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sábado, 21 de julho de 2012

JOGOS NÃO RECOMENDADOS (PARTE 1)!


Olá pessoal! Aqui no PrettyCoolGames.Blogspot costumamos falar e até indicar jogos baseado em nossa experiência. Dessa vez trazemos uma série com uma proposta diferente. Jogos que não recomendamos. Serão sempre dois jogos diferentes mas com algo em comum. Hoje comentaremos sobre dois jogos sobre demoníacos heróis dos quadrinhos. Como quase tudo neste blog, os textos abaixo refletem a opinião dos autores. Portanto nada é absoluto. Quem eventualmente curtir algum dos jogos referidos agora ou no futuro, fique à vontade para discordar nos comentários. Sempre com educação, é claro, afinal essa é a norma mais importante do blog (e da vida). O objetivo do texto é ser até certo ponto humorístico, portanto pedimos que considerem isso antes de criticar. Aceitamos sugestões!


SPAWN: THE ETERNAL! 
Spawn é o herói mais famoso da Image Comics. E de uma coisa você pode ter a total certeza: os videogames não contribuíram praticamente nada para isso. Ao contrário de outros heróis que tiveram produções fantásticas nos videogames, totalmente fieis às HQs, Spawn teve alguns games fracos e sem sentido. E o mais evidente sem dúvida é Spawn: The Eternal (lançado para o PSX) que hoje trago até vocês como “Não Recomendado!”. Os motivos são tantos que não sei nem como começar. Mas vamos discutir primeiramente a jogabilidade e os gráficos, que serão as primeiras coisas que vocês notarão quando ligarem o videogame com esse jogo (ou melhor: NÃO FAÇAM ISSO!). A jogabilidade é inovadora, sem dúvida. Mas nesse caso, a inovação foi uma das responsáveis por estragar parte do game. Basicamente, fora das lutas, você controlará Spawn em uma visão 3D bem tradicional, posicionada nas costas do protagonista. Já aqui poderia citar um ponto negativo: a imprecisão absurda dos movimentos fará com que você sinta vontade de arrancar os cabelos em meio às quedas que terá em cenário que exigem uma exploração mais complexa, com saltos por plataformas, por exemplo. Com mínimos toques no direcional de seu JoyStick, Spawn fará movimentos tão estranhos que você ficará até perdido (ainda mais que o ajuste da câmera também não ajuda muito). Para se virar para outro lado então... O personagem demora a ponto de irritar o jogador com algumas horas de jogo. Já nos combates, o jogo muda completamente, apresentando uma visão de jogos Luta (?), lateral, semelhante à vista em títulos como Virtua Fighter, Tekken e Soul Edge. Um ponto negativo? Simples: os comandos são tão estranhos e os golpes físicos de Spawn tão ridículos, que um simples marginal de rua é capaz de dar uma surra no poderosíssimo Soldado do Inferno! Você pode usar magias, mas essas são demoradas para carregar/executar e gastam os conhecidos 9:9:9:9, o limite do poder de Spawn, estipulado por Malebolgia. Agora vamos aos gráficos: não precisaria nem dizer que eles são muito ruins, pois basta você olhar as Screenshots abaixo e/ou ver o Trailer que já terá percebido isso. Mas esse é o menor dos problemas. O maior deles é mesmo a quantidade de Bugs que tornam a aventura ainda mais sem graça. Os cenários somem, as câmeras fazem Spawn entrar nas paredes, os inimigos são jogados nos cenários de forma estranha. Por vezes os Bugs são tão doidos que você cai de um penhasco e pergunta para simesmo: “O que diabos aconteceu aqui?!”. Além disso, o game é tão pobre em detalhes que é até difícil reconhecer os Chefes, vilões famosos de Spawn (metade deles eu não teria reconhecido se não tivesse olhado uma Boss Guide na internet. A outra metade, não reconheci nem mesmo com a Boss Guide...). Por falar em chefes, muitos deles nem se quer são vilões de verdade, mas sim personagens inventados, sem nenhuma historia por trás. Alias, o enredo do game envolve pontos estranhos das HQs, fazendo uma mistura de historias sem boas explicações. Leu todo o texto? Não precisa de mais motivos para não jogar essa... coisa... não é mesmo? Para resumir tudo que foi dito até agora em pouquíssimas palavras, digo apenas que Spawn: The Eternal é um game fraco em todos os aspectos que definem uma obra como bem feita. Além disso, a dificuldade irritante do jogo deixa QUALQUER UM com um tédio inexplicável! Então, você admirador do Spawn, não comenta o meu mesmo erro! Fique longe desse jogo, pois depois do lançamento de Spawn: Armaggedon (clique aqui para ler minha review), você certamente tem algo bem melhor para jogar!
(Texto escrito por Mr.Gameworld)

Screenshots:











Trailer:


GHOST RIDER!

