Olá pessoal! Aqui no
PrettyCoolGames.Blogspot costumamos falar e até indicar jogos baseado em
nossa experiência. Dessa vez trazemos uma série com uma proposta diferente.
Jogos que não recomendamos. Serão sempre dois jogos diferentes mas com algo em comum. Hoje
comentaremos sobre dois jogos sobre demoníacos heróis dos quadrinhos. Como
quase tudo neste blog, os textos abaixo refletem a opinião dos autores.
Portanto nada é absoluto. Quem eventualmente curtir algum dos
jogos referidos agora ou no futuro, fique à vontade para discordar nos
comentários. Sempre com educação, é claro, afinal essa é a norma mais
importante do blog (e da vida). O objetivo do texto é ser até certo
ponto humorístico, portanto pedimos que considerem isso antes de criticar.
Aceitamos sugestões!
SPAWN: THE ETERNAL!
Spawn é o herói mais famoso da Image Comics. E de uma coisa
você pode ter a total certeza: os videogames não contribuíram praticamente nada
para isso. Ao contrário de outros heróis que tiveram produções fantásticas nos
videogames, totalmente fieis às HQs, Spawn teve alguns games fracos e sem
sentido. E o mais evidente sem dúvida é Spawn: The Eternal (lançado para o PSX)
que hoje trago até vocês como “Não Recomendado!”. Os motivos são tantos que não
sei nem como começar. Mas vamos discutir primeiramente a jogabilidade e os
gráficos, que serão as primeiras coisas que vocês notarão quando ligarem o
videogame com esse jogo (ou melhor: NÃO FAÇAM ISSO!). A jogabilidade é
inovadora, sem dúvida. Mas nesse caso, a inovação foi uma das responsáveis por
estragar parte do game. Basicamente, fora das lutas, você controlará Spawn em
uma visão 3D bem tradicional, posicionada nas costas do protagonista. Já aqui
poderia citar um ponto negativo: a imprecisão absurda dos movimentos fará com
que você sinta vontade de arrancar os cabelos em meio às quedas que terá em
cenário que exigem uma exploração mais complexa, com saltos por plataformas,
por exemplo. Com mínimos toques no direcional de seu JoyStick, Spawn fará
movimentos tão estranhos que você ficará até perdido (ainda mais que o ajuste
da câmera também não ajuda muito). Para se virar para outro lado então... O
personagem demora a ponto de irritar o jogador com algumas horas de jogo. Já
nos combates, o jogo muda completamente, apresentando uma visão de jogos Luta
(?), lateral, semelhante à vista em títulos como Virtua Fighter, Tekken e Soul
Edge. Um ponto negativo? Simples: os comandos são tão estranhos e os golpes
físicos de Spawn tão ridículos, que um simples marginal de rua é capaz de dar
uma surra no poderosíssimo Soldado do Inferno! Você pode usar magias, mas essas
são demoradas para carregar/executar e gastam os conhecidos 9:9:9:9, o limite
do poder de Spawn, estipulado por Malebolgia. Agora vamos aos gráficos: não
precisaria nem dizer que eles são muito ruins, pois basta você olhar as
Screenshots abaixo e/ou ver o Trailer que já terá percebido isso. Mas esse é o
menor dos problemas. O maior deles é mesmo a quantidade de Bugs que tornam a
aventura ainda mais sem graça. Os cenários somem, as câmeras fazem Spawn entrar
nas paredes, os inimigos são jogados nos cenários de forma estranha. Por vezes
os Bugs são tão doidos que você cai de um penhasco e pergunta para simesmo: “O
que diabos aconteceu aqui?!”. Além disso, o game é tão pobre em detalhes que é
até difícil reconhecer os Chefes, vilões famosos de Spawn (metade deles eu não
teria reconhecido se não tivesse olhado uma Boss Guide na internet. A outra
metade, não reconheci nem mesmo com a Boss Guide...). Por falar em chefes,
muitos deles nem se quer são vilões de verdade, mas sim personagens inventados,
sem nenhuma historia por trás. Alias, o enredo do game envolve pontos estranhos
das HQs, fazendo uma mistura de historias sem boas explicações. Leu todo o
texto? Não precisa de mais motivos para não jogar essa... coisa... não é mesmo?
