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quinta-feira, 1 de maio de 2014

DEPOIS DE MUITO TEMPO... ATUALIZAÇÕES!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Se você não é novo nesse endereço, e já nos visitava a certo tempo, acompanhando em Redes Sociais e tudo mais, sabe que passamos por um periodo onde nosso tempo já não era mais o mesmo para todos os compromissos que um Blog exige (escrita, edição, formatação, etc). Blogs dão trabalho, e trabalho tira nosso tempo. Por isso, tivemos que parar nossas atividades, sendo que a última postagem está datada de 30 de Outubro de 2012.
E caso você esteja se perguntando, não estou aqui, infelizmente, para avisar que voltaremos às atividades, pois isso segue fora de nossos planos. Mas quero avisar que estou fazendo um novo trabalho no Youtube, onde tudo é mais divertido! Segue o link do Canal logo abaixo! Dê um apoio para que esse projeto vá pra frente como esse Blog foi, pois assim muitos videos de Detonados, Análises, etc, serão produzidos com tudo por lá! Inscreva-se no Canal e venha comigo nessa aventura! Um forte abraço a todos! Até mais!


Videos até o momento: https://www.youtube.com/user/PhillXGame/videos
Novo perfil na Rede Gamer, Alvanista: http://alvanista.com/phillcs


terça-feira, 30 de outubro de 2012

MATÉRIA: PETIÇÃO PARA DESENVOLVIMENTO DE RESIDENT EVIL 2 REMAKE!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Algum dia já passou pela sua cabeça a ideia de que talvez você pudesse ter em mãos o poder de influenciar uma gigantesca produtora de videogames à produzir um jogo que você tanto gostaria que fosse lançado? E o melhor: tudo isso em em questão de segundo, 20 talvez, através de poucos cliques e digitações? Pois saiba que não estou aqui trazendo apenas uma ilusão à vocês (ainda que talvez, de fato, seja uma questão que envolva um pouco de fé). Recentemente foi criada uma ideia que imediatamente me chamou a atenção: uma petição, criada diretamente por um fã, tentando convencer a Capcom à desenvolver um Remake de Resident Evil 2, um dos mais lendários games da franquia. Segundo algumas fontes, a petição teria surgido por um motivo bem simples: em meio a um lançamento e outro, os próprios diretores responsáveis pela produções da série teriam dito que se houvesse interesse por parte dos fãs, um Remake de Resident Evil 2 seria considerado. Então, a ideia da petição surgiu, o site para ela foi criado e as assinaturas começaram. Em questão de pouco tempo, os números cresceram muito e crescem cada vez mais, a cada minuto que passa! Agora, muitos devem estar pensando e se perguntando: "Como posso saber que isso é verdade? Quem garante que realmente farão o Remake, por causa de simples votos de fãs? Que diferença um voto a mais ou a menos fará?". A resposta para todas essas perguntas é exatamente a mesma, e trata-se de apenas uma palavra: ESPERANÇA! Tratando-se de algo que pode ou não acontecer, dependendo de muitos fatos, devemos ter esperança e tentar pelo menos fazer o que podemos. Afinal, você sabe o que é necessário para deixar sua assinatura? Apenas um clique na página que deixarei ao final do texto, onde você terá de simplesmente deixar seu nome (o que preferir), e sua idade, por tratar-se de um game que obviamente teria restrições quanto a isso devido à tradicional violência da franquia. Simples assim! Você não precisará deixar nenhum tipo de dado pessoal, e-mail, nada! Em 20 segundo no máximo está tudo pronto, e você pode dizer que contribuiu para esse projeto! Não custa nada, não é mesmo? Agora, alguma questões que estão sendo frequentemente abordadas:

Como seria o Game? Estilo tradicional (Pré-RE4) ou atual (Pós-RE4)?
Bem... isso não se sabe ainda, afinal, trata-se de um pedido de produção, e não há qualquer tipo de confirmações sobre o game estar sendo realmente pensado. Sendo assim, os fãs estão se dividindo para dois lados: 1) Os que tem esperanças de que o Remake será no estilo de cameras fixas, no padrão "Pré 4" da série; 2) Os que mesmo pensando que talvez o game seja no padrão "Pós 4" votam, pois acreditam que de qualquer forma, o game seria bom. Existe ainda um terceiro grupo que afirma que não votará porque o game não seria bom se fosse na onda dos mais recentes. Eu particularmente respeito o gosto de todas as pessoas. Mas tratando-se do meu gosto, devo dizer que os Resident Evil atuais me agradam muito mesmo, então, não vejo o porque do game ser ruim por seguir o padrão atual. Existe sim uma questão de "conservar os clássicos", mas devemos pensar que Remakes podem sim modificar os clássicos, transformando-os talvez em novos clássicos um dia, quem sabe? Afinal, assim como não temos garantias por enquanto, também não podemos ter a garantia de que a Capcom não poderá fazer um super game! E acima de tudo, o clássico ficará clássico, pois o Remake não virá para derrubar o game original: poderemos continuar jogando-o, sem dar atenção ao Remake se não ficar o que se esperava. Mas novamente repito o que disse anteriormente: o que custa pelo menos tentar? São apenas poucos segundos, sem custo nenhum! E depois, caso o game realmente aconteça, ninguém será obrigado a comprá-lo por ter assinado a petição.

Para que plataformas sairá o game se for lançado?
Outra questão sem resposta. Não há como ter certeza disso, mas acredita-se que o jogo seria lançado para todas as três atuais potências do mercado (Playstation 3, XBox360 e Windows). Afinal, estamos vivendo uma época de multiplataformas, onde as produtoras cada vez menos investem em apenas um console, pois isso de certa forma diminui lucros. Porém, há uma questão que talvez ainda não tenha sido pensada: a atual geração de games pode estar acabando logo, pois já começa-se a falar de Playstatio 4 e XBox720 pela internet a fora. Se a "Next Gen" chegar  no ano que vem como se fala (também apenas teorias), talvez o foco passe para ela. De qualquer forma, dificilmente os videogames de agora perderão seu foco tão rápido. E a prova disso e que games estão previstos à serem lançados no ano que vem ainda para PS3/XBox360. Mas enfim: são algumas possibilidade de respostas para a pergunta do sub título. Difícil responder com precisão.

Conclusão do assunto: 
Discutimos aqui um assunto que envolve mais dúvidas do que repostas. Não podemos simplesmente garantir que teremos de fato um Remake de Resident Evil 2 com a assinatura dos fãs. Mas também não perdemos absolutamente nada ao tentar fazer isso acontecer! Uma oportunidade única pode ter surgido em frente aos nossos olhos, e deixar passar essa oportunidade, não me parece uma opção! Mesmo que muitos tenham sua posição mais "radical" declarada quanto ao Remake (com a visão de que a série se perdeu de suas origens e por isso não merece mais o mesmo respeito), talvez muitos que aqui estão lendo essa postagem, pensem como eu: um game histórico pode estar por vir! Para mim, que gosto tanto do novo quanto do antigo modo de se fazer Resident Evil, o game será ótimo de uma forma ou de outra (creio eu, pelo menos). Mas quem sabe, uma grande surpresa não pode vir mesmo para os mais "radicais"? De qualquer jeito, temos um grande exemplo de um Remake já lançado: o Remake do primeiro game, que foi lançado para GameCube em 2004, que foi simplesmente espetacular! Então, sabemos ao menos que a produtora não economizaria em um possível Remake do segundo game, que acima de tudo, é um dos mais respeitados e amados de toda a franquia, até hoje! Então, vamos dar nossa assinatura para esse projeto! Algo rápido e prático, que poderá nos deixar muito satisfeitos um dia! Quem sabe, logo essa matéria não possa ser substituída, com um novo título... algo como "Matéria: Fãs de Resident Evil 2 Fazem Remake Acontecer!". Seria histórico, não? Conto com vocês nessa! Qualquer tipo de discussões, a sessão de comentários aqui em baixo está aberta para vocês, como sempre! Estarei disposto a esclarecer dúvida ou mesmo discutir (de maneira civilizada, obviamente, porque isso não preciso nem dizer) sobre questões do game em si! Um abraço a todos os Resident-Evil-Maníacos ligados aqui no PrettyCoolGames! Abaixo, seguem os links para a página da petição, e a Fanpage do Facebook dos caras que se encarregaram de espalhar a ideia:


domingo, 28 de outubro de 2012

JOGOS NÃO RECOMENDADOS (PARTE 2)!

