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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

SOMA BRINGER!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Action RPG
Plataforma: Nintendo DS
Ano de Lançamento: 2008
Produtora: Monolith Soft/Nintendo

Revisão: como alguns já devem saber, recentemente a empresa Monolith foi comprada pela Nintendo, que ajudou financeiramente a produtora a crescer e se manter no mercado, competindo com outras grandes produtoras. Graças a essa parceria temos hoje, por exemplo, o maravilhoso Xenoblade. Mas o game que marcou o início dessa união foi Soma Bringer (lançado em 2008 para Nintendo DS), que foi oficialmente o primeiro game da Monolith com marca também da Nintendo. Como em outros dos games da Monolith (Xenosaga, por exemplo), em Soma Bringer novamente o senhor Tetsuya Takahashi assume o papel de roteirista e diretor, tendo à seu lado mais uma vez seus fiéis parceiros de trabalho, com destaque para Soraya Saga (também roteirista e diretora) e Yasunori Mitsuda (ícone das trilhas sonoras de RPGs). Como um game de Tetsuya Takahashi, Soma Bringer segue uma linha de enredo extremamente complexa, com muitos mistérios, questionamentos filosóficos, profundidade na apresentação dos personagens e temas pouco convencionais, fora dos clichês (características já famosas em suas produções). Porem, dessa vez Tetsuya decidiu deixar um pouco de lado o sistema Turn Based dos RPGs, partindo para um sistema Action bem tradicional (lembrando alguns consagrados títulos do gênero). Soma Bringer tem inicio com uma narrativa sobre o grande continente de Barnea, que recentemente havia sofrido com um ataque devastador de uma desconhecida raça chamada de Visitors (seres parasitários, que tomam o corpo de outros seres vivos para garantirem sua sobrevivência no planeta). Com a chegada de tais seres, a poderosa energia Soma passa a se tornar desequilibrada, causando frequêntes problemas para diversas cidades do continente. Em busca de uma solução para conter as anomalias da Soma (que acima de tudo era uma fonte de energia indispensável para a humanidade e sua tecnologia), a organização Secundady cria uma divisão militar conhecida como Pharzuph, que tem como objetivo manter o equilíbrio da Soma. O novato na equipe é Welt, que parte em sua primeira missão como membro da Pharzuph, onde o objetivo era investigar as causas do surgimento de Visitors na região da floresta de Junel, justamente onde você assumirá o controle dessa aventura e começará a conhecer os mistérios que fazem parte de mais um enredo espetacular de Tetsuya Takahashi, que passará a se desenrolar com diversas perguntas, muitas vindas da misteriosa menina chamada Idea, rodeada de enigmas que nem mesmo ela sabe como desvendar (portanto, prepare-se para muita emoção)! Já aviso que esse é recomendadíssimo!

Jogabilidade: o gameplay segue uma tendência Action RPG, onde seus ataques, magias e uso de itens acontecerão em tempo real, sem a necessidade de abrir menus. Basicamente no inicio da aventura você poderá escolher entre 6 guerreiros diferentes (Welt, Forte,  Jadis, Granada, Einsatz ou Cadenza). Assim que escolher o(a) de sua preferência, você poderá escolher a classe a qual ele(a) pertencerá, sendo que cada classe tem sua características, habilidade e armas. As classes são: Gunners (usam armas de fogo e arcos); Battlers (todos os tipos de espadas); Corps (espada + escudos e lanças); Darks (lanças e machados); Kampfs (dual de espadas e garras); Somas (os magos, que dominam todas as magias dos elementos). Seu personagem jogável será o que você escolheu, e você poderá desenvolver suas habilidade e Status conforme preferir. Digo isso porque existe um sistema interessante de Upgrades das características dos personagens, feitos a partir dos pontos que você ganha ao longo de sua evolução. A cada Level, você ganhará exatos 3 Character Points (CP) e 3 Ability Points (AP). Os CPs servem para aumentar os Status básicos (ATK, DEF, SKL, STR, MAG, VIT). Já os APs servem para adquirir/potencializar as habilidades, sendo que quanto mais alto for o Level dessas, mais eficientes serão. Dentre as habilidades estão as de ataque, de defesa e algumas magias, que variam muito de classe para classe (podendo ser magias de ataque ou que causam Status negativos, ou mesmo magias de suporte, como as de cura ou as que dão Boosts nos Status do grupo). No momento que você tiver suas habilidades adquiridas, você poderá programá-las no menu de batalha, onde cada botão de seu Nintendo DS irá acionar uma delas (A, B, X e Y). Será possivel fazer até 4 menus diferentes, possibilitando a utilização de 4 combinações de habilidades de acesso simples durante os combates. O mesmo poderá ser feito com os itens, que também terão um menu rápido, onde você poderá colocar os que utiliza com mais frequência. Vale lembrar que muitos itens serão encontrados durante o percurso pelas Dungeons. Levando em consideração que o inventário não é muito grande, você deverá retornar algumas vezes para o navio Schildröte (ou para o vilarejo mais próximo) com o objetivo de depositar/vender os itens. Para isso você poderá utilizar os Soma Gates (portais com capacidade de teleporte), encontrados ao longo das missões, que muito facilitam esse processo. Para terminar as explicações, devo lembrar que você poderá levar sempre 2 personagens com você. Eles também poderão ser customizados, porem não da mesma forma: você apenas poderá modificar o estilo de ataque e as táticas que eles utilizarão, sendo que isso também normalmente mudará suas habilidades/magias e equipamentos. Novos estilos serão adquiridos sempre a cada 10 Leveis, fazendo com que você possa optar entre diferentes táticas para seu grupo (melhorando os combates conforme suas preferências).

