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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

CASTLEVANIA: CIRCLE OF THE MOON!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Ação/Aventura
Plataforma: Gameboy Advance
Ano de Lançamento: 2001
Produtora: Konami

Revisão:  composta de sucessos e mais sucessos, a série Castlevania nunca deixou passar uma geração sequer em seus lançamentos. Logo quando surgia uma nova era de portáteis, a Konami decidiu trazer para a telinha do GBA Castlevania: Circle Of The Moon (lançado em 2001). Como já é familiar, o game trouxe alguns novos conceitos, o que ajudou a torná-lo um título muito bem aceito pelos fãs da série, agrando inclusive os mais tradicionais. Em Circle Of The Moon, a história gira em torno do protagonista Nathan Graves, que foi treinado pelo habilidoso caçador de vampiros Morris Baldwin, que o escolheu como seu sucessor, dando à ele o chicote Hunter Whip (que continha poderes semelhantes ao do Vampire Killer dos Belmonts). Já em 1830, os servos de Dracula, liderados pela vampira Carmilla, planejam trazer Dracula ao mundo dos mortais por mais uma vez, para depois disso, dar-lhe seus poderes máximos em um poderoso ritual maligno. Sabendo da situação que estava por vir, Nathan, Morris e seu filho, Hugh Baldwin, partem para o Castlevania, onde Carmilla estaria para a ressurreição do senhor das trevas. Porém, os caçadores chegam tarde demais, pois Dracula já havia retornado, e os preparativos para o ritual que lhe daria seu máximo poder já estavam sendo feitos, sendo que atrair os heróis para o Castlevania não passava de uma armadilha arquitetada por Carmilla (que precisava de um deles especificamente, para a próxima noite de Lua Cheia). Dracula então destrói o chão debaixo de Nathan e Hugh, afirmando que os jovens não seriam necessários para o seguimento do plano. Ambos sobrevivem a queda e Hugh afirma que acima de tudo Morris era seu pai, e que Nathan deveria abandonar a missão (pois somente ficaria em seu caminho). E é nesse momento que você começará sua aventura no controle de Nathan, que contrariando as ordens de Hugh, partirá de encontro à seu mestre para então salvá-lo de algo terrível! Mais um Castlevania excelente, como veremos a seguir!

Jogabilidade: fazendo novamente uma boa mistura do mais tradicional com os elementos de RPG adicionado à serie no PSX, Circle Of The Moon consegue ainda trazer algumas novidades. Nathan terá como arma principal (e única arma) o chicote Hunter Whip, com o qual poderá usar seu ataque padrão ou girá-lo para proteger-se dos inimigos. As clássicas Sub-Weapons também existem, no mesmo estilo clássico de uso, baseado no número de corações. Nathan também poderá aumentar seus atributos através de equipamentos ou Level Up, obtendo EXP ao derrotar seus inimigos. Mas a grande novidade da vez é o sistema de cartas conhecido como DSS (Dual Set-Up System). Basicamente, você encontrará 20 cartas ao longo do game, que serão as responsáveis por gerar as 100 magias disponíveis na aventura! As cartas se dividem em duas classes, com 10 para cada uma: Cartas de Ação e Cartas de Atributo. As primeiras são representadas por Deuses, e tem como finalidade definir o tipo de magia que será gerado na combinação (podendo ser de ataque, proteção, adição de elementos ao chicote ou mesmo poderosas Summons!). Já as Cartas de Atributo são representadas pelas criaturas Mitológicas, e essas definirão o elemento do qual a magia que ocorrerá na união de duas cartas pertencerá, assim criando uma magia completamente diferente. Para exemplificar melhor, vamos supor que você una a carta Mercury (de Ação) combinada com Salamander (de Atributo, representante do Fogo). Nessa combinação, um poderoso chicote de fogo será gerado, drenando o MP de Nathan com seu uso. Outra magia totalmente diferente será gerada se Salamander for trocada por outra carta de Atributo (ainda com Mercury como Ação), como Manticore, por exemplo, que gera um chicote venenoso de ataques diagonais acompanhados de uma nuvem de veneno, que pode causar Poison nos inimigos. Para fechar por aqui, um exemplo com outra carta de Ação: vamos usar Jupiter, que caracteriza as magias de proteção. Se unir Jupiter com Serpent, um escudo de gelo (possível causador do status Freeze) irá circular Nathan, assim como se trocar Serpent por Mandragora, por exemplo, o protagonista será envolvido por uma aura que recuperará seu HP gradativamente. Inicialmente parece complicado, mas entendendo que são 10 cartas de cada tipo, e para cada carta de Ação, existem 10 combinações de Atributo, basta desfrutar das 100 magias totalmente diferentes entre si que o game apresenta! Você poderá transformar temporariamente o chicote de Nathan em espadas elementais (com Mars), criar projeteis que são disparados em direção aos inimigos através da arma do personagem (com Diana) ou mesmo invocar as próprias criaturas mitológicas causando altos danos (com Uranus), tudo isso em mais um sistema muito original dentro da série!

Pros: os gráficos são interessantes (apesar de alguns cenários parecerem sem vida), seguindo um estilo bem tradicional da série, mas sem deixar de inovar, com Sprites bem peculiares utilizando os inicias recursos do GBA; a trilha sonora é boa, como já é lei em Castlevania; o mapa é enorme, e sua exploração segue a tendencia "não-linear" vista em outros jogos da franquia, onde derrotar os poderosos chefes (que alias são também um ponto positivo, por serem chamativos e extremamente desafiadores!) é um processo necessário para adquirir novas habilidades, fundamentais para acessar novas áreas do castelo; o enredo é interessante, especialmente por trazer de volta uma já conhecida vilã (Carmilla), além de uma nova família de caçadores de Vampiros, expandindo ainda mais o número de protagonistas da série; o Dual Set-Up System de combinação de cartas é algo espetacular! 100 magias variadas poderão ser usadas através de tal sistema, deixando o jogador com vontade de experimentar e usar frequentemente cada uma delas, o que torna o game muito atrativo (surpreendendo os que inicialmente pensavam que Nathan seria o clássico "Belmont" empunhando apenas seu chicote, até o fim do game).

Contras: como dito acima, alguns pontos do gigantesco castelo apresentam cenários sem vida (além de um pouco repetitivos), dando a impressão de que faltou um uma maior inspiração na hora de criá-los; o ganho de itens não faz o menor sentido! Assim como em outros games, os inimigos "Dropam" certos itens, incluindo equipamentos e itens de cura. Os itens de cura mais comuns recuperam uma quantia ridícula de HP, e os que recuperam de verdade são adquiridos com os inimigos mais infernais do jogo (que além de tudo, não são encontrados em qualquer lugar). Já os equipamentos são adquiridos com frequência, gerando um acumulo de equipamentos repetidos, que não podem ser vendidos! Qual é o ponto de ter itens de cura realmente uteis aos poucos e equipamentos repetidos aos montes?!

Screenshots:










Trailer:



Considerações Finais: Como o primeiro Castlevania lançado para o GBA, Circle Of The Moon veio para mostrar que em mais um videogame, a série se tornaria um sucesso, pois abriu as portas para mais dois títulos. Apresentando suas peculiaridades, o game se mostrou forte, convencendo boa parte dos jogadores da série, especialmente por conta de seu sistema de magias, muito original e bem desenvolvido. Além disso, como esse foi um dos primeiros games lançados nas telinhas do GBA, serviu ainda de divulgação para suas vendas em 2001, estando presente em algumas revistas de games. Alias, foi uma delas com esse game estampado que me levou ao mundo desse "pequeno gigante" da Nintendo, chamado Gameboy Advance! Realmente, mais um Castlevania que indico à todos os fãs dessa histórica série da Konami! Vale a pena, certamente você vão gostar! Com a dica dada, hoje vou ficando por aqui! Muito obrigado pela visita de todos e até mais! Nos vemos por aqui em minha próxima postagem!