Semana especial Halloween aqui no PrettyCoolGames.Blogspot, seguimos revisando alguns jogos do estilo Survival que marcaram época. E hoje trazemos especialmente para vocês jogos que marcaram... negativamente! É a segunda parte da nossa série de jogos que nós do PCG não recomendamos, falando de dois jogos que você deve ficar o mais longe possível por serem terrivelmente ruins! Para quem quiser ver a primeira parte da série, clique aqui para ler sobre dois jogos de heróis macabros que nós definitivamente não indicamos aos leitores! Agora vamos com os Survival Horror não recomendados!

RESIDENT EVIL: SURVIVOR 2!

Corram, pois o Nemesis e o Steve estão de volta! Resident Evil: Survivor 2, como o nome já sugere para os conhecedores profundos da série, trata-se de um First-Person Shooter, seguindo os passos do game anterior que seguia a mesma linha (que alias era muito bom). Porém, esse é algo que poderíamos (e deveríamos) simplesmente descartar da grande história de games sensacionais que Resident Evil fez e faz desde o primeiro lançamento ainda no PSX. Survivor 2 conta com uma jogabilidade absurda (no mal sentido), sendo que seu objetivo em todas as missões é basicamente chegar ao chefe da fase em um determinado tempo, que é mostrado em formato de contagem regressiva na tela. Como se isso já não fosse retardado o suficiente, caso o contador chegue à zero, Nemesis (?) aparece e começa a perseguir você! Ele acaba com a história com apenas um golpe, e não pode ser derrotado a menos que você tenha a arma mais poderosa do game, adquirida de alguma forma que não sei qual (não me culpem, culpem a Capcom... por motivos óbvios. Vamos dizer que esse não é o game mais empolgante de se jogar para descobrir seus segredos). Talvez se ele tivesse ficado somente no Arcade, essa jogabilidade simplória poderia até passar como um game para se jogar por simples diversão, mas para um game que foi lançado também para PS2, pareceu algo realmente idiota. Em alguns lugares ele é conhecido pelo subtítulo “Code Veronica: Survivor 2”. A explicação para isso é simples: como a história apresenta dois personagens famosos de tal game (Claire e Steve), a Capcom decidiu que a historia sem sentido do game, que faz uma “mixagem” com inimigos de outros games, se passaria em um sonho que Claire teve em sua viajem para o Alaska, ocorrida em Code: Veronica. “Claro Capcom... agora esse jogo faz todo o sentido! Eu não teria conseguido dormir se não tivesse essa informação!”. Sinceramente, chega a ser engraçado a produtora ainda tentar encaixar Survivor 2 na cronologia oficial da série. Alias... essa historia de sonho parece a típica desculpa para dizer “Fizemos besteira, finjam que nada disso ocorreu!” em outras palavras. A parte sonora é literalmente uma clonagem de Code: Veronica, todas as músicas foram reutilizadas, mais uma vez mostrando um pouco esforço na produção do jogo. A única canção original é a trilha sonora de Nemesis, que basicamente será a única que você não vai querer ouvir! Os gráficos das CutScenes até não são ruins, pois ficam um pouco atrás de Code: Veronica, mas nada que chegue a comprometer tudo. Mas se estivermos falando dos gráficos de quando o gameplay acontece mesmo... ai a historia muda! Nos cenários você verá itens e armas gigantes, brilhantes e desproporcionais... flutuando..., coisa que aconteceria somente em um game de SNES (onde isso ainda era normal). Com tudo isso, a Capcom ainda coloca no Gameplay um sistema de Ranking oposto ao dos demais games da franquia, sendo que aqui, quanto mais tempo você jogar, melhor será sua classificação. Será que eles realmente esperavam que alguém jogasse tanto assim esse negócio? Acho melhor eu parar por aqui, dizendo apenas que se você é fã da sensacional série Resident Evil e leu essa breve análise, fique longe desse game, pois fingir que ele não existe é o melhor a se fazer! Possivelmente um dos games mais aterrorizantes que já vi... mas nesse caso, aterrorizante de tão ruim! Tanto que não merecia nem o ponto de exclamação em seu título, lá em cima da imagem principal...mas enfim... 
(Texto escrito por Mr.Gameworld)

Screenshots:











Trailer:



MICHIGAN: REPORT FROM HELL!
O gênero Survival entrou em evidência no PSX com o lançamento de grandes séries que temos até hoje. No PS2 esse estilo cresceu muito mais, atingindo seu auge pela grande quantidade de jogos lançados. O lado ruim dessa "produção em massa" é que muita coisa medíocre ou ruim foi criada. Dentre estes acredito que mereça destaque Michigan: Report From Hell. O jogo até começa com uma ideia interessante. Vários eventos bizarros envolvendo monstros e assassinatos ocorrem na cidade de Michigan, levando uma equipe de reportagem a investigar os fatos. O jogador passa a controlar o cameraman (sem nome) responsável por filmar a bela repórter Pamela Martel, sempre acompanhados pelo caboman Brisco. A exploração do jogo ocorre totalmente em primeira pessoa através da câmera, que não pode ser desativada ou deixada de lado (esse nosso amigo deve ser bem forte). O personagem tem pouquíssimas opções de ação, pode mover-se e empurrar coisas, além de aumantar o foco da câmera. Os eventos obrigatórios levam à morte da repórter Pamela, sendo substituída por Ann Anderson. Dali em diante o jogo segue uma exploração linear e repetitiva, sendo o seu personagem, mudo, é o único que pode tomar decisões. Portanto, ninguém abre portas a menos que você foque a câmera na maçaneta, ninguém pega um item se você não estiver olhando para ele do ângulo que o game entende ser o correto. E pior, ao ser atacado por monstros, a repórter apenas usa sua arma (que aparentemente faz parte do básico que qualquer repórter carrega) se você focar no monstro e apertar o botão de ação. Se eventualmente a repórter morrer, ela será substituída por outra e pula a fase. Se acontecer de novo vai indo assim até a última. Acho que é o único jogo que quanto pior você for mais rápido termina. Você pode inclusive terminá-lo fracassando em todos os objetivos. O jogo possui três finais, variando de acordo com a motivação do personagem e sua "moral" (se optou por salvar pessoas ao invés de filmar elas morrendo). Mas isso faz pouca diferença já que todos são curtos e estapafúrdios. Agora não tenho certeza se o jogo simplesmente não explica sua história no final ou se eu estava tão desmotivado que não prestei atenção. E claro, ao concluir o jogo você ganha a opção de ver a repórter que você terminou o jogo fazendo Pole Dance e pode jogar de novo com ela de biquíni. Faz muito sentido, afinal nós gamers queremos mesmo ver peitos virtuais, ninguém se interessa por roteiro. Esquecendo um pouco a história e partindo para uma análise mais técnica: o jogo tem uma trilha sonora que não se destaca mas não compromete; já os gráficos são inicialmente razoáveis, mas a extrema falta de expressão no rosto dos personagens torna o gameplay deprimente. Certas cenas e ângulos são constrangedores pelo nível hentai de apelação. Sobre a jogabilidade, ela chega a ser um insulto ao Dual Shock 2 do PS2 pela quantidade de botões que simplesmente não tem serventia nenhuma. Na verdade esse game poderia tranquilamente ser adaptado para o joystick do Atari 2600! Enfim, pessoal, acho que já falei o bastante. Michigan é um jogo que falha em todos os aspectos, inclusive naquilo que se propõe. Mesmo que na geração atual os Survival estejam meio em baixa, nada justifica perder o seu tempo nesse jogo, vale muito mais um replay de qualquer Silent Hill ou Resident Evil (exceto o acima mencionado, claro), não importando quantas vezes você já os tenha completado.
(Texto escrito por Edu-jb)