Pros: graficamente o game é maravilhoso, com cenários bonitos e variados, além de inimigos e personagens muito bem produzidos (tudo isso desenvolvido em um estilo gráfico incomum, misturando elementos de Cell-Shading com o 2D mais tradicional, sempre baseados em muitas cores); a trilha sonora é fascinante. Alias, não poderia ser diferente, sendo que o responsável pelas canções da obra foi Yasunori Mitsuda, que não costuma cometer erros; o estilo de jogabilidade é interessantíssimo, com diversas características que agradarão à todos que procuram um Action RPG desenvolvido dentro do melhor padrão do gênero, contando com uma boa customização dos personagens e um sistema de combates extremamente agradável (você se divertirá a todo o tempo lutando!); as Boss Battles são emocionantes, além do fato de que os chefes serão em sua maioria enormes, mostrando mais uma vez o empenho da equipe responsável pela parte visual; o enredo é incrível, com as características que marcam as obras de Tetsuya Takahashi (profundidade e riqueza de detalhes no conhecimento do enredo e personagens, que se mostram todos vitais para o andamento dos fatos); a quantidade de armas e equipamentos é gigante, com opções para todos os gostos.

Contras: por vezes, a administração dos itens/equipamentos é muito complicada! Isso ocorre especialmente pela grande variação de Status das armas/equipamentos, causada por suas cores (que as define quase como itens diferentes, mesmo que sejam claramente a mesma arma/armadura). Sendo assim, muitas vezes você ganhará uma arma que é melhor que a sua por um mínimo detalhe, mas ao mesmo tempo, alguma coisa nela é pior (algo semelhante ao que acontecia em Diablo, por exemplo, normalmente com armas "não identificadas"). Isso possivelmente fará com que você leve consigo mais de uma arma especialmente, gerando menos espaço em seu inventário. Mas nada que algumas voltas ao navio ou vilarejo não resolvam (por sorte os Soma Gates tornam esse processo super rápido e nada cansativo!).

Screenshots:













Trailer:


Considerações Finais: Aqui está mais uma obra que alcançou um posto diferente entre meus games favoritos! Mais um enredo extraordinário vindo de um verdadeiro gênio dos roteiros/direções. Uma longa jornada que me proporcionou momentos de extremas emoções (misturadas entre alegrias e tristezas, passadas pelos fatos muito bem apresentados ao longo do Storyline). Novamente, uma característica dos games de Takahashi se mostra muito forte aqui: profundidade! Portanto, digo a todos os que procuram um RPG verdadeiramente completo: não deixem passar esse game! Garanto à todos os leitores que essa é mais uma obra genial, que deve ser jogada por fãs do gênero RPG como um todo e, mais ainda, por fãs dos Action RPGs! Além de todas as maravilhas apresentadas na historia, a jogabilidade ainda potencializa as notas positivas, pois ela é extremamente viciante, fazendo com que você não consiga mais parar de jogar! Portanto, não esqueçam nunca desse nome: Soma Bringer! Simplesmente um RPG sensacional (que em detalhes assim, é encontrado quase como uma exclusividade por aqui, no PrettyCoolGames)! Deixem seus comentários! Nos vemos na próxima postagem, Gamers de Plantão! Até mais! E não deixem de conferir minhas postagens de outras grandes obras-primas do senhor Takahashi: Xenosaga I: Der Wille Zur Macht e Xenosaga II: Jenseits Von Gut Und Böse (só clicar)!


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

CASTLEVANIA: ARIA OF SORROW & DAWN OF SORROW!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Ação/Aventura, Side-Scrolling
Plataforma: Gameboy Advance, Nintendo DS
Ano de Lançamento: 2003, 2005
Produtora: Konami

ARIA OF SORROW:

Revisão: hoje trago à vocês mais uma review sobre Castlevania, que como vocês já sabem, é uma das minhas franquias favoritas! Em meio a tantos lançamento, muitos games se destacaram mais para um grande publico, e hoje trago dois deles, que tiveram um sucesso imenso: Aria Of Sorrow, lançado para GBA em 2003, e sua continuação Dawn Of Sorrow, lançado para DS em 2005. Pois vamos começar com Aria of Sorrow, obviamente, que se passa no Japão de 2035 (contrariando à tendencia da série de narrar fatos ocorridos na Europa de décadas passadas) onde conheceremos o protagonista Soma Cruz. Com sua amiga de infância, Mina Hakuba, Soma costumava vistar o templo próximo ao local onde morava, onde em certa noite algo inesperado ocorre: ambos são sugados por um misterioso Eclipse Lunar, sendo levados para dentro de um estranho castelo. Logo na entrada do local, Soma e Mina conhecem um enigmático homem chamado Genya Arikado, que revela que aquele castelo tratava-se do Castlevania, o lendário castelo de Conde Dracula, que havia sido selado no Eclipse pelos poderes sagrados dos Belmonts há anos atrás. Imediatamente, monstros passam a surgir em frente aos personagens, sendo esses derrotados facilmente por Arikado. Misteriosamente, uma das almas dos demônios é levada para dentro do corpo de Soma. Arikado explica que Soma tinha um poder oculto, conhecido como "Poder do Domínio" (que tem como característica exatamente absorver e dominar os poderes dos monstros das forças malignas de Dracula). Com tal capacidade e diversas perguntas sobre ela, Soma deve agora seguir pelo Castlevania em busca da sala do trono, onde descobrirá as verdades sobre o "Poder do Domínio" e também sobre quem está desta vez no comando do castelo (além de conhecer pelo caminho alguns personagens como o militar Hammer, a caçadora Yoko Belnades e o Belmont Julius)! 