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

SUPER MARIO WORLD!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Ação/Aventura, Side-Scrolling
Plataforma: Super Nintendo, Gameboy Advance
Ano de Lançamento: 1990 (SNES), 2001 (GBA)
Produtora: Nintendo
Revisão: que tal continuar lendo sobre uma das franquias mais importantes para a história, evolução e popularização dos videogames? Então, vamos nessa, hoje com o lendário e aclamado Super Mario World, lançado inicialmente em 1990, fazendo fama no Super Nintendo (e não esqueça de ler também minha review de Super Mario World 2: Yoshi's Island). Esse talvez tenha sido o game mais importante para minha infância nos videogames e, consequentemente, para o meu interesse em tal assunto. Muito joguei esse jogo, e acredito que muitos Gamers aqui ligados podem dizer o mesmo, não é? Eu mesmo, quando criança (cá entre nós), já inventei algumas dores de barriga para não ir na aula para passar a tarde jogando Super Mario... e agora estou aqui admitindo meus pecados (risos). Mas deixando o papo furado de lado, vamos direto ao ponto: Super Mario World inicia-se com as férias dos conhecidos irmãos Mario e Luigi, que após um duro trabalho de salvar a Princess Toadstool, decidem descansar em um lugar chamado Dinossaur Land (uma das províncias do Reino dos Cogumelos, habitada por diversas espécies de dinossauros). Porém, como já era habitual, a Princesa some sem dar sinal de onde poderia ter ido. Mario e Luigi procuram por ela em diversos lugares, até que encontram um ovo, onde um Yoshi estava aprisionado. O Yoshi explica que uma maldição havia caído sobre a Dinossaur Land, e que outros diversos Yoshis também estavam aprisionados, correndo perigo. Sabendo que a maldição (e também o sequestro da Princesa Toadstool) só poderiam estar ligados ao Rei Koopa Bowser, Mario parte em sua missão para salvar a Princesa e a Dinossaur Land, para assim trazer a paz absoluta para o local, livrando os Yoshis e a Princesa das garras dos servos de Bowser! Esse é um game espetacular, com tudo que há de melhor nessa sensacional série (que como era de se esperar de qualquer Game-maníaco, também uma das minhas favoritas)! Vale lembrar que ele foi relançado na coleção Mario Advance, que trouxe alguns dos principais títulos da franquia para o portátil Gameboy Advance. Esse especificamente foi relançado em Super Mario Advance 2, de 2001. Então, dadas as informações desse tópico, venha comigo agora para conhecer a jogabilidade!

Jogabilidade: tradicionalmente, Mario era uma personificação exata dos conceitos de um game de plataforma, com diversos buracos espalhados pelos cenários (e outros obstáculos a serem ultrapassados) e locais onde você podia saltar para fazer uma exploração no sentido 2D Side-Scrolling. Nesse título, tudo isso também se fez presente. Porem, muitas inovações também surgiram, e agora vamos observar justamente elas. Primeiramente, devo começar pelo dinossauro Yoshi, que aqui tem um papel importante também. Em algumas fases, você encontrará um Yoshi preso nos clássicos Blocos. Ao bater no Bloco, Yoshi saltará de dentro dele, saindo de seu ovo logo em seguida. Então, será possível pular nas costas de Yoshi para "cavalgar" nele. Yoshi, além de ser mais forte e rápido que Mario, também pode engolir alguns objetos (assim como alguns inimigos mais fracos, que morrem com apenas um golpe). Dentro dos principais objetos que Yoshi pode engolir, é importante citar os cascos dos Koopas, sendo que dependendo da cor do casco, um efeito diferente será adquirido: os cascos vermelhos fazem Yoshi cuspir fogo (o que mata boa parte dos inimigos instantaneamente); o casco verde é simplesmente cuspido em linha reta (também matando os inimigos que estiverem em seu percurso); o casco azul faz Yoshi ganhar asas, podendo voar, obviamente (o que ajuda no alcance de segredos que as fases escondem); e por fim, o raríssimo casco amarelo fará com que Yoshi ganhe o dobro de sua força (com um pisão que mata qualquer inimigo que estiver perto dele no momento do pulo + queda). Um Yoshi poderá ser levado para qualquer fase, sendo que ao termino de uma fase, Mario continua montado nele. Você poderá andar pelos enormes mapas, selecionar uma fase e Yoshi ainda estará com você. O único local que Yoshi não entra são os Castelos dos chefes, filhos de Bowser. Além de Yoshi, Mario também terá o auxilio de alguns itens (caso perca o Yoshi, o que acontece levando um dano qualquer) já clássicos na série, como a flor que faz Mario soltar bolas de fogo ou o Cogumelo que faz ele crescer. Mas dessa vez, você verá também o item que se tornou o favorito de qualquer um que jogou esse game: a pena, que faz Mario ganhar uma capa mágica, capaz de fazê-lo voar! Assim você poderá explorar muito mais as fases, e encontrar muitos dos segredos que fazem você alcançar o 100% do game ao seu final! 

Pros: assim como qualquer outro game de Mario, esse é diversão garantida, sendo que tudo contribui para esse feito (gráficos estilizados e extremamente bonitos, trilha sonora empolgante, inimigos e personagens divertidos, psicodelia para todos os lados, etc); a jogabilidade fluí muito bem, sendo de fácil adaptação para qualquer jogador, além de contar com muitos itens e possibilidades novas para os jogadores mais antigos da série; o World Map é enorme, com fases para todos os gostos (castelos dos fantasmas Boo's, Castelos dos filhos de Bowser, florestas, montanhas, cavernas e as tão odiadas fases da água!); as fases contam com muitos segredos, como caminhos secretos que podem levá-lo a pontos totalmente distintos, estendendo-se até mesmo para locais antes nunca visitados no próprio World Map. Tantos mistérios certamente adicionam uma bela dose de desafio, diversão e exploração para aquilo que para muitos menos informados, parecia simples; as Boss Battles são sempre interessante, bem mais variadas em comparação aos games mais antigos, onde a varição era bem pequena. Aqui você terá de usar diferentes estratégias para passar dos chefes e avançar em sua aventura.

Contras: talvez o único contra que poderia ser percebido nesse game é a dificuldade de encontrar certos locais secretos. Eu mesmo o zerei umas 5 vezes para chegar a algumas conclusões, pois alguns locais secretos estão escondidos até demais! A boa notícia é que realmente vale a pena fazer o 100% (sonho de infância de qualquer criança de teve parte de sua vida no SNES), pois o final muda para algo realmente compensador! Não vou dizer o que muda para não estragar a surpresa, pois bom mesmo é descobrir por você mesmo!

Screenshots:












Trailer:


Considerações Finais: Esse é certamente um dos games mais famosos, importantes e históricos dos videogames, e eu me sinto quase um idiota afirmando aqui o obvio que todos já sabem! Acho difícil  (ou impossível, talvez) imaginar alguém que não conheça esse jogo, pois ele esteve por anos e anos (e continua até hoje) estampado nas principais propagandas de games do SNES. Assim como ele me marcou muito, fazendo minha infância ainda mais divertida do que naturalmente seria, imagino que tenha sido assim para muitos outros que tiveram uma boa relação com o Super Nintendo. Se Mario já era um sucesso mesmo antes de 1990, aqui ele alcançou o seu posto máximo (de símbolo não somente da Nintendo, mas também dos videogames e sua importância), de onde o bigodudo possivelmente nunca será tirado! Um game que vale muito a pena, por completo, apresentando desafio com uma dose cavalar de diversão! Impossível não gostar! Deixem seus comentários! Até mais pessoal! Nos vemos na próxima postagem!


sábado, 11 de agosto de 2012

OS CAVALEIROS DO ZODÍACO NOS VIDEOGAMES!