Screenshots:












Trailer:




Assinado: Equipe PrettyCoolGames.Blogspot

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

LITERATURA GAMER: PROJETO PANDORA


Por um estante o metal frio da arma distraiu-o. Olhou seu reflexo metalizado percorrendo o sangramento ondulado escorrido pelo seu rosto, seus olhos meios caídos e sua expressão cansada apenas fizeram se sentir mais desconfortável. Contou quantas balas ainda restavam. Uma, duas, três, quatro. Quatro. Nenhuma a mais. Apoiou as costas na parede, ergueu a cabeça e fechou os olhos. Tivera sorte, eram três deles que estavam vindo pelo corredor para buscá-lo, somente três faria a fuga mais fácil.
   Adentrou o corredor e rapidamente deu dois disparos – acertou dois homens nas pernas, fazendo estes caírem. E com a arma apontada para o que ficou de pé disse:
— Não se mexa.
— Você sabe que não vai conseguir fugir dessa mansão, e acabará por receber a punição por ter traído o Projeto Pandora. — Retrucou o homem.
— Eu não traí a Pandora, general. Pelo contrario, eu que fui enganado.
— Enganado? — O general Clark segurou um riso.
— Sim, enganado! Igual ao Dr. Fredie, que foi iludido ao criar a fórmula Ceint01 achando que finalmente poderia por um fim nas doenças e fraquezas humanas, dando mais resistência e uma saúde de ferro. Mas o que realmente aconteceu foi desastroso! Todos que estavam perto viraram mutantes.
— Para isso a Pandora foi criada, para curar todos os que sofreram as mutações...
— Mentira! — Gritou interrompendo Clark — Isso é o que querem que acreditem... Foi nisso que eu acreditei. — Deu um tiro em seu antigo general e recuou correndo.
   A bala atingiu o peito esquerdo do alvo.
— Você não vai espaçar Tony. — Sibilou enquanto tocava seu machucado.
    Enquanto corria, Tony pensou com pesar no tempo que fizera parte da Pandora e em quantos mutantes havia manipulado ou persuadido para aceitarem a cura.
    Mas andar pelas vielas escuras do seu passado de arrependimentos não mudaria nada, agora.  A realidade era que um fugitivo da base do inimigo possuía uma única bala. Contudo ele tinha uma vantagem: conhecia aquele lugar muito bem.
— Preciso sair daqui. — Pensou.
   Tentando abrir portas, encontrou uma aberta. Era um quarto. Vasculhou a mobilha do cômodo, porém não achou nada que lhe poderia ser útil. Deu uma olhadela na janela, terceiro andar, mansão cercada - pelo bando de Clark.
— Encontrei um intruso! — Berrou um agente ao entrar no quarto.
   Três tiros. Tony pode esquivar-se, embora uma das balas ter feito um machucado superficial em seu braço. Prontamente ele revidou os tiros dando um disparo certeiro na mão do agente que soltou a arma.
   Sem balas.
— Pare ou eu atiro! — Blefou.
   O homem não se rendeu e tentou lutar, no entanto Tony era mais habilidoso. Deu um chute e um golpe no pescoço nocauteando o oponente. Aproveitou para recarregar sua arma usando as balas do inimigo.
   Ele sabia que mais dois vinham para tentar prendê-lo. Esperou com a arma apontada para a porta. Assim que o primeiro apareceu, Tony deu um tiro em suas pernas seguido por um soco no rosto. O segundo veio disparando várias vezes, poucos acertaram e ainda foram de raspão. Tony reagiu com uma bala. Errou. Em consequência levou um tiro bem no ombro esquerdo. Entretanto, ele rapidamente agiu conseguindo derrubar o agente com um tiro na perna e uma cabeçada.
   Respirou um pouco e tirou a bala do ombro. Saiu do cômodo e continuou sua fuga.
— Não dê nem mais um passo. — Disse uma voz atrás de Tony.
   Ele virou-se lentamente, e perguntou:
— Law?
— Olá, velho amigo. — Respondeu — Eu estou aqui para te ajudar.
— Como você pode me ajudar agora? Você devia ter me ajudado a fugir antes deles me pegarem e me trazerem pra cá!
— Primeiro vamos sair daqui, pode aparecer alguém.
Mesmo em duvida Tony seguiu-o até um quarto, e lá dentro Law continuou:
— Eu estava confuso, pensei que você tivesse enlouquecido... — Relutou um pouco antes de prosseguir — Me desculpe. Mas eu estou disposto a reparar esse erro — Law retirou da mochila em suas costas uma blusa de manga longa preta com capuz e uns óculos de aviador —, vista isso.
   Tony não sabia se podia confiar em seu antigo amigo. Todavia obedeceu.
— Tem uma rota de fuga mais simples onde tem poucos guardas.
— Onde é? — Questionou Tony.
— Pela saída do laboratório subterrâneo. Os cientistas evacuarão a mansão por lá.
— Eu preciso de um cartão de acesso. — disse num tom de censura.
— Veja no bolso da blusa, tem duas surpresas nele. — Havia um cartão de acesso e uma granada — Bem, agora é com você.
— Espera Law! Obrigado.
   Law foi embora.
   Pode ser uma armadilha, pensou Tony, mas eu não tenho muitas escolhas.
   Ele desceu as escadas atravessando o salão e por onde passava instalava-se um tiroteio frenético. Por fim, chegou ao portão para o laboratório com alguns novos ferimentos. Passou o cartão e pôs sua digital, então o portão abriu - o sistema não havia sido atualizado para tê-lo como inimigo.
 A entrada do laboratório era um lugar cheio de capsulas onde a minoria estava ocupada com seres humanoides, com um nome Ceint02 gravado em cada capsula.
— Não pensei que você chagaria tão longe. — Disse Clark entrando no laboratório.
— O que significa essas coisas, general? — Indagou Tony.
— Ora, ora, ora... Essas coisas são a cura. Quando eu disse que a Pandora daria a cura, eu não me referi aos mutantes e sim a humanidade que ficará curada dessas horríveis falhas.
— Descobri isso tarde demais...
— Sim, Tony, cada mutante que você nós entregou foi meticulosamente estudado para não cometermos o mesmo erro genético com as novas experiências. — Clark começou a andar para mais perto de Tony.
   Tony deu quatro tiros precisos no general, porém foi como se nada tivesse o atingido. Tony agilmente se escondeu detrás de umas das capsulas, colocou sua mão na altura dos olhos.
— Ah, quase me esqueço de dizer que o sonho do Dr. Fredie de fazer a fórmula para criar o super-homem foi um sucesso, eu sou quase o homem perfeito. Agora a única coisa que falta para terminar os estudos das falhas é capturar o ultimo mutante. — Comentou Clark.
   Com muito esforço e dor, Tony fez os ossos de sua mão crescer, saindo da carne, formando uma espiral em volta dela.
— Vocês nunca vão me capturar! — Exclamou.
   E em um piscar de olhos, Clark estava na frente de Tony e o arremessou para longe atravessando e quebrando a capsula que ele se escondia.
   A luta foi intensa, chutes, socos, cortes. Mas logo Clark ganhou vantagem graças a sua força extraordinária e super-resistência. Tony teve a oportunidade de usar a granada, tirou o pino e a jogou, depois se agachou. Tudo começou a explodir e dar curto-circuito.
— Eu não vou ser derrotado com isso! — Assim que fechou a boca, o general viu um vulto saindo do laboratório e entrando de volta na mansão — Maldito!
   Correu passando por agentes, balas e qualquer obstáculo que aparecesse, até que, já no jardim, Clark alcançou-o e o derrubou.
— Pensou que iria fugir de mim Tony? — Clark deu uma gargalhada.
— Desculpe general, mas eu não sou o Tony. — Disse Law tirando os óculos de aviador e o capuz.
— O que?!
   Dois guardas estavam caídos na saída emergencial do laboratório. Tony havia conseguido fugir por causa de Law que se trajou com uma blusa e uns óculos igual aos seus para servir de distração. E não haveria momento melhor que a explosão.
   O ultimo mutante respirou o ar da liberdade, decidido reunir forças para seu ato de redenção: destruir a Pandora...
   Um trovão bem forte soou, desligando o monitor e o vídeo game.
   Primeiro o garoto ficou sem reação, lembrou que não tinha salvado o jogo ainda, teria que fazer tudo outra vez. Enfrentar o Clark de novo daria um trabalho e tanto! Sentiu uma leve frustração, mas logo deixou isso de lado, por dois motivos: ele sabia que conseguiria recuperar o tempo perdido no jogo; ainda estava chovendo.
   Isso era uma coisa que não sabia explicar – ele adorava jogar vídeo game enquanto chovia. É mágico! Era como se estivesse longe, dentro do jogo. A chuva trazia calmaria, o mundo se silenciava e era preenchido pelo o som de uma das milhares histórias que o vídeo game contava. E ele adorava ouvi-lo. Por isso seu nome, Mr. Gameworld. Bem, por enquanto só podia esperar que a energia voltasse logo, antes que a chova parasse.
- autor, Gustavo Moura