Jogabilidade: vamos começar esse tópico logo pelo já citado poder de absorção de almas de Soma: o protagonista terá, além de suas armas, diversas magias e habilidades ao seu dispor, sendo que essas serão acionadas pelo uso das Souls. Todos os inimigos tem uma Soul, que por sua vez, pode ser adquirida pelo tradicional sistema de Drop dos demais Castlevania mais recentes. As Souls devem ser equipadas em Soma e será possível equipar três tipos de Souls diferentes: Bullet Souls (Souls de ataque, representadas pela cor vermelha), Enchant Souls (Souls de Status, representadas pela cor amarela) e Guardian Souls (Souls de defesa, representadas pela cor azul). Cada um dos tipos será equipado em um Slot diferente do menu, sendo assim possível combinar diferentes usos de Souls, uma para cada subdivisão. As Souls de ataque serão fundamentais nos combates e você pode pensar nelas como as Sub-Weapons dos protagonistas de games anteriores. Digo isso porque os ataques de tais Souls são acionados exatamente da mesma forma, com o mesmo comando (Cima + Ataque), e também consomes corações (o MP de Soma), contando com magias, projéteis e outros ataques diferenciados. Já as Souls de defesa geram um efeito prolongado que consome MP enquanto estiverem ativas, sendo que essas normalmente evolvem a invocação de "Familiars" (que ajudam nos combates) ou transformações poderosas para o próprio Soma. Já as Souls de Status proporcionam o aumento dos Status básicos do personagem, servindo como uma potencialização dos equipamentos. Assim como em outros Castlevania, você terá um gigantesco castelo para explorar, sendo que os tradicionais obstáculos serão encontrados e habilidades novas para superá-los terão de ser adquiridas, como transformações, pulo duplo, rasteira, etc. Tais habilidade serão aqui ativadas com o auxilio das Ability Souls (de cor cinza), que estarão sempre ativas automaticamente, não sendo necessário equipá-las. 

Pros: gráficos muito bons, apresentando cenários e personagens melhor definidos do que o seu antecessor, altamente criticado em aspectos gráficos, Harmony Of Dissonance; as possibilidades dadas ao jogador através das Souls são incontáveis, ajudando a tornar a jogatina bastante diferenciada; a trilha sonora é muito boa; o enredo é interessante e bem explorado durante o gameplay e diferentes finais; o game estreou dentro da franquia um conceito de armas gigantes, ainda maiores do que as vistas em Symphony Of The Night (onde algumas já eram bem grandes), sendo que tal conceito foi levado para outros títulos, dando uma impressão ainda maior de poder para os protagonistas; o jogo tem mais de um final, o que garante um Replay.

Contras: devido a gigantesca quantidade de Souls que podem ser adquiridas, muitas delas (muitas mesmo) você praticamente não vai usar, a não ser para testar por curiosidade. Algumas inclusive apresentam animações de qualidade visivelmente medianas em comparação a outras, dando a impressão de terem sido feitas somente para fazer número.

Screenshots:










Trailer:


Considerações Finais: Castlevania: Aria Of Sorrow fez um sucesso enorme, que eu alias, considero muito merecido. O game é muito bom, cheio de motivos para ser jogado, e não somente uma vez, pois com os diferentes finais você certamente jogará para descobrir tudo que é possível! De maneira geral, a produção cometeu poucos pecados, o que facilmente justifica o grande respeito que Aria Of Sorrow adquiriu em meio aos fãs da série. O sucesso foi tanto que a Konami resolveu seguir o projeto "Of Sorrow", justamente como veremos logo abaixo! Então, vamos nessa para conhecer Dawn Of Sorrow!


DAWN OF SORROW:

Revisão: Dawn Of Sorrow não demorou para chegar no mercado: em 2005 o game já estava disponível para o mundo no Nintendo DS, gerando fortes expectativas por conta do game anterior que foi sucesso de venda e critica (especialmente). Pois o resultado foi mais do que satisfatório, sendo que no seguimento do texto você vai conhecer minha visão geral em relação ao game. ATENÇÃO! Se você não jogou Aria Of Sorrow, o texto a seguir contém Spoilers! Clicar no botão e ler o restante é um risco seu! Apenas não me responsabilize por ler o que não queria!