Revisão: os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya - "Santo Seiya") é um anime de grande sucesso mundial, que especialmente aqui no Brasil marcou a infância de muita gente. Foi seu enorme sucesso que abriu as portas para a verdadeira invasão de animes que temos até hoje. A história foi originalmente produzida em mangá pelo roteirista Masami Kurumada e publicada na lendária revista Shonen Jump de 1986 a 1991. O anime por sua vez foi produzido pela Toei Animation de 86 a 89. No Brasil, a série chegou em 1994 e foi o primeiro anime a ser passado em horário nobre e com muita publicidade. Foi exibido inicialmente pela extinta TV Manchete, a sede da invasão cultural japonesa, já que apostou em muitos outros animes e, antes deles, nas séries japonesas (Tokusatsu). Mangá e anime apresentavam algumas diferenças, como detalhes de armaduras, certos cavaleiros incluídos para deixar a série maior, e até algumas sagas próprias. O anime possui a saga de Asgard entre o Santuário e Poseidon, e no mangá existe ainda a Saga de Hades, não produzida para a TV na época. Como todo programa voltado à população infantil, a série rendeu muitos produtos, como roupas, cards, jogos de tabuleiro, revistas, albuns e os brinquedos, o sonho de consumo de muita gente na época, dificultado pelos altos preços. Como não poderia deixar de ser, foram produzidos muitos jogos para os videogames daquele tempo. O objetivo desta review especial é justamente relembrar (ou até apresentar) os mais relevantes desses jogos, alguns muito bons, ainda que pouco famosos.











Como qualquer série produzida no final dos anos 80, o primeiro jogo foi para o NES, baseado nos primeiros episódios do anime. Ougon Densetsu era seu nome e retratava os eventos da Guerra Galáctica. Sua sequência, Kanketsu Han, retrata as Doze Casas, disparado a Saga que mais jogos gerou. Anos mais tarde foi lançado o Ougon Densetsu Perfect Edition, que reunia ambos os jogos em uma versão ampliada e melhorada. Seguiu-se um RPG para o GameBoy, de muito potencial mas com limitações técnicas inerentes. Como a série foi produzida no Japão por pouco tempo, houve lançamentos apenas para consoles de menor potência, bem diferente do ocorrido em Dragon Ball, por exemplo, que teve lançamentos para praticamente todos os sistemas já produzidos. Claro que isso também se explica pelo maior sucesso de DB no Japão, diferente do que ocorreu no Brasil onde foi exibido muito tempo depois. Após longos anos sem nenhuma novidade, em meados dos anos 2000 Masami Kurumada anunciou a produção do anime da saga de Hades, até então apenas mostrada no mangá. Isso desencadeou a produção de mais dois jogos, desta vez de luta para o Playstation 2, os primeiros a atingir relativo sucesso e ter alcance mundial. Com o título de volta às mídias, muitos outros capítulos da série foram anunciados, como a versão mangá da "Saga G" e "Lost Canvas", além do filme "Prólogo do Céu", que introduziria a promissora batalha entre os cavaleiros de Atena e as forças de Zeus, irado pelo desrespeito dos humanos aos deuses. No entanto, os fãs estão aguardando a continuação deste filme até hoje, havendo possibilidade de produção no próximo ano, assim como outras sagas já anunciadas mas não desenvolvidas. Seguimos agora com os principais lançamentos baseados no anime/mangá, listados em ordem cronológica. Todos os jogos foram produzidos pela Bandai ou pela Namco/Bandai.


1. SAINT SEIYA OUGON DENSETSU!
Gênero: Aventura/RPG
Ano de Lançamento: 1987
Plataforma: NES

Jogabilidade: este jogo retrata fielmente a primeira fase do anime, durante a Guerra Galática e o combate com os Cavaleiros Negros. O sistema de jogo é bastante complexo, com elementos side-scrolling em determinadas pontos, exigindo precisão no salto e combate com múltiplos oponentes. Já nos chefes, a luta segue um estilo similar a um RPG de turnos. Chegou a ser lançado fora do Japão, mas não obteve muito sucesso porque a série ainda era exibida em um pequeno número de países. Foi relançado junto com o seu sucessor no jogo chamado Saint Seiya Ougon Perfect Edition.

Pros: o jogo é bem divertido apesar das limitações óbvias. A oscilação side-scrolling/RPG foi uma ideia inovadora e que deu bastante certo (e incrivelmente reaproveitada até certo ponto no mais recente lançamento).

Contras: o jogo é uma adaptação de um momento muito limitado do anime, curto mesmo para a época.




2. SAINT SEIYA OUGON DENSETSU KANKETSU HEN!
Gênero: Aventura/RPG
Ano de Lançamento: 1988
Plataforma: NES
Jogabilidade: no ano seguinte, a Bandai lança o Kanketsu Hen, desta vez baseado na Saga das Doze Casas. O estilo do jogo se manteve muito semelhante ao anterior, um side-scrolling de plataforma seguido de batalhas contra chefes em estilo RPG baseado em turnos. Foi relançado junto com o anterior no pacote Ougon Perfect Edition.

Pros: similar ao anterior, este jogo é surpreendentemente bom, ainda que nunca tenha alcançado adequado sucesso ou reconhecimento. Superadas as barreiras tecnológicas eles são bastante divertidos. Com a popularização dos emuladores de NES (clique aqui para ver a nossa matéria), este jogo se torna acessível a qualquer fã curioso. Além disso, o jogo foi traduzido por fãs, o que aumenta ainda mais a acessibilidade a quem queira desfrutar deste jogo.

Contras: a dificuldade do jogo (marcante nos jogos mais antigos) pode assustar um pouco. Além disso se trata de um jogo de 20 anos atrás, então apenas os mais fanáticos encontrarão motivação para jogá-lo.




3. SAINT SEIYA PARADISE!
Gênero: RPG
Ano de Lançamento: 1992
Plataforma: Gameboy
Jogabilidade: Paradise é um RPG no estilo clássico similar a Final Fantasy lançado para o GameBoy. Retrata uma grande quantidade de episódios do anime, iniciando no roubo da armadura de Sagitário pelos cavaleiros Negros e se estendendo até a luta final contra Poseidon e seus marinas. Em cada batalha os personagens ganham experiência, que acumulada se torna level. Em determinados níveis as armaduras evoluem, conforme visto no desenho. Os atributos são bem simples, envolvendo ataque, defesa, velocidade, HP e cosmo. O que chama atenção nesse jogo é a gigantesca quantidade de Key Itens necessários para completar os puzzles. Estes, aliás, são incrivelmente complexos para um jogo desta capacidade e normalmente exigem que o jogador saiba pensar sobre o anime para conseguir proceder.

Pros: considero Paradise o segundo melhor jogo da série já produzido, respeitando, claro, todas as limitações técnicas. Apresenta muita complexidade nos seus enigmas e tem um sistema bem divertido e gratificante de subir de nível. A enorme quantidade de inimigos presentes impressiona para um jogo tão antigo. Além disso, a exemplo do Ougon Densetsu, o jogo foi hackeado e traduzido, o que o torna também acessível aos fãs.

Contras: o jogo tem como principais problemas os aspectos gráficos, já que apresenta personagens deformados (pequenos, Chibi) e é em preto e branco. Mais um jogo que mereceria um remake.