Visitem o Blog do Gustavo no link a seguir:
http://paradosnachuva.blogspot.com.br/

sábado, 13 de outubro de 2012

CINEMA: FINAL FANTASY VII: ADVENT CHILDREN!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Animação CGI
Ano de Lançamento: 2005
Produtora: SquareEnix/Sony Pictures

Que tal um pouco de cinema por aqui? Pois hoje trago à vocês uma revisão de Final Fantasy VII: Advent Children, uma animação CGI (Computer Generated Imagery), produzida pela própria SquareEnix em parceria com a Sony Pictures, como parte de uma série derivada do clássico e merecidamente idolatrado Final Fantasy VII. Tais obras derivadas do game ganharam o nome de Compilation Of Final Fantasy VII, que além de Advent Children, trouxe também os games Before Crisis (celulares), Dirge Of Cerberus (Playstation 2) e Crisis Core (PSP). Graças a todos os mistérios que envolveram os fãs ao termino do clássico do Playstation, era evidente que grandes expectativas surgiriam junto ao anúncio de todos os games e também de Advent Children. Pois o resultado após o lançamento foi muito satisfatório (pelo menos para o filme): na primeira semana, mais de 420 mil cópias já haviam sido vendidas, com um imensa aprovação daqueles que o assistiram, ainda que a critica tenha reclamado de alguns pontos relacionados ao desenrolar da história. Mas agora, darei minha visão da animação, para que vocês possam conhecer aquilo que podem esperar de positivo ou negativo vindo de Advent Children!

ATENÇÃO! A partir daqui, evidentes e inevitáveis Spoilers sobre o enredo do Final Fantasy VII (o game de PSX) serão encontrados! Portanto, esteja ciente disso antes de seguir a leitura!

O trio de vilões Yazoo, Kadaj e Loz
Jenova no Reator de Nibelheim
Cloud e sua moto Fenrir
A História: O filme tem inicio com o mundo envolvido em uma devastadora crise financeira, causada principalmente pela entrada do Meteor na atmosfera do Planeta. Midgar havia se tornado ruínas, e uma nova cidade estava sendo desenvolvida em seu lugar (chamada Edge), em cima do que ainda sobrava do que um dia foi o lar de Tifa, Cloud, Barret e Marlene. A Shinra havia falido, além de ter sido responsabilizada pelos grandes prejuízos do mundo, por conta do uso indevido (obscurecido pela companhia) do LifeStream do Planeta. Para piorar a situação, uma terrível e incurável doença havia surgido para transformar o mundo em um verdadeiro caos: tratava-se da Geostigma, uma doença que segundo teorias inicias, foi causada pela manifestação de Jenova no próprio LifeStream do Planeta, causando manchas de pele, perturbações mentais e fortes dores nos infectados (que eram tratados como aberrações pelas pessoas ainda livres de tal mal). O herói Cloud Strife deixou a cidade para seguir uma vida solitária, em busca de respostas para livrar-se de seus dramas e culpas, encarregando Tifa dos compromissos de cuidar do bar e também da menina Marlene, assim como um menino órfão chamado Denzel (também afetado pela Geostigma). Porém, Cloud decide abrir mão de sua solidão ao ser chamado por Rufus Shinra, que havia sobrevivido ao ataque aparentemente mortal de Diamond Weapons nos eventos de Final Fantasy VII. O objetivo do chamado era descobrir uma solução para a constante contaminação por Geostigma. No meio do caminho, Cloud acaba atacado por um trio de misteriosos homens que afirmam serem seus irmão, à procura da "Mãe". Após um eletrizante combate abordo de sua moto Fenrir, Cloud consegue livrar-se dos inimigos, que são chamados de volta pelo líder Kadaj. Chegando ao ponto de encontro, Cloud ouve o que Rufus tinha à dizer: basicamente a teoria de que o Geostigma era uma manifestação do LifeStream contaminado pelas conhecidas "Células de Jenova" e pelo próprio Sephiroth (que após o combate final no centro do planeta, poderia ter deixado seu legado maligno ao mundo), sendo assim um risco gigantesco para todos. Então, Shinra e Cloud se unem para descobrir mais sobre o Geostigma e sua possível (mas improvável) cura, sendo que Tifa e os outros também serão logo envolvidos nessa difícil missão em busca de um futuro melhor, sendo que novamente, alguém muito importante será a chave para a salvação de todos. Não vou entrar mais na história, pois o objetivo dessa postagem não é dar Spoilers, mas sim apresentar essa animação aos fãs de Final Fantasy VII. Mas agora, o que esperar de Advent Children naquilo que vai além de sua história?