Jogabilidade: novamente, o destaque da aventura são as Souls, que permanecem com um sistema muito semelhante ao visto em Aria. As mesmas subdivisões (cada uma representada por uma cor diferente) continuam existindo, sendo que elas também tem funções semelhantes. Porém, agora as Souls tem uma nova função: criar armas! Esse talvez seja um dos pontos mais geniais encontrados na jogabilidade desse game. Basicamente o sistema de criação de armas funciona da seguinte forma: determinadas armas poderão ser fundidas com determinadas Souls (tudo isso falando com Yoko, que fica na área onde se localiza o Shop de Hammer). Essa fusão terá como resultado uma nova arma, diferente da original utilizada na fusão. Com essa arma, um nova fusão poderá ser feita, e assim sucessivamente, até que se chegue nas armas finais. Todos os tipo de armas (Espadas, Machados, Lanças, Soqueiras, etc) terão suas fusões, que em resultado finais darão à você armas realmente poderosas! Além do sistema de fusões, o uso das Souls aqui apresenta uma produção visual bem melhor, também com uma enorme diversidade de ataques e outros recursos, além de muita utilidade (destaque para a Soul de Skull Archer e seus danos acima de 1000 por disparo!). Outro ponto que surge como novo elemento nesse game é o Magic Seal. Basicamente, sempre que você estiver enfrentando um chefe, imediatamente após o ultimo golpe, um Magic Seal aparecerá cobrindo a tela, diretamente em cima do inimigo. O Magic Seal trata-se de um desenho que deve ser feito na tela com a caneta Stylus do DS. Ele é composto por diferentes ângulos e cada Boss tem um Seal diferente a ser quebrado. O inimigo só será morto de verdade após o Seal ser desenhado com perfeição, sendo que como recompensa, você ganha a vitória e a Soul de cada um deles!

Pros: os gráficos são incríveis, seguindo o padrão de alta qualidade 2D vista em outros Castlevania (com uma linha que se assemelha aos seus irmãos de DS, Portrait Of Ruin e Order Of Ecclesia); a sistema de criação de armas foi muito bem desenvolvido, além de proporcionar um uso maior de diversas armas, muitas adquiridas nas fusões; a trilha sonora é excelente; o enredo é muito bom e bastante diferenciado (até por contar também com mais de um final); a dificuldade e o tempo de jogatina estão maiores, preenchendo o que faltou nesses aspectos em Aria Of Sorrow; as Souls foram melhor produzidas, tanto visualmente como em suas funções, sendo que existe um número bem maior de Souls que realmente fazem grande diferença na aventura; como no game anterior, as armas finais são enormes e muito bem detalhadas!

Contras: o sistema de Magic Seal me pareceu uma tentativa desesperada (ou forçada pela produção) de se adequar às inovações de toque de tela do Nintendo DS. À primeira vista pode até parecer interessante, mas com o tempo se torna um problema. Os desenhos vão ficando cada vez mais difíceis de serem feitos, e para fazê-los, o jogador deve largar tudo para desenhar na tela. Quer um problema maior ainda? Caso erre, o chefe volta a se mexer, podendo atacá-lo ainda até que você novamente acerte o "último golpe". Imagine que você o atacou quando estava com pouco HP, acabou errando o desenho, e o chefe "voltou a vida". Um mínimo deslize de sua parte pode fazer você ter de repetir todo o combate por uma morte indesejada (por um motivo besta)! Sinceramente, esse sistema não me convenceu...

Screenshots:











Trailer:


Considerações Finais: Em minha opinião, Dawn Of Sorrow representou um avanço em muitos aspectos de Aria Of Sorrow. Mesmo que ambos sejam games quase que igualmente excelentes, Dawn Of Sorrow conseguiu potencializar ao máximo tudo aquilo que já era bom em seu antecessor, com destaque para as novas Souls, o sistema de criação de armas (totalmente genial!) e uma série de melhorias técnicas que devem ser consideradas. Certamente, esse é mais um Castlevania altamente recomendado, sendo que consegue ficar em um nível de qualidade geral semelhante à alguns dos mais idolatrados games da franquia. Enfim: para todos os fãs da série, recomendo que joguem ambos os games aqui apresentados! Garanto que o arrependimento será inexistente! Comentem! Até mais pessoal! Nos vemos por aqui!


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

ESPECIAL: A EVOLUÇÃO DOS VIDEOGAMES!

O INÍCIO
Os jogos de videogame, tão populares atualmente, na verdade passaram por uma longa jornada até chegar na geração que conhecemos hoje. Os primeiros jogos foram produzidos em 1958 nos Estados Unidos, uma versão bem simples de tênis. A partir daí o conceito foi avançando, de modo a popularizar a ideia. Inicialmente, a chamada Primeira Geração dos Consoles contava com sistemas completos, desenvolvidos para rodar apenas os jogos específicos já associados. O mais famoso talvez tenha sido o "Pong", lançado pela recém nascida Atari. Consistia em uma máquina grande parecida com os fliperamas que rodava um jogo similar ao ping pong, jogado por duas pessoas. Eram bastante caros para a época e inviáveis para comércio para a população em geral. No Brasil esta geração chegou com os telejogos produzidos pela Philco em 1977.