4. SAINT SEIYA TYPING RYU SEI KEN!
Gênero: passatempo
Ano de Lançamento: 2003
Plataforma: PC

Jogabilidade: um jogo muito obscuro lançado exclusivamente para PC no Japão. Consiste basicamente em digitar rapidamente palavras que aparecem na tela para vencer seus inimigos. De todos os jogos, este foi o único que nunca joguei, portanto não há muito o que dizer. O jogo é de fato pouco mais que um passatempo então não cabem as análises mais aprofundadas do blog.


5. SAINT SEIYA: CHAPTER SANCTUARY!
Gênero: Luta
Ano de Lançamento: 2005
Plataforma: Playstation 2
Jogabilidade: Chapter Sanctuary é um jogo de luta para Playstation 2 que retrata a batalha das Doze Casas. O jogo tentou criar uma maneira diferente dos demais jogos de luta, similar ao mostrado na série, o mesmo que Dragon Ball Z Budokai Tenkaichi fez com perfeição. O resultado foi um jogo razoavelmente divertido, com batalhas lentas e especiais difíceis de entrar, já que necessitam pressionar o botão Círculo por muito tempo enquanto a luta corre. Quadrado e Triângulo aplicam as variadas sequências e há golpes baseados no uso do direcional (similar ao visto em jogos como Street Fighter). Há  vários modos de jogo, entre eles a história, o duelo contra um amigo, e o modo que se controla os Cavaleiros de Ouro que devem barrar a progressão dos Cavaleiros de Atena. O jogo conta com os cinco cavaleiros de bronze, os doze de ouro, os cavaleiros negros, mais Marin, Shina, Misty de Lagarto e os cavaleiros de aço (?). A trilha sonora é genial, repleta dos temas da série, e as cinematic são longas e lindíssimas, adaptando fielmente os momentos mais marcantes do anime.

Pros: o jogo garante diversão aos fãs principalmente pela semelhança extrema ao anime, seja em trilha sonora, cinematics, abertura ou nos golpes especiais. A qualidade gráfica do jogo também auxilia neste fator, já que pequenos detalhes de armadura e cenário foram fielmente adaptados. A forma de combat, ainda que não a ideal para o 2-player, é bastante parecida com a do anime e os golpes são fiéis ao extremo, de modo que grandes fãs poderão se divertir por horas.

Contras: a lentidão dos personagens e a demora para carregar os golpes especiais tornam o jogo pouco atrativo para o modo versus entre amigos. Portanto, quem não é fã da série possui uma extensa lista de opções melhores no estilo.





6. SAINT SEIYA: THE HADES!
Gênero: Luta
Ano de Lançamento: 2006
Plataforma: Playstation 2


Jogabilidade: o segundo jogo de luta para o Playstation 2 conseguiu superar os problemas de lentidão e dificuldade em aplicar os especiais, apresentando um gameplay muito mais satisfatório. Os golpes especiais são agora baseados em combinações de R2 e L2 com os botões triângulo e circulo, o que simplifica a aplicação. No entanto, ao contrário do que o nome sugere, o jogo não se baseia na saga de Hades completa, apenas na primeira fase, que inclui a batalha pelas Doze Casas (de novo!). Dessa forma acaba havendo pouca variação entre os personagens deste e do anterior, apresentando os cavaleiros de Ouro Negro, os cavaleiros de Bronze (em três versões de armaduras), os cavaleiros de Ouro tradicionais, além de Marin e Shina, e dos espectros Radamanthys, Minos e Aiacos.

Pros: superada a decepção pelo pequeno número de espectros e ausência dos inimigos finais do mangá (Hipnos, Thanatos e o próprio Hades), o jogo é bem divertido, tem uma jogabilidade de fácil adaptação, personagens mais ágeis e em maior número. Isso tudo favorece o modo de 2 jogadores, acrescentando em desafio e táticas.

Contras: os cinematics, ainda que bons, não impressionam tanto, muito pelo pequeno período mostrado. O modo história conta com sucessivas batalhas contra o espectro Radamanthys, já que o jogo tem muitos heróis para poucos vilões.



Considerações Finais: Os Cavaleiros do Zodíaco foi sem dúvida o anime mais importante aqui no Brasil pela época em que foi exibido e pela influência que teve na geração dos anos 90. Fato é que até hoje nenhum conseguiu bater seu sucesso em nossas terras. Além de inspirar uma série de outros desenhos que tinham armaduras como pano de fundo (Shurato e Samurai Troopers foram os de mais sucesso por aqui), a série colocou ainda em evidência a Mitologia Grega, hoje tão comum em filmes, séries e jogos. Em meio a tantos produtos bons da série (incluindo é claro a série em si), ver esta pequena lista de jogos deixa a impressão de que ainda está faltando o jogo definitivo, já que todos apresentam problemas técnicos em algum elemento, ou se tornam rapidamente repetitivos, como foi o caso dos dois últimos. Um novo jogo, chamado inicialmente Saint Seiya Online, foi anunciado para o PC e está previsto para o ano que vem. Este texto especial é uma homenagem do PrettyCoolGames.Blogspot a este anime que marca a vida de muita gente até hoje. Resta-nos esperar que mais e mais games sobre a saga dos Defensores de Atena surjam, para deleite dos fãs e entretenimento dos gamers em geral. Em breve voltaremos com mais sobre o universo Cavaleiros do Zodíaco. Para ver a postagem sobre A Batalha pelo Santuário, lançado este ano aqui no Brasil para o PS3, clique aqui. Confiram!


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

CASTLEVANIA: ARIA OF SORROW & DAWN OF SORROW!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Ação/Aventura, Side-Scrolling
Plataforma: Gameboy Advance, Nintendo DS
Ano de Lançamento: 2003, 2005
Produtora: Konami

ARIA OF SORROW:

Revisão: hoje trago à vocês mais uma review sobre Castlevania, que como vocês já sabem, é uma das minhas franquias favoritas! Em meio a tantos lançamento, muitos games se destacaram mais para um grande publico, e hoje trago dois deles, que tiveram um sucesso imenso: Aria Of Sorrow, lançado para GBA em 2003, e sua continuação Dawn Of Sorrow, lançado para DS em 2005. Pois vamos começar com Aria of Sorrow, obviamente, que se passa no Japão de 2035 (contrariando à tendencia da série de narrar fatos ocorridos na Europa de décadas passadas) onde conheceremos o protagonista Soma Cruz. Com sua amiga de infância, Mina Hakuba, Soma costumava vistar o templo próximo ao local onde morava, onde em certa noite algo inesperado ocorre: ambos são sugados por um misterioso Eclipse Lunar, sendo levados para dentro de um estranho castelo. Logo na entrada do local, Soma e Mina conhecem um enigmático homem chamado Genya Arikado, que revela que aquele castelo tratava-se do Castlevania, o lendário castelo de Conde Dracula, que havia sido selado no Eclipse pelos poderes sagrados dos Belmonts há anos atrás. Imediatamente, monstros passam a surgir em frente aos personagens, sendo esses derrotados facilmente por Arikado. Misteriosamente, uma das almas dos demônios é levada para dentro do corpo de Soma. Arikado explica que Soma tinha um poder oculto, conhecido como "Poder do Domínio" (que tem como característica exatamente absorver e dominar os poderes dos monstros das forças malignas de Dracula). Com tal capacidade e diversas perguntas sobre ela, Soma deve agora seguir pelo Castlevania em busca da sala do trono, onde descobrirá as verdades sobre o "Poder do Domínio" e também sobre quem está desta vez no comando do castelo (além de conhecer pelo caminho alguns personagens como o militar Hammer, a caçadora Yoko Belnades e o Belmont Julius)! 

