você toma com as vitimas humanas. Se escolher as atitudes de crueldade (o caminho da mal), você irá adquirir habilidades normalmente de ataque. Se escolher as atitudes de bondade (o caminho do bem), você ganhará como recompensa habilidades mais voltadas à defesa. Faça suas escolhas e guie Jericho Cross no caminho que achar mais justo!

Pros: os gráficos são bons; as armas são sensacionais (apesar de não serem reais, foram bem desenvolvidas), além de muito variadas; as missões com perspectiva terceira pessoa dão uma cara única para o jogo; como todo o pistoleiro que se preze, de posse do revolver Redeemer, Cross poderá utilizar a técnica conhecida com "Fanning", que consiste em atirar rapidamente batendo no martelo do revolver (você com certeza já viu Clint Eastwood fazer isso em algum dos seus filmes). Sempre esperei isso em um game de Cowboys; os inimigos são bem variados e trazem seres de diversas culturas, indo de Cowboys zumbis até as sedutoras mensageiras da morte: as Banshees!

Contras: mirar com perfeição e se tornar um atirador de elite é uma missão quase impossível em Drakwatch. O game parece mesmo ter sido feito para combates sem muita estratégia (isso não inclui as missões de Sniper - que alias são raras - que foram desenvolvidas com o propósito de serem mais estratégicas). Isso ocorre especialmente pelo fato de que os inimigos movimentam-se demais. Por mais rápido que você seja no gatilho, Jericho parece não conseguir acompanhar a velocidade do game. A solução é atirar sem muita preocupação com a precisão dos tiros (ataques físicos também são uma boa saída sempre).

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Considerações Finais: Darkwatch talvez não seja a melhor opção para aqueles que gostam dos First-Person Shooter mais estratégicos, onde você pode usar táticas como se esconder, procurar locais onde você tenha vantagem sobre seus inimigos, etc. A ação de Darkwatch acontece muito rápido, nem mesmo dando tempo para você pensar em estratégias. Mas apesar disso (esquecendo comparações) o game é muito bom! Afinal, uma coisa ficou bem clara: a intenção de Darkwatch é justamente ser diferente, tanto em sua temática como em seu estilo de jogo. Se você gosta de filmes de Cowboys, vampiros, mortos-vivos e games First-Person, Darkwatch é uma excelente escolha (justamente por reunir todos os elementos citados em um único lugar). Quem diria que o clima vampiresco da Transilvania um dia chegaria ao Velho-Oeste Americano, não é mesmo? Deixem seus comentários! Nos vemos em minha próxima postagem!


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