Para fins históricos, a primeira geração acaba em 1977 com o lançamento dos sistemas que associam uma placa externa para rodar os jogos (cartuchos). A seguir listamos os mais populares e importantes videogames lançados, em ordem cronológica:


ATARI 2600
Ano de Lançamento: 1977
Geração: Segunda
Jogo mais vendido: Pac Man
Histórico: o mais lendários dos videogames até hoje, lançado no Brasil em 1983, é considerado um dos grandes ícones dos anos 80. Vendeu cerca de 30 milhões de cópias, contando com jogos clássicos até hoje como Pac Man, River Ride, Space Invaders, Hero e Pitfall. A Atari dominou o mercado de 1977 até 1982. Neste ano vários concorrentes similares ao Atari 2600 surgiram no mercado. Na tentativa de superá-los, foi lançado o Atari 5200. Este apresentava, no entanto, problemas em alguns jogos e o controle não respondia bem. Ainda assim teve boas vendas. O fim da geração Atari ocorreu em 1983, quando o mercado estava saturado com vários videogames, todos muito parecidos, de modo que a competição acabou prejudicando a todos. O golpe final foi o surgimento de um concorrente pesado, já da 3ª geração. A empresa tentou competir lançando o Atari 7800 mas era tarde demais, a era de ouro havia acabado.


MSX
Ano de Lançamento: 1983
Geração: equivalente à Terceira
Jogo mais Vendido: faltam dados
Histórico: O MSX é na verdade um microcomputador, lançado inicialmente no Japão por uma representante da Microsoft. Operava pelo sistema MSX-DOS e tinha, entre outras possibilidades, função de rodar alguns jogos específicos. O MSX teve várias versões desde a original (83), MSX-2 (86), MSX 2+ (88) e MSX Turbo R (90). Foi descontinuado em 1995, com a popularização do Personal Computer e o sistema Windows. Antes do lançamento do NES, o MSX era o sistema de jogos mais popular no Japão, sendo que as séries Metal Gear e Bomberman foram produzidas pensando neste sistema. Posteriormente ainda recebeu versão dos principais títulos não exclusivos lançados para o NES, como Final Fantasy, Dragon Quest, Castlevania e Contra. O MSX "renasceu" apenas em 2001 com o surgimento de um emulador próprio que permitia rodar seus jogos. O MSX chegou a ser comercializado no mundo nos anos 80, incluindo aqui no Brasil pelas empresas Sharp e Gradiente.


NINTENDO ENTERTAINMENT SYSTEM
Ano de Lançamento: 1983
Geração: Terceira
Jogo mais Vendido: Super Mario Bros
Histórico: o NES (Nintendo Family Computer - Famicom - no Japão) marcou o início da terceira geração e o nascimento de um novo conceito de jogos, não mais apenas baseados na diversão mas também em roteiros bem produzidos. O NES representou o surgimento de várias séries famosas até hoje. O que garantiu o sucesso foi o contrato de exclusividade da Nintendo com as produtoras de jogos recém surgidas na época, como a Capcom (Street Fighter, Megaman), a Konami (Castlevania, Metal Gear) e a Square (Final Fantasy), além de séries geniais produzidas pela própria Nintendo (Zelda, Metroid e Mario).  Foi também para o NES que surgiu alguns gêneros famosos hoje como os beat'em up e o RPG (Dragon Quest) e representou a migração do domínio da tecnologia dos videgames dos Estados Unidos para o Japão.
SEGA MASTER SYSTEM
Ano de Lançamento: 1985
Geração: Terceira
Jogo mais Vendido: Alex Kidd in Miracle World
Histórico: o Master System foi o primeiro videogame da Sega, lançado para competir com o Famicom. No entanto, as parcerias estabelecidas pela Nintendo impediram que os principais títulos chegassem ao Master, sendo ele um fracasso no Japão e nos Estados Unidos. Em outras regiões do mundo, entretanto, ele fez bastante sucesso, chegando a ter jogos exclusivos na Europa. No Brasil, foi lançado em 1989 e fez bem mais sucesso que o NES, tendo várias versões de jogos nacionais, entre eles o da Turma da Mônica.

SEGA MEGA DRIVE
Ano de Lançamento: 1988
Geração: Quarta
Jogo mais Vendido: Sonic the Hedgehod
Histórico: se a Sega havia perdido na geração 8 bits, foi ela a chegar primeiro na quarta geração (16 bits). Lançado com o nome de Mega Drive no Japão e Genesis nos EUA, foi um videogame revolucionário em vários aspectos, principalmente pela opção de ser expandido para um sistema 32x através do Sega CD além de ter sido o "criador" do sistema de censura por idade nos jogos após o lançamento de Mortal Kombat. Após o lançamento de Street Fighter 2, um controle de seis botões foi produzido, sendo o de três deixado de lado. O Mega concorreu diretamente com o SNES, tendo produzido muitos jogos clássicos.

GAMEBOY
Ano de Lançamento: 1989
Geração: Quarta
Jogo mais Vendido: Tetris
Histórico: a Nintendo novamente pretendia inovar, e lançou no final dos anos 80 o Game Boy, um minigame que combinava os atributos do NES mas com possibilidade de ser portátil. Funcionando com apenas duas pilhas comuns, o Gameboy logo ganhou o mundo. No princípio seu grande fator limitante eram as cores (amarelo e preto) e o fato que muitos se queixavam de dor nos olhos após muito tempo de uso. Esse defeito foi corrigido em versões futuras.

NEO GEO
Ano de Lançamento: 1990
Geração: Quarta 
Jogo mais Vendido: The King of Fighters '95
Histórico: foi a vez da produtora SNK se lançar ao mercado. O resultado foi o Neo Geo, um videogame com ótima qualidade gráfica e sonora, voltada especialmente para os jogos de luta da produtora, como Fatal Fury, Art of Fighting, King of Fighters, World Heroes entre outros. Apesar de não vender tanto quanto seus concorrentes, é um console idolatrado até hoje por fãs e colecionadores.