Jogabilidade: vamos começar esse tópico logo pelo já citado poder de absorção de almas de Soma: o protagonista terá, além de suas armas, diversas magias e habilidades ao seu dispor, sendo que essas serão acionadas pelo uso das Souls. Todos os inimigos tem uma Soul, que por sua vez, pode ser adquirida pelo tradicional sistema de Drop dos demais Castlevania mais recentes. As Souls devem ser equipadas em Soma e será possível equipar três tipos de Souls diferentes: Bullet Souls (Souls de ataque, representadas pela cor vermelha), Enchant Souls (Souls de Status, representadas pela cor amarela) e Guardian Souls (Souls de defesa, representadas pela cor azul). Cada um dos tipos será equipado em um Slot diferente do menu, sendo assim possível combinar diferentes usos de Souls, uma para cada subdivisão. As Souls de ataque serão fundamentais nos combates e você pode pensar nelas como as Sub-Weapons dos protagonistas de games anteriores. Digo isso porque os ataques de tais Souls são acionados exatamente da mesma forma, com o mesmo comando (Cima + Ataque), e também consomes corações (o MP de Soma), contando com magias, projéteis e outros ataques diferenciados. Já as Souls de defesa geram um efeito prolongado que consome MP enquanto estiverem ativas, sendo que essas normalmente evolvem a invocação de "Familiars" (que ajudam nos combates) ou transformações poderosas para o próprio Soma. Já as Souls de Status proporcionam o aumento dos Status básicos do personagem, servindo como uma potencialização dos equipamentos. Assim como em outros Castlevania, você terá um gigantesco castelo para explorar, sendo que os tradicionais obstáculos serão encontrados e habilidades novas para superá-los terão de ser adquiridas, como transformações, pulo duplo, rasteira, etc. Tais habilidade serão aqui ativadas com o auxilio das Ability Souls (de cor cinza), que estarão sempre ativas automaticamente, não sendo necessário equipá-las. 

Pros: gráficos muito bons, apresentando cenários e personagens melhor definidos do que o seu antecessor, altamente criticado em aspectos gráficos, Harmony Of Dissonance; as possibilidades dadas ao jogador através das Souls são incontáveis, ajudando a tornar a jogatina bastante diferenciada; a trilha sonora é muito boa; o enredo é interessante e bem explorado durante o gameplay e diferentes finais; o game estreou dentro da franquia um conceito de armas gigantes, ainda maiores do que as vistas em Symphony Of The Night (onde algumas já eram bem grandes), sendo que tal conceito foi levado para outros títulos, dando uma impressão ainda maior de poder para os protagonistas; o jogo tem mais de um final, o que garante um Replay.

Contras: devido a gigantesca quantidade de Souls que podem ser adquiridas, muitas delas (muitas mesmo) você praticamente não vai usar, a não ser para testar por curiosidade. Algumas inclusive apresentam animações de qualidade visivelmente medianas em comparação a outras, dando a impressão de terem sido feitas somente para fazer número.

Screenshots:










Trailer:


Considerações Finais: Castlevania: Aria Of Sorrow fez um sucesso enorme, que eu alias, considero muito merecido. O game é muito bom, cheio de motivos para ser jogado, e não somente uma vez, pois com os diferentes finais você certamente jogará para descobrir tudo que é possível! De maneira geral, a produção cometeu poucos pecados, o que facilmente justifica o grande respeito que Aria Of Sorrow adquiriu em meio aos fãs da série. O sucesso foi tanto que a Konami resolveu seguir o projeto "Of Sorrow", justamente como veremos logo abaixo! Então, vamos nessa para conhecer Dawn Of Sorrow!


DAWN OF SORROW:

Revisão: Dawn Of Sorrow não demorou para chegar no mercado: em 2005 o game já estava disponível para o mundo no Nintendo DS, gerando fortes expectativas por conta do game anterior que foi sucesso de venda e critica (especialmente). Pois o resultado foi mais do que satisfatório, sendo que no seguimento do texto você vai conhecer minha visão geral em relação ao game. ATENÇÃO! Se você não jogou Aria Of Sorrow, o texto a seguir contém Spoilers! Clicar no botão e ler o restante é um risco seu! Apenas não me responsabilize por ler o que não queria!

Jogabilidade: novamente, o destaque da aventura são as Souls, que permanecem com um sistema muito semelhante ao visto em Aria. As mesmas subdivisões (cada uma representada por uma cor diferente) continuam existindo, sendo que elas também tem funções semelhantes. Porém, agora as Souls tem uma nova função: criar armas! Esse talvez seja um dos pontos mais geniais encontrados na jogabilidade desse game. Basicamente o sistema de criação de armas funciona da seguinte forma: determinadas armas poderão ser fundidas com determinadas Souls (tudo isso falando com Yoko, que fica na área onde se localiza o Shop de Hammer). Essa fusão terá como resultado uma nova arma, diferente da original utilizada na fusão. Com essa arma, um nova fusão poderá ser feita, e assim sucessivamente, até que se chegue nas armas finais. Todos os tipo de armas (Espadas, Machados, Lanças, Soqueiras, etc) terão suas fusões, que em resultado finais darão à você armas realmente poderosas! Além do sistema de fusões, o uso das Souls aqui apresenta uma produção visual bem melhor, também com uma enorme diversidade de ataques e outros recursos, além de muita utilidade (destaque para a Soul de Skull Archer e seus danos acima de 1000 por disparo!). Outro ponto que surge como novo elemento nesse game é o Magic Seal. Basicamente, sempre que você estiver enfrentando um chefe, imediatamente após o ultimo golpe, um Magic Seal aparecerá cobrindo a tela, diretamente em cima do inimigo. O Magic Seal trata-se de um desenho que deve ser feito na tela com a caneta Stylus do DS. Ele é composto por diferentes ângulos e cada Boss tem um Seal diferente a ser quebrado. O inimigo só será morto de verdade após o Seal ser desenhado com perfeição, sendo que como recompensa, você ganha a vitória e a Soul de cada um deles!

Pros: os gráficos são incríveis, seguindo o padrão de alta qualidade 2D vista em outros Castlevania (com uma linha que se assemelha aos seus irmãos de DS, Portrait Of Ruin e Order Of Ecclesia); a sistema de criação de armas foi muito bem desenvolvido, além de proporcionar um uso maior de diversas armas, muitas adquiridas nas fusões; a trilha sonora é excelente; o enredo é muito bom e bastante diferenciado (até por contar também com mais de um final); a dificuldade e o tempo de jogatina estão maiores, preenchendo o que faltou nesses aspectos em Aria Of Sorrow; as Souls foram melhor produzidas, tanto visualmente como em suas funções, sendo que existe um número bem maior de Souls que realmente fazem grande diferença na aventura; como no game anterior, as armas finais são enormes e muito bem detalhadas!

Contras: o sistema de Magic Seal me pareceu uma tentativa desesperada (ou forçada pela produção) de se adequar às inovações de toque de tela do Nintendo DS. À primeira vista pode até parecer interessante, mas com o tempo se torna um problema. Os desenhos vão ficando cada vez mais difíceis de serem feitos, e para fazê-los, o jogador deve largar tudo para desenhar na tela. Quer um problema maior ainda? Caso erre, o chefe volta a se mexer, podendo atacá-lo ainda até que você novamente acerte o "último golpe". Imagine que você o atacou quando estava com pouco HP, acabou errando o desenho, e o chefe "voltou a vida". Um mínimo deslize de sua parte pode fazer você ter de repetir todo o combate por uma morte indesejada (por um motivo besta)! Sinceramente, esse sistema não me convenceu...