O enigmático Vincent Vilentine
A belíssima ladra de Matérias, Yuffie
Os Turks Rude, Reno, Elena e Tseng
O que Esperar do Filme: Advent Children segue a linha traçada por Final Fantasy VII, apresentando um enredo que se desenvolve em cima de conhecidos fatos, teorizando mais sobre o LifeStream e os Genes de Jenova. Nada de muito surpreendente e revelador aparece, sendo que se esperava mais explicações quanto a própria Jenova, que acabou deixando algumas perguntas ao término da obra original. Mas isso torna o filme ruim ou mediano? De forma alguma! O filme é muito bom, e explorou muito bem as questões que formam seu enredo, assim servindo como uma boa continuação para o sucesso do PSX. Além disso, o ponto que mais chamou a atenção dos fãs sem dúvida foi a impecável transição das características dos personagens do game para as telas do cinema! Tudo aquilo que o game passa sobre os personagens através de seus diálogos, pode ser facilmente sentido na animação (a personalidade forte de Tifa; o sempre enigmático Vincent; o sábio e tranquilo Red XIII; o explosivo Barret; a extrovertida e sempre feliz Yuffie; o canastrão e despreocupado Cid; o irritante Cait Sith... perdão... nunca fui muito com a cara dele hehehe). Todos foram realmente muito bem apresentados, mesmo alguns com participações não muito longas. Destaque também para os Turks (os agentes de elite da Shinra), que se fazem fundamentais no desenrolar do filme, se mostrando muito parecidos com o que foi visto no game, sempre tentando fazer demais e se dando mal! Os novos personagens não chegam a ser extraordinários, mas sem dúvida conseguem convencer os telespectadores. A parte visual é incrível, sendo inteiramente modelado nos padrões de altíssima qualidade (e por vezes até a frente de seu tempo) de CGs da SquareEnix, que já haviam impressionado em outras diversas obras dos videogames, especialmente quando o assunto é mesmo Final Fantasy. E é incrível rever os personagens clássicos em imagens com a tecnologia já de uma nova geração! Todos eles foram muito bem produzidos, com suas características tradicionais mantidas. As dublagens também ficaram boas, tanto na versão Americana quanto na original, Japonesa. Uma bela escolha de dubladores foi feita para cada um dos personagens que aparecem durante as mais de 2 horas de filme. Alias, a preocupação em agradar os jogadores de Final Fantasy VII aparece também nas Matérias, que são bastante mostradas. Até mesmo um Summon é invocado em um determinado momento, sendo esse um novo Bahamut (dragão já famoso na franquia, que já apareceu com dezenas de variações de nomes e aparências). Talvez o grande defeito do filme seja mesmo um andamento muito devagar em certos momentos, com fatos que não chegam a chamar muito a atenção (e que em alguns momentos se perdem em suas próprias narrativas). O filme começa a se tornar empolgante de verdade quando alguns fatos já ficam claros, e a busca por respostas realmente tem inicio, com boas lutas e aparição dos personagens que todos esperavam por ver nos gráficos impressionantes do filme. Isso traz uma leve impressão de que o ponto alto da obra ficou mesmo por conta da famosa turma do clássico.

O jovem órfão Denzel
Conclusão: Final Fantasy VII: Advent Children foi um filme muito bom. Uma boa ideia da SquareEnix, que foi capaz de agradar os fãs de um dos maiores sucesso da história dos RPGs. Um bom enredo foi apresentando, com qualidades também em outras áreas, como a sonora e visual (sendo que até remixes das músicas do game podem ser ouvidas, chamando de imediato a atenção de ouvidos mais atentos). Sem dúvida, recomendo para os apaixonados por Final Fantasy VII. Uma obra à milhas e milhas distantes de se comparar com a genialidade de sua origem (até por ter se aproveitado de muito do que lá já foi mostrado), mas ainda assim, vale a pena! Não deixe de assistir! Espero que tenham gostado dessa postagem, que trouxe algo um pouco diferente à vocês. Não se esqueçam de comentar! Um abraço a todos os leitores! Até mais!


sábado, 1 de setembro de 2012

MÚSICA + GAMES 4: ESPECIAL LORD VINHETEIRO!

Olá pessoal! Hoje estou aqui para trazer a quarta postagem da série "Música + Games" aqui do Blog (confira as partes 1, 2 e 3 clicando nos números)! E dessa vez, como não havia trazido nada relacionado ao piano ainda, trago uma postagem especial sobre o Lord Vinheteiro! Para quem não sabe e não conhece (provavelmente tendo vivido nos últimos anos em alguma caverna onde não existe acesso à internet, mais especificamente ao Youtube), o Vinheteiro é um talentoso pianistas Brasileiro, que tem um já famoso canal no Youtube onde toca canções conhecidas (desde músicas famosas da mídia até temas de filmes e games), tudo isso em versão piano! E obviamente, como esse é um Blog de games, fiz uma seleção dos videos onde o Lord Vinheteiro toca algumas canções de games! Abaixo segue a lista! Então, venham comigo ouvir esses clássicos nas versões do Lord:

Tema de Zelda:

Tema de Monkey Island:

Vampire Killer (Castlevania):

Tema de Donkey Kong Country:

Tema de Top Gear:


Então é isso pessoal! Essa foi mais uma postagem de nossa série "Música + Games", que hoje trouxe até vocês algumas das melhores canções dos videogames tocadas no piano! Abaixo, deixarei o link para o canal oficial do Vinheteiro no Youtube, para que vocês possam acompanhar o trabalho do cara. Lá vocês encontrarão as versões dele para muitas canções de outras mídias, como filmes, animes, série de TV, e muito mais! Sendo assim, passe por lá agora mesmo, pois gostando de música de verdade, não há como se arrepender!

Canal do Youtube do Lord Vinheteiro:
http://www.youtube.com/user/BrasilianMusician

Curtam também a página do Lord Vinheteiro no Facebook! 
E aproveitem para seguir o Vinheteiro no Twitter!
http://twitter.com/vinheteiro

Não deixe de visitar também sua página oficial:
http://vinheteiro.com/

Pois é isso! Espero que tenham gostado da postagem de hoje! Vamos valorizar as canções clássicas dos games/animes/filmes que marcaram época! Vamos acompanhar o trabalho do Lord Vinheteiro, que traz memorias dessas canções para os internautas ligados no Youtube! Dado o recado, vou ficando por aqui! Até a próxima postagem pessoal! Nos vemos logo mais!



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

ESPECIAL: PARABÉNS PRETTY COOL GAMES (A HISTÓRIA DO BLOG)!