SEGA GAME GEAR
Ano de Lançamento: 1990
Geração: Quarta
Jogo mais Vendido: Sonic the Hedgehog
Histórico: na tentativa de competir com o Game Boy da Nintendo, a Sega lança o Game Gear. Teve famosas versões de Tetris, Sonic e The Lion King, além de versões de alguns jogos do Master System e do Mega Drive mais futuramente. Acabou não alcançando sucesso porque o Game Boy já dominava o mercado, além de ser consideravelmente mais barato. Recentemente foi anunciado que o N3DS terá relançamentos de alguns jogos do Game Gear.
SUPER NINTENDO ENTERTAINMENT SYSTEM
Ano de Lançamento: 1990
Geração: Quarta
Jogo mais Vendido: Super Mario World
Histórico: um dos mais importantes videogames já produzido, o SNES chegou ao mercado para concorrer com o Mega Drive. Possuía um chip de video mais avançado, o que permitia os notórios melhores gráficos quando comparado com seu rival. O SNES manteve-se à frente por continuar com as velhas parcerias com a Konami, Square e principalmente Capcom, que rapidamente se tornou a maior produtora de jogos da época, com clássicos como Street Fighter 2, Megaman, Megaman X, Final Fight, Breath of Fire e X-Men. Os sucessos da produtora ganharam continuações, com Super Metroid, Zelda a Link to the Past e Mario. Alguns jogos foram inclusive capazes de chegar aos limites da capacidade do console, como Star Ocean e Tales of Phantasia. Foi também inovador por ter o primeiro jogo pré-produzido com gráficos 3D, Donkey Kong Country.

3DO INTERACTIVE MULTIPLAYER
Ano de Lançamento: 1993
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Return Fire
Histórico: produzido pela Panasonic, foi o primeiro console da quinta geração. Apresentava processador 32 bits e já utilizava o CD como mídia. No entanto encontrou o mercado saturado, completamente dominado pelo SNES e pelo Mega Drive, não atingindo grande sucesso ou reconhecimento.

ATARI JAGUAR
Ano de Lançamento: 1993
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Alien vs. Predator
Histórico: o Jaguar representou a última tentativa de recolocar a Atari entre as produtoras de videogames. No entanto seu fracasso também se deveu ao domínio dos já consagrados SNES e Mega Drive, o que representou o golpe final na companhia. Um detalhe interessante é que o sistema do Jaguar já usava processador 64 bits! Ainda assim, muitos o consideram uma lenda urbana.

SEGA SATURN
Ano de Lançamento: 1994
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Virtua Fighter 2
Histórico: o inovador Saturn foi sucesso no Japão, mas não conseguiu atingir o mesmo nos EUA. Apesar de um sistema poderoso, alguns detalhes impediam o máximo aproveitamento de suas capacidades. Teve vários jogos famosos, entre eles Street Fighter Alpha, Virtua Fighter (o criador desse novo modelo de luta, mais realista) e muitos RPGs, entre o qual destaca-se Phantasy Star, Albert Odissey, Shining Force 3 e Princes Crown

SONY PLAYSTATION
Ano de Lançamento: 1994
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Final Fantasy VII
Histórico: também em 94 a Sony se lança ao mercado dos consoles com o Playstation (Playstation Xperience, psx), sendo este um dos mais vendidos de todos os tempos. Não demorou muito para o psx dominar o mercado da época pelas parcerias da Sony com as três grandes produtoras: a Square, que lançou uma lista interminável de excelentes RPGs (Final Fantasy VII, VIII, IX, Tactics, Xenogears, Chrono Cross, Star Ocean, Legend of Mana, Parasite Eve, entre outros); a Konami, que produziu pérolas desse período (Castlevania SotN, Metal Gear Solid Snake, Winning Eleven, Suikoden, Silent Hill); e a Capcom, que seguiu lider de mercado após o lançamento de Resident Evil, o jogo responsável por popularizar o gênero de terror e que influencia uma série de jogos até hoje, além de manter os já consagrados Street Fighter, Megaman e Breath of Fire. A Sony também foi importante para melhorar o sistema de controles, com a primeira versão do Dual Shock. 
PERSONAL COMPUTER
Ano de Lançamento: anos 70, 1995
Geração: constante evolução
Jogo mais Vendido: The Sims
Histórico: os primeiros projetos envolvendo computadores são realmente antigos, em torno dos anos 70 pelo que se sabe. No entanto, a popularização só ocorreu com o lançamento do sistema Windows de 1995, que permitiu a previsão de Bill Gates que cada pessoa ou família teria seu próprio computador pessoal. Assim nasceu o PC, inicialmente como um sistema para trabalhos e estudo, mas que rapidamente se tornou uma importante forma de lazer. E muito disso vem de sua capacidade de rodar jogos! O que inicialmente era um sistema muito simples tornou-se cada vez mais elaborado, permitindo que um número cada vez maior de jogos chegasse ao PC. Destes, o mais clássico entre os gamers talvez seja Diablo. O mais famoso, entretanto, foi a série The Sims, que inaugurou a vida virtual e colaborou para os relacionamentos à distância. Com o tempo outros sistemas operacionais surgiram para competir com o Windows, como o Linux, e o Mac da Apple, ainda que o primeiro permaneça como líder no quesito games.
NINTENDO 64
Ano de Lançamento: 1996
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Super Mario 64
Histórico: a Nintendo demorou mais para entrar na quinta geração e o fez com o muito esperado Nintendo 64. Apresentava como diferencial, pela lógica do nome, processador 64 bits, sendo mais avançado que seus dois principais concorrentes. No entanto, seguia limitado pelo uso de cartuchos e um sistema difícil de adaptar para as produtoras. Isso explica a baixa quantidade de jogos desenvolvidos para o sistema, sendo que o console sequer tem uma versão do clássico Metroid, o que decepcionou muita gente. Um grande clássico é o Zelda Ocarina of Time, até hoje um dos mais conceituados games da série.