Screenshots:











Trailer:


Considerações Finais: Em minha opinião, Dawn Of Sorrow representou um avanço em muitos aspectos de Aria Of Sorrow. Mesmo que ambos sejam games quase que igualmente excelentes, Dawn Of Sorrow conseguiu potencializar ao máximo tudo aquilo que já era bom em seu antecessor, com destaque para as novas Souls, o sistema de criação de armas (totalmente genial!) e uma série de melhorias técnicas que devem ser consideradas. Certamente, esse é mais um Castlevania altamente recomendado, sendo que consegue ficar em um nível de qualidade geral semelhante à alguns dos mais idolatrados games da franquia. Enfim: para todos os fãs da série, recomendo que joguem ambos os games aqui apresentados! Garanto que o arrependimento será inexistente! Comentem! Até mais pessoal! Nos vemos por aqui!


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

ESPECIAL: A EVOLUÇÃO DOS VIDEOGAMES!

O INÍCIO
Os jogos de videogame, tão populares atualmente, na verdade passaram por uma longa jornada até chegar na geração que conhecemos hoje. Os primeiros jogos foram produzidos em 1958 nos Estados Unidos, uma versão bem simples de tênis. A partir daí o conceito foi avançando, de modo a popularizar a ideia. Inicialmente, a chamada Primeira Geração dos Consoles contava com sistemas completos, desenvolvidos para rodar apenas os jogos específicos já associados. O mais famoso talvez tenha sido o "Pong", lançado pela recém nascida Atari. Consistia em uma máquina grande parecida com os fliperamas que rodava um jogo similar ao ping pong, jogado por duas pessoas. Eram bastante caros para a época e inviáveis para comércio para a população em geral. No Brasil esta geração chegou com os telejogos produzidos pela Philco em 1977.













Para fins históricos, a primeira geração acaba em 1977 com o lançamento dos sistemas que associam uma placa externa para rodar os jogos (cartuchos). A seguir listamos os mais populares e importantes videogames lançados, em ordem cronológica:


ATARI 2600
Ano de Lançamento: 1977
Geração: Segunda
Jogo mais vendido: Pac Man
Histórico: o mais lendários dos videogames até hoje, lançado no Brasil em 1983, é considerado um dos grandes ícones dos anos 80. Vendeu cerca de 30 milhões de cópias, contando com jogos clássicos até hoje como Pac Man, River Ride, Space Invaders, Hero e Pitfall. A Atari dominou o mercado de 1977 até 1982. Neste ano vários concorrentes similares ao Atari 2600 surgiram no mercado. Na tentativa de superá-los, foi lançado o Atari 5200. Este apresentava, no entanto, problemas em alguns jogos e o controle não respondia bem. Ainda assim teve boas vendas. O fim da geração Atari ocorreu em 1983, quando o mercado estava saturado com vários videogames, todos muito parecidos, de modo que a competição acabou prejudicando a todos. O golpe final foi o surgimento de um concorrente pesado, já da 3ª geração. A empresa tentou competir lançando o Atari 7800 mas era tarde demais, a era de ouro havia acabado.


MSX
Ano de Lançamento: 1983
Geração: equivalente à Terceira
Jogo mais Vendido: faltam dados
Histórico: O MSX é na verdade um microcomputador, lançado inicialmente no Japão por uma representante da Microsoft. Operava pelo sistema MSX-DOS e tinha, entre outras possibilidades, função de rodar alguns jogos específicos. O MSX teve várias versões desde a original (83), MSX-2 (86), MSX 2+ (88) e MSX Turbo R (90). Foi descontinuado em 1995, com a popularização do Personal Computer e o sistema Windows. Antes do lançamento do NES, o MSX era o sistema de jogos mais popular no Japão, sendo que as séries Metal Gear e Bomberman foram produzidas pensando neste sistema. Posteriormente ainda recebeu versão dos principais títulos não exclusivos lançados para o NES, como Final Fantasy, Dragon Quest, Castlevania e Contra. O MSX "renasceu" apenas em 2001 com o surgimento de um emulador próprio que permitia rodar seus jogos. O MSX chegou a ser comercializado no mundo nos anos 80, incluindo aqui no Brasil pelas empresas Sharp e Gradiente.


NINTENDO ENTERTAINMENT SYSTEM
Ano de Lançamento: 1983
Geração: Terceira
Jogo mais Vendido: Super Mario Bros
Histórico: o NES (Nintendo Family Computer - Famicom - no Japão) marcou o início da terceira geração e o nascimento de um novo conceito de jogos, não mais apenas baseados na diversão mas também em roteiros bem produzidos. O NES representou o surgimento de várias séries famosas até hoje. O que garantiu o sucesso foi o contrato de exclusividade da Nintendo com as produtoras de jogos recém surgidas na época, como a Capcom (Street Fighter, Megaman), a Konami (Castlevania, Metal Gear) e a Square (Final Fantasy), além de séries geniais produzidas pela própria Nintendo (Zelda, Metroid e Mario).  Foi também para o NES que surgiu alguns gêneros famosos hoje como os beat'em up e o RPG (Dragon Quest) e representou a migração do domínio da tecnologia dos videgames dos Estados Unidos para o Japão.
SEGA MASTER SYSTEM
Ano de Lançamento: 1985
Geração: Terceira
Jogo mais Vendido: Alex Kidd in Miracle World
Histórico: o Master System foi o primeiro videogame da Sega, lançado para competir com o Famicom. No entanto, as parcerias estabelecidas pela Nintendo impediram que os principais títulos chegassem ao Master, sendo ele um fracasso no Japão e nos Estados Unidos. Em outras regiões do mundo, entretanto, ele fez bastante sucesso, chegando a ter jogos exclusivos na Europa. No Brasil, foi lançado em 1989 e fez bem mais sucesso que o NES, tendo várias versões de jogos nacionais, entre eles o da Turma da Mônica.

SEGA MEGA DRIVE
Ano de Lançamento: 1988
Geração: Quarta
Jogo mais Vendido: Sonic the Hedgehod
Histórico: se a Sega havia perdido na geração 8 bits, foi ela a chegar primeiro na quarta geração (16 bits). Lançado com o nome de Mega Drive no Japão e Genesis nos EUA, foi um videogame revolucionário em vários aspectos, principalmente pela opção de ser expandido para um sistema 32x através do Sega CD além de ter sido o "criador" do sistema de censura por idade nos jogos após o lançamento de Mortal Kombat. Após o lançamento de Street Fighter 2, um controle de seis botões foi produzido, sendo o de três deixado de lado. O Mega concorreu diretamente com o SNES, tendo produzido muitos jogos clássicos.

GAMEBOY
Ano de Lançamento: 1989
Geração: Quarta
Jogo mais Vendido: Tetris
Histórico: a Nintendo novamente pretendia inovar, e lançou no final dos anos 80 o Game Boy, um minigame que combinava os atributos do NES mas com possibilidade de ser portátil. Funcionando com apenas duas pilhas comuns, o Gameboy logo ganhou o mundo. No princípio seu grande fator limitante eram as cores (amarelo e preto) e o fato que muitos se queixavam de dor nos olhos após muito tempo de uso. Esse defeito foi corrigido em versões futuras.

NEO GEO
Ano de Lançamento: 1990
Geração: Quarta 
Jogo mais Vendido: The King of Fighters '95
Histórico: foi a vez da produtora SNK se lançar ao mercado. O resultado foi o Neo Geo, um videogame com ótima qualidade gráfica e sonora, voltada especialmente para os jogos de luta da produtora, como Fatal Fury, Art of Fighting, King of Fighters, World Heroes entre outros. Apesar de não vender tanto quanto seus concorrentes, é um console idolatrado até hoje por fãs e colecionadores.