Para resumir tudo que foi dito até agora em pouquíssimas palavras, digo apenas
que Spawn: The Eternal é um game fraco em todos os aspectos que definem uma
obra como bem feita. Além disso, a dificuldade irritante do jogo deixa QUALQUER
UM com um tédio inexplicável! Então, você admirador do Spawn, não comenta o meu
mesmo erro! Fique longe desse jogo, pois depois do lançamento de Spawn:
Armaggedon (clique aqui para ler minha review), você certamente tem algo bem
melhor para jogar!
(Texto escrito por Mr.Gameworld)
(Texto escrito por Mr.Gameworld)
Screenshots:
Trailer:
Depois do sucesso dos filmes do Homem-Aranha e dos X-Men, a Marvel resolveu investir pesado com filmes de vários de seus heróis. No entanto, o fez sem muitos critérios. Foram muitos filmes medíocres que geraram, claro, adaptações medíocres para os videogames. Das muitas que eu poderia citar, destaco o Motoqueiro Fantasma. Nos quadrinhos, a reencarnação do demônio Zarathos arrasa vilões, guiado pelo espírito da vingança. Mesmo assim, o herói nunca atingiu grande reconhecimento pelo seu enredo limitado e sua revista própria, quando não estava cancelada, nunca alcançou sucesso, deixando para o herói um papel secundário na história de alguém. Imaginar um filme deste personagem é estranho. Um jogo então... pior ainda! O jogo tem uma perspectiva nada original, usa câmera fixa, o personagem se move livremente pelo cenário, realizando alguns saltos e enfrentando muitos inimigos, que podem ser dilacerados em grandes sequências envolvendo dois botões. Ao morrer, os monstros liberam pontos vermelhos que servem como experiência para comprar habilidades e golpes, sendo que a quantidade de golpes que você acerta em sequência nos inimigos garante pontuação extra. Você pode estar pensando: "peraí, eu já vi um jogo assim". Exatamente, caro amigo. Ghost Rider é uma descarada cópia de God of War. Apresenta apenas uma diferença: é muito ruim! O leitor de HQs mais atento pode estar agora se perguntando: "mas o MOTOQUEIRO Fantasma não vai realizar missões de moto?". Sim, ele vai. No entanto, o que poderia ser aproveitado em um estilo mundo livre é na verdade usado como um game de corrida de obstáculos, muito similar aos do tempo do Snes. Não é possível manobrar ou parar a moto, ela anda sempre para frente, e tudo que você faz é "driblar" os obstáculos, que são praticamente sempre os mesmos em ordem alternada, além é claro de enfrentar alguns demônios babacas. As boss battles representam mais uma frustrada tentativa de plágio. São repetitivas e envolvem poderes elementais que sinceramente não sei de onde saíram, além, é claro, de sequências específicas. Além disso, as opções de unlockable são tão limitadas que mesmo que você dê sequências muito curtas (ganhando assim pouca experiência), você terá todas as habilidades rapidamente. O que fazer com o que resta? Há opções maravilhosas, como screenshots do filme e trailers. Só faltou mesmo uma entrevista com o Nicholas Cage para completar o pacote. Ao terminar o jogo você assiste a um final sem pé nem cabeça que faz os mais velhos lembrar com saudade dos finais 2D do NES. Enfim. Honestamente sinto estar sendo redundante. Afinal, criticar um jogo adaptado de um filme do Motoqueiro Fantasma estrelado pelo Nicholas Cage... sinceramente, alguém esperava que fosse diferente?
(Texto escrito por Edu-Jb)
Screenshots:
Trailer:
(Texto escrito por Edu-Jb)
Screenshots:
Trailer:
Assinado: Equipe PrettyCoolGames.Blogspot






