GAMEBOY COLOR
Ano de Lançamento: 1998
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Pokémon Gold & Silver Version
Histórico: se a Nintendo não havia se dado bem nos consoles de quinta geração, nos minigames ela reinava soberana. O lançamento de Pokémon Red e Blue para o GB tornou inviável a permanência das cores como eram. Assim nasceu o GBC, quase que voltado exclusivamente para Pokémon, tanto que uma edição especial com o Pikachu foi lançada. A cada versão lançada o sistema se afastava de um "passatempo" e se aproximava de um console como qualquer outro.

SEGA DREAMCAST
Ano de Lançamento: 1998
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Sonic Adventure
Histórico: na tentativa de bater o Playstation e o Nintendo 64, a Sega lança o primeiro videogame da sexta geração. O Dreamcast foi um videogame precurssor por ser lançado bem antes dos demais da sexta geração. Chegou a fazer sucesso por algum tempo, mas o lançamento do novo console da Sony acabou com suas chances no mercado, acabando também a era da Sega como produtora de videogames.

PLAYSTATION 2
Ano de Lançamento: 2000
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Grand Theft Auto San Andreas
Histórico: o Playstation 2 chegou ao mercado com muita expectativa. Apresenta um sistema moderno e rápido e uma variedade de jogos impressionante, contando com várias marcas exclusivas como God of War, Final Fantasy X e Devil May Cry, além de versões dos principais títulos lançados no período, como GTA III e GTA San Andreas, o mais vendido até então. O PS2 foi o videogame mais vendido de todos os tempos, sendo que é também o mais duradouro, uma vez que segue sendo produzido até hoje, o que totaliza incríveis 12 anos no mercado até o momento. Ainda que a maioria dos jogos não chegue mais ao PS2, alguns ainda ganham versões anuais, como os rivais PES e FIFA. O console também permite conexão com a web a partir de um adaptador, sendo os primórdios da playstation network.

GAMEBOY ADVANCE
Ano de Lançamento: 2001
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Pokémon Ruby and Sapphire Version
Histórico: o último produto da linha Game Boy, apresentava um sistema rápido e potente, o que é exemplificado nos bons gráficos de seus jogos. A tela LCD com boa resolução também auxilia neste fator. Apresenta compatibilidade com jogos de seus antecessores, por isso foi muito aclamado por manter os clássicos. Novamente, a mais recente versão de Pokémon foi o jogo mais popular, mas o sistema possui também versão para todos os maiores clássicos da Nintendo como Metroid e Zelda, além de outros títulos importantes da geração 2D como Castlevania e Megaman.

NINTENDO GAMECUBE
Ano de Lançamento: 2001
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Super Smash Bros Melee
Histórico: também em 2001 a Nintendo lança seu novo console, com um formato diferente dos demais (de onde vem o nome "cubo"). Apresentava compatibilidade com o recém lançado GBA. Ganhou versão dos principais títulos da Nintendo e da Capcom, inclusive alguns jogos exclusivos de Resident Evil. O interessante é que a Sega, rival dos tempos em que disputavam o mercado dos consoles, tornou-se uma grande parceira da Nintendo nesta época. 

XBOX
Ano de Lançamento: 2001
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Halo 2
Histórico: a Microsoft também resolveu se lançar ao mercado dos consoles lançando o Xbox. Apresentava um sistema operacional muito semelhante ao de um PC, facilitando muito para as produtoras na hora de lançar jogos, compatíveis com os dois sistemas. A microsoft também criou uma rede para seus jogadores, a Xbox Live. O Xbox fez muito sucesso, especialmente nos EUA.

NINTENDO DUAL SCREEN
Ano de Lançamento: 2004
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: New Super Mario Bros
Histórico: A nintendo manteve seu domínio nos portáteis, lançando o inovador Nintendo DS. Apresentava como novidade as duas telas, permitindo uma exploração mais complexa do ambiente de jogo. O DS recebeu versões dos principais títulos da nintendo, com destaque para Pokémon, Zelda e Metroid, além de excelentes versões de Castlevania e muitos bons RPGs. Apresenta compatibilidade com a versão anterior (GBA) e pode acoplar vários acessórios como fones de ouvido, mp3 player entre outros.