SEGA GAME GEAR
Ano de Lançamento: 1990
Geração: Quarta
Jogo mais Vendido: Sonic the Hedgehog
Histórico: na tentativa de competir com o Game Boy da Nintendo, a Sega lança o Game Gear. Teve famosas versões de Tetris, Sonic e The Lion King, além de versões de alguns jogos do Master System e do Mega Drive mais futuramente. Acabou não alcançando sucesso porque o Game Boy já dominava o mercado, além de ser consideravelmente mais barato. Recentemente foi anunciado que o N3DS terá relançamentos de alguns jogos do Game Gear.
SUPER NINTENDO ENTERTAINMENT SYSTEM
Ano de Lançamento: 1990
Geração: Quarta
Jogo mais Vendido: Super Mario World
Histórico: um dos mais importantes videogames já produzido, o SNES chegou ao mercado para concorrer com o Mega Drive. Possuía um chip de video mais avançado, o que permitia os notórios melhores gráficos quando comparado com seu rival. O SNES manteve-se à frente por continuar com as velhas parcerias com a Konami, Square e principalmente Capcom, que rapidamente se tornou a maior produtora de jogos da época, com clássicos como Street Fighter 2, Megaman, Megaman X, Final Fight, Breath of Fire e X-Men. Os sucessos da produtora ganharam continuações, com Super Metroid, Zelda a Link to the Past e Mario. Alguns jogos foram inclusive capazes de chegar aos limites da capacidade do console, como Star Ocean e Tales of Phantasia. Foi também inovador por ter o primeiro jogo pré-produzido com gráficos 3D, Donkey Kong Country.

3DO INTERACTIVE MULTIPLAYER
Ano de Lançamento: 1993
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Return Fire
Histórico: produzido pela Panasonic, foi o primeiro console da quinta geração. Apresentava processador 32 bits e já utilizava o CD como mídia. No entanto encontrou o mercado saturado, completamente dominado pelo SNES e pelo Mega Drive, não atingindo grande sucesso ou reconhecimento.

ATARI JAGUAR
Ano de Lançamento: 1993
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Alien vs. Predator
Histórico: o Jaguar representou a última tentativa de recolocar a Atari entre as produtoras de videogames. No entanto seu fracasso também se deveu ao domínio dos já consagrados SNES e Mega Drive, o que representou o golpe final na companhia. Um detalhe interessante é que o sistema do Jaguar já usava processador 64 bits! Ainda assim, muitos o consideram uma lenda urbana.

SEGA SATURN
Ano de Lançamento: 1994
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Virtua Fighter 2
Histórico: o inovador Saturn foi sucesso no Japão, mas não conseguiu atingir o mesmo nos EUA. Apesar de um sistema poderoso, alguns detalhes impediam o máximo aproveitamento de suas capacidades. Teve vários jogos famosos, entre eles Street Fighter Alpha, Virtua Fighter (o criador desse novo modelo de luta, mais realista) e muitos RPGs, entre o qual destaca-se Phantasy Star, Albert Odissey, Shining Force 3 e Princes Crown

SONY PLAYSTATION
Ano de Lançamento: 1994
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Final Fantasy VII
Histórico: também em 94 a Sony se lança ao mercado dos consoles com o Playstation (Playstation Xperience, psx), sendo este um dos mais vendidos de todos os tempos. Não demorou muito para o psx dominar o mercado da época pelas parcerias da Sony com as três grandes produtoras: a Square, que lançou uma lista interminável de excelentes RPGs (Final Fantasy VII, VIII, IX, Tactics, Xenogears, Chrono Cross, Star Ocean, Legend of Mana, Parasite Eve, entre outros); a Konami, que produziu pérolas desse período (Castlevania SotN, Metal Gear Solid Snake, Winning Eleven, Suikoden, Silent Hill); e a Capcom, que seguiu lider de mercado após o lançamento de Resident Evil, o jogo responsável por popularizar o gênero de terror e que influencia uma série de jogos até hoje, além de manter os já consagrados Street Fighter, Megaman e Breath of Fire. A Sony também foi importante para melhorar o sistema de controles, com a primeira versão do Dual Shock. 
PERSONAL COMPUTER
Ano de Lançamento: anos 70, 1995
Geração: constante evolução
Jogo mais Vendido: The Sims
Histórico: os primeiros projetos envolvendo computadores são realmente antigos, em torno dos anos 70 pelo que se sabe. No entanto, a popularização só ocorreu com o lançamento do sistema Windows de 1995, que permitiu a previsão de Bill Gates que cada pessoa ou família teria seu próprio computador pessoal. Assim nasceu o PC, inicialmente como um sistema para trabalhos e estudo, mas que rapidamente se tornou uma importante forma de lazer. E muito disso vem de sua capacidade de rodar jogos! O que inicialmente era um sistema muito simples tornou-se cada vez mais elaborado, permitindo que um número cada vez maior de jogos chegasse ao PC. Destes, o mais clássico entre os gamers talvez seja Diablo. O mais famoso, entretanto, foi a série The Sims, que inaugurou a vida virtual e colaborou para os relacionamentos à distância. Com o tempo outros sistemas operacionais surgiram para competir com o Windows, como o Linux, e o Mac da Apple, ainda que o primeiro permaneça como líder no quesito games.
NINTENDO 64
Ano de Lançamento: 1996
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Super Mario 64
Histórico: a Nintendo demorou mais para entrar na quinta geração e o fez com o muito esperado Nintendo 64. Apresentava como diferencial, pela lógica do nome, processador 64 bits, sendo mais avançado que seus dois principais concorrentes. No entanto, seguia limitado pelo uso de cartuchos e um sistema difícil de adaptar para as produtoras. Isso explica a baixa quantidade de jogos desenvolvidos para o sistema, sendo que o console sequer tem uma versão do clássico Metroid, o que decepcionou muita gente. Um grande clássico é o Zelda Ocarina of Time, até hoje um dos mais conceituados games da série.


GAMEBOY COLOR
Ano de Lançamento: 1998
Geração: Quinta
Jogo mais Vendido: Pokémon Gold & Silver Version
Histórico: se a Nintendo não havia se dado bem nos consoles de quinta geração, nos minigames ela reinava soberana. O lançamento de Pokémon Red e Blue para o GB tornou inviável a permanência das cores como eram. Assim nasceu o GBC, quase que voltado exclusivamente para Pokémon, tanto que uma edição especial com o Pikachu foi lançada. A cada versão lançada o sistema se afastava de um "passatempo" e se aproximava de um console como qualquer outro.

SEGA DREAMCAST
Ano de Lançamento: 1998
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Sonic Adventure
Histórico: na tentativa de bater o Playstation e o Nintendo 64, a Sega lança o primeiro videogame da sexta geração. O Dreamcast foi um videogame precurssor por ser lançado bem antes dos demais da sexta geração. Chegou a fazer sucesso por algum tempo, mas o lançamento do novo console da Sony acabou com suas chances no mercado, acabando também a era da Sega como produtora de videogames.

PLAYSTATION 2
Ano de Lançamento: 2000
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Grand Theft Auto San Andreas
Histórico: o Playstation 2 chegou ao mercado com muita expectativa. Apresenta um sistema moderno e rápido e uma variedade de jogos impressionante, contando com várias marcas exclusivas como God of War, Final Fantasy X e Devil May Cry, além de versões dos principais títulos lançados no período, como GTA III e GTA San Andreas, o mais vendido até então. O PS2 foi o videogame mais vendido de todos os tempos, sendo que é também o mais duradouro, uma vez que segue sendo produzido até hoje, o que totaliza incríveis 12 anos no mercado até o momento. Ainda que a maioria dos jogos não chegue mais ao PS2, alguns ainda ganham versões anuais, como os rivais PES e FIFA. O console também permite conexão com a web a partir de um adaptador, sendo os primórdios da playstation network.