Olá! Eu sou o Mr.Gameworld e hoje é um dia muito especial aqui nesse Blog: estamos comemorando 1 ano de existência dele! Abaixo você confere um texto que servirá para contar a história desse trabalho até aqui, obviamente não esquecendo dos agradecimentos à todos aqueles que nos ajudaram! Espero que gostem!
Exatamente hoje, dia 01 de Agosto, o PrettyCoolGames.Blogspot está fazendo aniversário de 1 ano de vida! E para essa data, preparei um pouco da história do Blog para quem quiser ler, partindo do principio de tudo até agora. Pois bem: tudo teve inicio mesmo antes do dia 01 de Agosto de 2011, quando a ideia de criar um Blog de Games não passava de um projeto sem grandes pretensões. Eu, Mr.Gameworld (administrador, criador e autor do Blog), comecei a moldar os primeiros rascunhos do que viria a ser esse Blog que hoje você acompanha nesse endereço de internet. O design inicial foi criado (ainda primitivo, sem os personagens de games espalhados pelos títulos dos avisos e tudo mais como você vê hoje), e o primeiro texto foi para o ar. Sem mais demora, decidi que começaria minhas divulgações na rede, partindo do Orkut, onde toda a propaganda começou. Lá, muitos deram um apoio imenso, me fazendo em pouco tempo acreditar que o sonho de escrever para um grande número de pessoas poderia se concretizar. Poderia citar o nome de vários, mas não cabe aqui, pois correria o risco de esquecer alguém. A cada dia que passava, mais pessoas se mostravam interessadas no conteúdo do Blog que, na época, tinha como único autor eu, Mr.Gameworld. Muitos me procuraram para deixar suas palavras de incentivo, para fazer pedidos de review, para dar dicas do que poderia melhorar. Tudo isso fez parte das coisas que me motivaram a seguir com o trabalho, tocando para frente esse simples projeto chamado "PrettyCoolGames.Blogspot". Com todo esse apoio, as ideias foram surgindo mais e mais, o que fez o conteúdo do PCG se expandir cada dia mais, com mais motivação, mais energia, mais vontade. Em questão de poucos meses, tive a alegria de observar que as visualizações do contador de visitas cresciam muito, assim como comentários passaram a ser frequentes em minhas postagens, mostrando sempre um público fiel. O que parecia um sonho apenas, se tornava cada vez mais real em frente aos meus olhos (através de minhas estatísticas de administrador do Blog). Primeiro foi a marca dos 5.000 views, depois os 10.000 views algum tempo mais tarde, seguido dos 20.000, 30.000 e assim por diante, todos representando grande alegria para mim. Pensando em dar uma cara nova e diferente para os trabalhos, em Janeiro de 2012 resolvi chamar uma pessoa que eu considero muito: meu primo, Edu-Jb, que hoje comigo escreve aqui no PCG.Blogspot. Alias, não poderia ser diferente, pois posso dizer que o Edu, além de primo e fiel amigo, daqueles que você pode contar para qualquer coisa, ainda foi um dos responsáveis por me colocar no mundo dos games desde muito cedo (juntamente com meu irmão), me apresentando os games de Super Nintendo que hoje são uma paixão para mim. Com um estilo característico de escrever, o Edu-Jb fez e faz um trabalho que me deixa muito satisfeito, sempre contribuindo para o crescimento desse Blog com review excelentes postadas a cada semana, completando aquilo que poderia faltar em sua ausência. Mas as contribuições do cara não param por ai, pois suas ideias também são geniais e sempre bem vindas. Por último, decidi chamar um grande amigo para trabalhar conosco, contribuindo com uma review todo o mês: Time Keeper, que hoje, mesmo não nos conhecendo pessoalmente, é um cara que posso considerar um amigo de verdade! Hoje olho para as estatísticas e vejo o contador de visitas na marca dos 47.000 mil views. Não quero de forma alguma me aparecer com isso, até porque para os maiores Blogs da internet esse número representa pouco. Quero apenas dizer que vocês, leitores do meu querido PrettyCoolGames, foram os grandes responsáveis por trazer esse projeto até aqui, fazendo um grande sonho meu se realizar! Hoje posso dizer com orgulho, felicidade e muita emoção que o projeto PrettyCoolGames deu certo, alcançando seu grande objetivo: não deixar os bons games que temos por ai morrerem nas memórias dos jogadores! E é isso que fizemos e vamos fazer! Estamos aqui para recordar, trazer as melhores memórias a tona, sempre dando espaço para vocês, leitores (aos quais somos muito gratos), para deixar seus comentários, compartilhar conosco suas experiencias!  E tudo isso é feito por prazer, por amor aos games, e assim será independente do que acontecer! Para terminar por aqui e não tornar sua leitura cansativa, digo que vocês são parte fundamental nessa comemoração de hoje! Sintam-se todos abraçados, pois vocês, com todo o apoio dado desde o inicio das divulgações, foram os grandes responsáveis por parte da alegria do Mr.Gameworld que hoje vê que seu sonho de um ano atrás se tornou real! Muito obrigado a todos, em nome também dos demais membros da Equipe PrettyCoolGames! E lá vamos nós rumo à muitos outros aniversários e muitas novidades! Daqui a algumas horas voltaremos com uma postagem super especial escrita por mim e pelo Edu-Jb para esse grande dia! Nos vemos logo mais! Sintam-se a vontade para deixar seus comentários felicitando-nos nesse dia tão importante por aqui!

Sinceros agradecimentos de Mr.Gameworld


sábado, 21 de julho de 2012

JOGOS NÃO RECOMENDADOS (PARTE 1)!


Olá pessoal! Aqui no PrettyCoolGames.Blogspot costumamos falar e até indicar jogos baseado em nossa experiência. Dessa vez trazemos uma série com uma proposta diferente. Jogos que não recomendamos. Serão sempre dois jogos diferentes mas com algo em comum. Hoje comentaremos sobre dois jogos sobre demoníacos heróis dos quadrinhos. Como quase tudo neste blog, os textos abaixo refletem a opinião dos autores. Portanto nada é absoluto. Quem eventualmente curtir algum dos jogos referidos agora ou no futuro, fique à vontade para discordar nos comentários. Sempre com educação, é claro, afinal essa é a norma mais importante do blog (e da vida). O objetivo do texto é ser até certo ponto humorístico, portanto pedimos que considerem isso antes de criticar. Aceitamos sugestões!


SPAWN: THE ETERNAL! 
Spawn é o herói mais famoso da Image Comics. E de uma coisa você pode ter a total certeza: os videogames não contribuíram praticamente nada para isso. Ao contrário de outros heróis que tiveram produções fantásticas nos videogames, totalmente fieis às HQs, Spawn teve alguns games fracos e sem sentido. E o mais evidente sem dúvida é Spawn: The Eternal (lançado para o PSX) que hoje trago até vocês como “Não Recomendado!”. Os motivos são tantos que não sei nem como começar. Mas vamos discutir primeiramente a jogabilidade e os gráficos, que serão as primeiras coisas que vocês notarão quando ligarem o videogame com esse jogo (ou melhor: NÃO FAÇAM ISSO!). A jogabilidade é inovadora, sem dúvida. Mas nesse caso, a inovação foi uma das responsáveis por estragar parte do game. Basicamente, fora das lutas, você controlará Spawn em uma visão 3D bem tradicional, posicionada nas costas do protagonista. Já aqui poderia citar um ponto negativo: a imprecisão absurda dos movimentos fará com que você sinta vontade de arrancar os cabelos em meio às quedas que terá em cenário que exigem uma exploração mais complexa, com saltos por plataformas, por exemplo. Com mínimos toques no direcional de seu JoyStick, Spawn fará movimentos tão estranhos que você ficará até perdido (ainda mais que o ajuste da câmera também não ajuda muito). Para se virar para outro lado então... O personagem demora a ponto de irritar o jogador com algumas horas de jogo. Já nos combates, o jogo muda completamente, apresentando uma visão de jogos Luta (?), lateral, semelhante à vista em títulos como Virtua Fighter, Tekken e Soul Edge. Um ponto negativo? Simples: os comandos são tão estranhos e os golpes físicos de Spawn tão ridículos, que um simples marginal de rua é capaz de dar uma surra no poderosíssimo Soldado do Inferno! Você pode usar magias, mas essas são demoradas para carregar/executar e gastam os conhecidos 9:9:9:9, o limite do poder de Spawn, estipulado por Malebolgia. Agora vamos aos gráficos: não precisaria nem dizer que eles são muito ruins, pois basta você olhar as Screenshots abaixo e/ou ver o Trailer que já terá percebido isso. Mas esse é o menor dos problemas. O maior deles é mesmo a quantidade de Bugs que tornam a aventura ainda mais sem graça. Os cenários somem, as câmeras fazem Spawn entrar nas paredes, os inimigos são jogados nos cenários de forma estranha. Por vezes os Bugs são tão doidos que você cai de um penhasco e pergunta para simesmo: “O que diabos aconteceu aqui?!”. Além disso, o game é tão pobre em detalhes que é até difícil reconhecer os Chefes, vilões famosos de Spawn (metade deles eu não teria reconhecido se não tivesse olhado uma Boss Guide na internet. A outra metade, não reconheci nem mesmo com a Boss Guide...). Por falar em chefes, muitos deles nem se quer são vilões de verdade, mas sim personagens inventados, sem nenhuma historia por trás. Alias, o enredo do game envolve pontos estranhos das HQs, fazendo uma mistura de historias sem boas explicações. Leu todo o texto? Não precisa de mais motivos para não jogar essa... coisa... não é mesmo? Para resumir tudo que foi dito até agora em pouquíssimas palavras, digo apenas que Spawn: The Eternal é um game fraco em todos os aspectos que definem uma obra como bem feita. Além disso, a dificuldade irritante do jogo deixa QUALQUER UM com um tédio inexplicável! Então, você admirador do Spawn, não comenta o meu mesmo erro! Fique longe desse jogo, pois depois do lançamento de Spawn: Armaggedon (clique aqui para ler minha review), você certamente tem algo bem melhor para jogar!
(Texto escrito por Mr.Gameworld)