PLAYSTATION PORTABLE
Ano de Lançamento: 2004
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Monster Hunter Freedom Unite
Histórico: O PSP marcou a entrada da Sony no mercado dos minigames, concorrendo diretamente com o NDS. Apresenta um sistema muito potente, o que associado com sua incrível tela de LCD permite uma qualidade gráfica comparável aos consoles tradicionais. O PSP recebeu versão das principais marcas exclusivas da Sony como Metal Gear Solid, God of War, Silent Hill e GTA. O interessante é que vários jogos do PSP fizeram tamanho sucesso que acabaram relançados para o ps2. Recebeu também versão de vários RPGs de sucesso de gerações anteriores, destaque para Star Ocean, Final Fantasy Tactics e Lunar. O PSP apresenta várias funções inatas, como tocar video, mp3, visualizar fotos, entre outros.

XBOX 360
Ano de Lançamento: 2005
Geração: Sétima
Jogo mais Vendido: Halo 3
Histórico: A Microsoft foi a primeira a desenvolver um sistema da sétima geração, o Xbox 360. Apresentando compatibilidade com o Xbox, o Xbox 360 preocupou-se em evoluir a Xbox live, permitindo compra e download de jogos e a opção do multiplayer online. Novamente por sua aproximação com os PCs, os grandes jogos de computador foram lançados também para o console. O Xbox 360 conta com diversos acessórios, destaque para o Kinect, um sistema capaz de capturar os movimentos dos jogadores, dando introdução à interatividade nessa nova fase dos sistemas.

PLAYSTATION 3
Ano de Lançamento: 2006
Geração: Sétima
Jogo mais Vendido: Call of Duty Modern Warfare
Histórico: Para a nova geração s Sony lança o ps3. Assim como a Microsoft a Sony apostou na Playstation Network, uma rede gratuita para quem possui ps3 que permite baixar demos, comprar jogos, mandar mensagens para amigos e jogar online. Tem compatibilidade com o PSP e teve os principais jogos de ps2 e psx relançados na PSN por preços promocionais. Dos videogames da sétima geração o ps3 é o que mais se manteve na linha tradicional, apresentando como principais vantagens a grande quantidade de jogos exclusivos, como os esperados God of War 3, Metal Gear Solid 4, Yakuza 3 e 4 e a famosa série Uncharted, além é claro de versões dos principais títulos lançados neste período.

NINTENDO WII
Ano de Lançamento: 2006
Geração: Sétima
Jogo mais Vendido: Wii Sports
Histórico: Diferenciando-se de seus principais rivais, a Nintendo lançou o Wii, que tem por principal característica a sua interatividade, muito por causa de seu controle Wii Remote, que permite sensibilidade nos movimentos realizados pelo jogador. Como de costume, todos os principais títulos da Nintendo tiveram lançamentos para o Wii, sempre destacando Pokémon, Super Mario, Metroid e Zelda. No entanto, o que mais fez sucesso neste console e o fez o mais vendido da atual geração são os jogos interativos, destaque para o Wii Sports, o mais vendido de todos os tempos, fazendo do Wii um videogame popular mesmo entre pessoas que normalmente não jogariam videogame.

NINTENDO 3DS
Ano de Lançamento: 2011
Geração: Oitava
Jogo mais Vendido: Super Mario 3D Land
Histórico: O primeiro console da oitava geração apresenta uma série de melhorias em relação a geração anterior com diversos aplicativos. De certa forma, o 3DS (como o nome já indica) é uma versão aprimorada do DS, que apresenta games com uma qualidade gráfica extremamente superior. Além disso, o 3DS tem um direcional analógico (inexistente no seu antecessor) que permite uma jogabilidade muito mais ampla. E para dar um verdadeiro sentido para o nome do videogame, devemos citar a grande questão por tras do Nintendo 3DS: sua capacidade de gerar imagens tridimonsionais sem a necessidade do uso do famoso oculos 3D. Sem dúvida uma revolução.

PLAYSTATION VITA
Ano de Lançamento: 2011
Geração: Oitava
Jogo mais Vendido: Uncharted: Golden Abyss
Histórico: Assim  como o 3DS representa uma melhoria do DS, o PS Vita tambem representa uma melhoria do PSP. Ambos trouxeram para os portateis os gráficos da atual geração. O PS Vita apresenta uma série de inovações em comparação a seu antecessor nos portateis (fora os já citados gráficos), como por exemplo sua tela sensivel ao toque (Touch Screen). Além disso, o console vem com entrada para cartão de memoria, microfone (possibilitando a comunicação entre jogadores em jogatinas online pela PSN) e dois direcionais analógicos, que possibilitam um gameplay mais agradável, trazendo uma facilidade maior em ajuste de cameras e movimentação do personagem simultaneamente. Juntos, PS Vita e 3DS representam a maior potencia grafica dos portáteis.


Então é isso pessoal! Essa foi uma postagem pensada como comemoração do aniversário do Blog! Longas pesquisas foram feitas, e estamos satisfeitos em ter aprendido juntamente com vocês sobre a história dos videogames, do inicio até os tempos atuais. Espero que vocês tenham gostado dessa postagem especial de aniversário do PCG.Blogspot! Caso tenhamos esquecido algum videogame importante, deixe nos comentários, pois assim podemos quem sabe ainda incluí-lo no texto. Muito obrigado pela visita de todos! E caso você ainda não tenha lido, aproveite para passar na postagem que conta um resumo da história do Blog, desde 01 de Agosto de 2011 até agora! Basta clicar aqui, para conhecer tudo que rolou nessa trajetória que acaba de completar seu primeiro aniversário e seguirá rumo à outros, com certeza!

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