GAMEBOY ADVANCE
Ano de Lançamento: 2001
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Pokémon Ruby and Sapphire Version
Histórico: o último produto da linha Game Boy, apresentava um sistema rápido e potente, o que é exemplificado nos bons gráficos de seus jogos. A tela LCD com boa resolução também auxilia neste fator. Apresenta compatibilidade com jogos de seus antecessores, por isso foi muito aclamado por manter os clássicos. Novamente, a mais recente versão de Pokémon foi o jogo mais popular, mas o sistema possui também versão para todos os maiores clássicos da Nintendo como Metroid e Zelda, além de outros títulos importantes da geração 2D como Castlevania e Megaman.

NINTENDO GAMECUBE
Ano de Lançamento: 2001
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Super Smash Bros Melee
Histórico: também em 2001 a Nintendo lança seu novo console, com um formato diferente dos demais (de onde vem o nome "cubo"). Apresentava compatibilidade com o recém lançado GBA. Ganhou versão dos principais títulos da Nintendo e da Capcom, inclusive alguns jogos exclusivos de Resident Evil. O interessante é que a Sega, rival dos tempos em que disputavam o mercado dos consoles, tornou-se uma grande parceira da Nintendo nesta época. 

XBOX
Ano de Lançamento: 2001
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Halo 2
Histórico: a Microsoft também resolveu se lançar ao mercado dos consoles lançando o Xbox. Apresentava um sistema operacional muito semelhante ao de um PC, facilitando muito para as produtoras na hora de lançar jogos, compatíveis com os dois sistemas. A microsoft também criou uma rede para seus jogadores, a Xbox Live. O Xbox fez muito sucesso, especialmente nos EUA.

NINTENDO DUAL SCREEN
Ano de Lançamento: 2004
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: New Super Mario Bros
Histórico: A nintendo manteve seu domínio nos portáteis, lançando o inovador Nintendo DS. Apresentava como novidade as duas telas, permitindo uma exploração mais complexa do ambiente de jogo. O DS recebeu versões dos principais títulos da nintendo, com destaque para Pokémon, Zelda e Metroid, além de excelentes versões de Castlevania e muitos bons RPGs. Apresenta compatibilidade com a versão anterior (GBA) e pode acoplar vários acessórios como fones de ouvido, mp3 player entre outros.

PLAYSTATION PORTABLE
Ano de Lançamento: 2004
Geração: Sexta
Jogo mais Vendido: Monster Hunter Freedom Unite
Histórico: O PSP marcou a entrada da Sony no mercado dos minigames, concorrendo diretamente com o NDS. Apresenta um sistema muito potente, o que associado com sua incrível tela de LCD permite uma qualidade gráfica comparável aos consoles tradicionais. O PSP recebeu versão das principais marcas exclusivas da Sony como Metal Gear Solid, God of War, Silent Hill e GTA. O interessante é que vários jogos do PSP fizeram tamanho sucesso que acabaram relançados para o ps2. Recebeu também versão de vários RPGs de sucesso de gerações anteriores, destaque para Star Ocean, Final Fantasy Tactics e Lunar. O PSP apresenta várias funções inatas, como tocar video, mp3, visualizar fotos, entre outros.

XBOX 360
Ano de Lançamento: 2005
Geração: Sétima
Jogo mais Vendido: Halo 3
Histórico: A Microsoft foi a primeira a desenvolver um sistema da sétima geração, o Xbox 360. Apresentando compatibilidade com o Xbox, o Xbox 360 preocupou-se em evoluir a Xbox live, permitindo compra e download de jogos e a opção do multiplayer online. Novamente por sua aproximação com os PCs, os grandes jogos de computador foram lançados também para o console. O Xbox 360 conta com diversos acessórios, destaque para o Kinect, um sistema capaz de capturar os movimentos dos jogadores, dando introdução à interatividade nessa nova fase dos sistemas.

PLAYSTATION 3
Ano de Lançamento: 2006
Geração: Sétima
Jogo mais Vendido: Call of Duty Modern Warfare
Histórico: Para a nova geração s Sony lança o ps3. Assim como a Microsoft a Sony apostou na Playstation Network, uma rede gratuita para quem possui ps3 que permite baixar demos, comprar jogos, mandar mensagens para amigos e jogar online. Tem compatibilidade com o PSP e teve os principais jogos de ps2 e psx relançados na PSN por preços promocionais. Dos videogames da sétima geração o ps3 é o que mais se manteve na linha tradicional, apresentando como principais vantagens a grande quantidade de jogos exclusivos, como os esperados God of War 3, Metal Gear Solid 4, Yakuza 3 e 4 e a famosa série Uncharted, além é claro de versões dos principais títulos lançados neste período.

NINTENDO WII
Ano de Lançamento: 2006
Geração: Sétima
Jogo mais Vendido: Wii Sports
Histórico: Diferenciando-se de seus principais rivais, a Nintendo lançou o Wii, que tem por principal característica a sua interatividade, muito por causa de seu controle Wii Remote, que permite sensibilidade nos movimentos realizados pelo jogador. Como de costume, todos os principais títulos da Nintendo tiveram lançamentos para o Wii, sempre destacando Pokémon, Super Mario, Metroid e Zelda. No entanto, o que mais fez sucesso neste console e o fez o mais vendido da atual geração são os jogos interativos, destaque para o Wii Sports, o mais vendido de todos os tempos, fazendo do Wii um videogame popular mesmo entre pessoas que normalmente não jogariam videogame.

NINTENDO 3DS
Ano de Lançamento: 2011
Geração: Oitava
Jogo mais Vendido: Super Mario 3D Land
Histórico: O primeiro console da oitava geração apresenta uma série de melhorias em relação a geração anterior com diversos aplicativos. De certa forma, o 3DS (como o nome já indica) é uma versão aprimorada do DS, que apresenta games com uma qualidade gráfica extremamente superior. Além disso, o 3DS tem um direcional analógico (inexistente no seu antecessor) que permite uma jogabilidade muito mais ampla. E para dar um verdadeiro sentido para o nome do videogame, devemos citar a grande questão por tras do Nintendo 3DS: sua capacidade de gerar imagens tridimonsionais sem a necessidade do uso do famoso oculos 3D. Sem dúvida uma revolução.

PLAYSTATION VITA
Ano de Lançamento: 2011
Geração: Oitava
Jogo mais Vendido: Uncharted: Golden Abyss
Histórico: Assim  como o 3DS representa uma melhoria do DS, o PS Vita tambem representa uma melhoria do PSP. Ambos trouxeram para os portateis os gráficos da atual geração. O PS Vita apresenta uma série de inovações em comparação a seu antecessor nos portateis (fora os já citados gráficos), como por exemplo sua tela sensivel ao toque (Touch Screen). Além disso, o console vem com entrada para cartão de memoria, microfone (possibilitando a comunicação entre jogadores em jogatinas online pela PSN) e dois direcionais analógicos, que possibilitam um gameplay mais agradável, trazendo uma facilidade maior em ajuste de cameras e movimentação do personagem simultaneamente. Juntos, PS Vita e 3DS representam a maior potencia grafica dos portáteis.


Então é isso pessoal! Essa foi uma postagem pensada como comemoração do aniversário do Blog! Longas pesquisas foram feitas, e estamos satisfeitos em ter aprendido juntamente com vocês sobre a história dos videogames, do inicio até os tempos atuais. Espero que vocês tenham gostado dessa postagem especial de aniversário do PCG.Blogspot! Caso tenhamos esquecido algum videogame importante, deixe nos comentários, pois assim podemos quem sabe ainda incluí-lo no texto. Muito obrigado pela visita de todos! E caso você ainda não tenha lido, aproveite para passar na postagem que conta um resumo da história do Blog, desde 01 de Agosto de 2011 até agora! Basta clicar aqui, para conhecer tudo que rolou nessa trajetória que acaba de completar seu primeiro aniversário e seguirá rumo à outros, com certeza!

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