Screenshots:











Trailer:


GHOST RIDER!

Depois do sucesso dos filmes do Homem-Aranha e dos X-Men, a Marvel resolveu investir pesado com filmes de vários de seus heróis. No entanto, o fez sem muitos critérios. Foram muitos filmes medíocres que geraram, claro, adaptações medíocres para os videogames. Das muitas que eu poderia citar, destaco o Motoqueiro Fantasma. Nos quadrinhos, a reencarnação do demônio Zarathos arrasa vilões, guiado pelo espírito da vingança. Mesmo assim, o herói nunca atingiu grande reconhecimento pelo seu enredo limitado e sua revista própria, quando não estava cancelada, nunca alcançou sucesso, deixando para o herói um papel secundário na história de alguém. Imaginar um filme deste personagem é estranho. Um jogo então... pior ainda! O jogo tem uma perspectiva nada original, usa câmera fixa, o personagem se move livremente pelo cenário, realizando alguns saltos e enfrentando muitos inimigos, que podem ser dilacerados em grandes sequências envolvendo dois botões. Ao morrer, os monstros liberam pontos vermelhos que servem como experiência para comprar habilidades e golpes, sendo que a quantidade de golpes que você acerta em sequência nos inimigos garante pontuação extra. Você pode estar pensando: "peraí, eu já vi um jogo assim". Exatamente, caro amigo. Ghost Rider é uma descarada cópia de God of War. Apresenta apenas uma diferença: é muito ruim! O leitor de HQs mais atento pode estar agora se perguntando: "mas o MOTOQUEIRO Fantasma não vai realizar missões de moto?". Sim, ele vai. No entanto, o que poderia ser aproveitado em um estilo mundo livre é na verdade usado como um game de corrida de obstáculos, muito similar aos do tempo do Snes. Não é possível manobrar ou parar a moto, ela anda sempre para frente, e tudo que você faz é "driblar" os obstáculos, que são praticamente sempre os mesmos em ordem alternada, além é claro de enfrentar alguns demônios babacas. As boss battles representam mais uma frustrada tentativa de plágio. São repetitivas e envolvem poderes elementais que sinceramente não sei de onde saíram, além, é claro, de sequências específicas. Além disso, as opções de unlockable são tão limitadas que mesmo que você dê sequências muito curtas (ganhando assim pouca experiência), você terá todas as habilidades rapidamente. O que fazer com o que resta? Há opções maravilhosas, como screenshots do filme e trailers. Só faltou mesmo uma entrevista com o Nicholas Cage para completar o pacote. Ao terminar o jogo você assiste a um final sem pé nem cabeça que faz os mais velhos lembrar com saudade dos finais 2D do NES. Enfim. Honestamente sinto estar sendo redundante. Afinal, criticar um jogo adaptado de um filme do Motoqueiro Fantasma estrelado pelo Nicholas Cage... sinceramente, alguém esperava que fosse diferente?
(Texto escrito por Edu-Jb)

Screenshots:











Trailer:


Assinado: Equipe PrettyCoolGames.Blogspot


terça-feira, 10 de julho de 2012

ESPECIAL: O ROCK N' ROLL NOS VIDEOGAMES!

Escrito por: Mr. Gameworld e Edu-jb
Editado por: Mr. Gameworld



Olá pessoal! Como o Dia Mundial do Rock está chegando (e as pessoas que escrevem para vocês aqui curtem muito Rock), resolvemos trazer uma postagem interessante, que mostrará algumas referências ao mundo do Rock nos videogames. Pensando que algumas delas podem passar despercebidas, abaixo vão as mais evidentes! Esperamos que vocês gostem:

MEGAMAN X5 & GUNS N' ROSES!

Sim! A equipe de produção de Megaman X5 especificamente era muito fã de Guns N' Roses! Isso fica claríssimo nos nomes dos Mavericks, pois não é 1 nem 2 dos nomes que apresentam referencias à lendária banda de Hard Rock, mas 7 deles! Na verdade as referencias vieram com a versão americana, sendo que na japonesa os nomes eram bem diferentes. Vamos conhecer um pouco mais sobre eles?

Izzy Glow: referencia ao guitarrista-base original, Izzy Stradlin.
Squid Adler: referencia ao baterista original, Steve Adler.
Duff McWhale: referencia ao baixista/vocalista, Duff McKagan.
Dark Dizzy: referencia ao tecladista Dizzy Reed.
MattRex: referencia ao baterista Matt Sorum, que assumiu as baquetas em 1991.
Axle The Red: mesmo com a grafia errada, uma referencia ao vocalista Axl Rose.
Grizzy Slash: referencia ao guitarrista principal, Slash.

Agora a pergunta que fica é: quem foi o engraçadinho que fez a brincadeira? Respondo: não foi o engraçadinho, mas sim A ENGRAÇADINHA: a atriz Alyson Court, casada com o produtor de Megaman X5 na época (não tenho informações se ainda estão juntos), que já havia ficado conhecida nos games por ter dublado Claire Redfield em Resident Evil 2. Interessante, não? Vale lembrar que não somente ela é fã de Rock entre todos que tiveram alguma participação na produção dos Megaman, sendo que o cachorro do Megaman original se chamava RUSH (clássica banda de Rock Progressivo). Isso pode ser apenas uma coincidência, mas levando em consideração que o nome original do personagem principal da série é ROCKman, acho difícil acreditar em coincidências (até porque a trilha sonora dos Megaman X já dizem muita coisa...).


SPIDER-MAN & VENON: MAXIMUM CARNAGE!

Produzido pela Software Creations para os games da quarta geração em 1994, esse clássico Beat 'em Up teve sua trilha composta pela banda americana Green Jelly. A música tema do jogo, "Carnage Rules", chegou a entrar no álbum de 94 da banda, chamado "333" (Ouça a musica tema do game AQUI e a versão do álbum do Green Jelly AQUI!)



AMERICAN MCGEE's ALICE & CHRIS VRENNA!

Um game um tanto quanto desconhecido, mas excelente, definido como um dos games mais perturbadores de sua época, cheio de imagens bizarras e psicodélicas. Pensando em alguém para compor uma trilha sonora à altura de tanta bizarrice, a produtora EA Games decidiu então convidar ninguém mais, ninguém menos que Chris Vrenna, baterista original do Nine Inch Nails, banda que praticamente criou o Rock Industrial que ficou conhecido no final dos anos 80 e inicio dos 90. Quer algo mais perturbador do que um game perturbador com uma trilha sonora vinda de uma mente que passou pelo Nine Inch Nails? Acho difícil encontrar...


FINAL FIGHT & HARD ROCK!

Esse clássico do final dos anos 80 traz diversos nomes de estrelas do hard rock oitentista, conforme conferimos abaixo:
Axl: o mais lembrado e fácil, trata-se de Axl Rose, vocalista do Guns.
Slash: quase sempre acompanhava Axl, se trata logicamente de Slash, guitarrista da banda.
Haggar: o prefeito tem o mesmo nome de Sammy Haggar, segundo vocalista do Van Halen.
Poison: a polêmica mulher (ou não) recebe o nome da banda americana de glam rock Poison
Sid: o punk provavelmente foi baseado em Sid Vicious, baixista da banda punk Sex Pistols.


SQUARE & QUEEN!

Algumas referencias à histórica banda de Rock/Hard Rock QUEEN foram feitas em alguns games da produtora SquareSoft (atualmente SquareEnix). Abaixo, veremos algumas delas:

Final Fantasy Tactics: nesse game, os nomes de todos os membros da banda podem ser vistos aleatoriamente nos personagens normais (os soldados, no caso). Os nomes aparecem separados, incluindo nomes e sobre nomes dos integrantes do QUEEN: Freddie, Mercury, John, Deacon, Roger, Taylor, Brian e May.  Além disso, o capítulo 4 do jogo recebe o nome "Somebody to Love". Sinceramente: IMPOSSIVEL ser coincidência, não acha? (Ouça a canção "Somebody To Love AQUI!)


Final Fantasy VII: essa é um pouco mais sutil e muito mais uma teoria interna nossa (pelo menos não tive respaldo até hoje em sites do gênero). Primeiro temos o filho do Presidente Shinra, chamado Rufus. Depois, uma dos estabelecimentos do jogo recebe o nome de Loja de Armas de Tiger Lily. Talvez isso não diga nada a muitos, mas Rufus e Tiger Lily são os nomes de dois dos filhos de Roger Taylor, baterista do QUEEN. Pode-se argumentar se foi uma inspiração ou não (já que Tiger Lily é também o nome de um personagem de Peter Pan), mas como muitos dos produtores de Final Fantasy VII trabalharam no Tactics (onde a influência é indiscutível), podemos imaginar que possa haver ligação.


Ogre Battle: The March Of The Black Queen & Tactics Ogre: Let Us Cling Together: não há muito que dizer, sendo que os nomes dos games deixam as referencias claríssimas. Tanto "Ogre Battle" quanto "March Of The Black Queen" são canções do segundo disco do QUEEN, lançado em 1974. Já "Let Us Cling Together" é uma canção do disco A Day At The Races, de 1976. Realmente alguém (ou alguns) dentro da Square é muito fã de QUEEN (Ouça a canção "March Of The Black Queen" AQUI, "Ogre Battle" AQUI e "Let Us Cling Together" AQUI!)



IRMÃOS REDFIELD & QUEEN!

Novamente o QUEEN entra nos videogames nos dois primeiros games de Resident Evil. Nesse caso as referências vêm mais como homenagens, sendo que no primeiro Resident Evil, Chris Redfield veste uma jaqueta (como roupa secreta) na qual a frase "Made In Heaven" pode ser vista. Já no Resident Evil 2, é a vez de Claire Redfield exibir em sua roupa secreta a frase "Let Me Live". Ambas as frases são musicas do disco Made In Heaven, lançado em 1995 pela banda QUEEN. Um disco póstumo, sendo o último registro que se teve com o genial e inesquecível Freddie Mercury (Ouça a canção "Made In Heaven" AQUI e "Let Me Live" AQUI!)



REVOLUTION X!

Um jogo pouco conhecido. Lançado em 1994 pela Midway para os consoles da geração 16 bits, o jogo narra a história de uma organização que tem por objetivo combater a cultura jovem e inicia seus planos sequestrando a banda Aerosmith! O jogador inicia uma jornada buscando pistas do paradeiro da banda, terminando em Londres, em pleno estádio de Wembley! A OST era composta por clássicos da banda como "Dude (Looks Like a Lady)" e "Walk This Way".  



GUITAR HERO!

Impossível não lembrar deste jogo quando se pensa em união de rock e videogame. Lançado em 2005, Guitar Hero surgiu em um momento em que muitos jogos usavam clássicos do rock como parte de suas OSTs. Contava com clássicos de grandes bandas, que só cresceram com o passar das sequências, destaque para Ozzy Osbourne, Iron Maiden, Judas Priest, Queen, Cream, Rush, Ramones, Deep Purple, Black Sabbath, Jimi Hendrix, David Bowie, AC/DC, entre outros. Após um tempo, edições especiais foram lançadas para as bandas Aerosmith, Metallica e Van Halen. Além de usar o controle básico de cada sistema, era possível adaptar uma guitarra estilizada que permitia acertar as notas e as sequências exigidas no jogo. A guitarra, assim como todas as que aparecem no jogo, é baseada em modelos da clássica Gibson.



ROCKBAND!

Seguindo o sucesso de Guitar Hero, a Eletronic Arts lançou em 2007 Rock Band. Além de guitarra, o jogo continha ainda baixo, bateria e microfone, permitindo que até quatro jogadores participassem do "show" simultaneamente. Também fez muito sucesso e recebeu versões especiais para Beatles, Green Day e AC/DC.


GTA!
Desde o tempo do PSX o GTA apresentava músicas, muito limitadas neste tempo. GTA III, além de uma jogabilidade inovadora, foi um dos primeiros jogos a colocar músicas diversas em sua OST. Mesmo assim, GTA III e Liberty City Stories apresentam pouca relação com o rock, diferente de outras versões:

Vice City: o jogo se passa nos anos 80, não precisa dizer mais nada! A V Rock conta com Ozzy, Iron, Judas, Megadeth, Dave Lee Roth, Mötley Crüe e muitos outros clássicos do hard rock, além da Flash FM (mais no rock eletrônico, Yes, INXS) e a Emotion 98.3 (voltado para baladas).
(Ouça as canções da radio V Rock AQUI! Já para as canções da Flash FM, clique AQUI!)

San Andreas: para os mais clássicos, K-DST conta com Tom Petty, Who, Bowie, Kiss, Boston, entre outros. Para os mais pesados, a Radio X tem Ozzy, Guns, Alice in Chains, Stone Temple Pilots, Rage Against the Machine, Faith no More e outras bandas de peso.
(Ouça as canções da radio K-DST AQUI! Para as canções da Radio X, clique AQUI!)

Vice City Stories: novamente nos anos 80, a V Rock apresenta Dio, Kiss, Judas, e Scorpions, principalmente. A Flash toca Phil Collins, INXS e Genesis. Este jogo também teve a ilustríssima participação de Phill Collins, que faz um show em Vice City e acaba, claro, sofrendo ameaças de gangues. Mas no fim, graças ao "herói" do jogo, tudo acaba bem, com direito a uma performance ao vivo do Mega Hit "In the Air Tonight". O próprio Phill Collins dublou seu personagem, como era de se esperar (Ouça a V Rock AQUI e a Flash FM AQUI!)
IV: a Liberty Rock Radio roda Black Sabbath, Kiss, Bowie, Who, Queen, Genesis, ZZ Top, REM, AC/DC, Elton John, Thin Lizzy e Stooges, além de apresentar Iggy Pop como DJ!
(Para ouvir as canções da Liberty Rock Radio, clique AQUI!)


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