Depois do sucesso dos filmes do Homem-Aranha e dos X-Men, a Marvel resolveu investir pesado com filmes de vários de seus heróis. No entanto, o fez sem muitos critérios. Foram muitos filmes medíocres que geraram, claro, adaptações medíocres para os videogames. Das muitas que eu poderia citar, destaco o Motoqueiro Fantasma. Nos quadrinhos, a reencarnação do demônio Zarathos arrasa vilões, guiado pelo espírito da vingança. Mesmo assim, o herói nunca atingiu grande reconhecimento pelo seu enredo limitado e sua revista própria, quando não estava cancelada, nunca alcançou sucesso, deixando para o herói um papel secundário na história de alguém. Imaginar um filme deste personagem é estranho. Um jogo então... pior ainda! O jogo tem uma perspectiva nada original, usa câmera fixa, o personagem se move livremente pelo cenário, realizando alguns saltos e enfrentando muitos inimigos, que podem ser dilacerados em grandes sequências envolvendo dois botões. Ao morrer, os monstros liberam pontos vermelhos que servem como experiência para comprar habilidades e golpes, sendo que a quantidade de golpes que você acerta em sequência nos inimigos garante pontuação extra. Você pode estar pensando: "peraí, eu já vi um jogo assim". Exatamente, caro amigo. Ghost Rider é uma descarada cópia de God of War. Apresenta apenas uma diferença: é muito ruim! O leitor de HQs mais atento pode estar agora se perguntando: "mas o MOTOQUEIRO Fantasma não vai realizar missões de moto?". Sim, ele vai. No entanto, o que poderia ser aproveitado em um estilo mundo livre é na verdade usado como um game de corrida de obstáculos, muito similar aos do tempo do Snes. Não é possível manobrar ou parar a moto, ela anda sempre para frente, e tudo que você faz é "driblar" os obstáculos, que são praticamente sempre os mesmos em ordem alternada, além é claro de enfrentar alguns demônios babacas. As boss battles representam mais uma frustrada tentativa de plágio. São repetitivas e envolvem poderes elementais que sinceramente não sei de onde saíram, além, é claro, de sequências específicas. Além disso, as opções de unlockable são tão limitadas que mesmo que você dê sequências muito curtas (ganhando assim pouca experiência), você terá todas as habilidades rapidamente. O que fazer com o que resta? Há opções maravilhosas, como screenshots do filme e trailers. Só faltou mesmo uma entrevista com o Nicholas Cage para completar o pacote. Ao terminar o jogo você assiste a um final sem pé nem cabeça que faz os mais velhos lembrar com saudade dos finais 2D do NES. Enfim. Honestamente sinto estar sendo redundante. Afinal, criticar um jogo adaptado de um filme do Motoqueiro Fantasma estrelado pelo Nicholas Cage... sinceramente, alguém esperava que fosse diferente?
(Texto escrito por Edu-Jb)

Screenshots:











Trailer:


Assinado: Equipe PrettyCoolGames.Blogspot


quinta-feira, 10 de maio de 2012

ULTIMATE SPIDER-MAN!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Ação/Aventura
Plataforma: Playstation 2, PC, Gamecube, XBOX
Ano de Lançamento: 2005
Produtora: ActVision
Revisão: ao longo da historia do PS2, para boa parte dos fãs, o famoso Herói Aracnídeo não esteve muito bem. Alguns games foram lançados, porem, muitos deles de qualidade discutível, fazendo o Homem-Aranha ficar esquecido. Para alguns, Ultimate Spider-Man (lançado também para PC, XBOX e Gamecube) representou um titulo interessante, pretensioso e que ajudou a "tirar as teias" das boas produções do herói nos videogames. Porem, tudo isso é muito relativo, pois eu mesmo vou apresentar nessa review alguns pontos que o impediram de ser um titulo de qualidade indiscutível. O enredo do game segue o universo Ultimate de Spider-Man. Tudo tem inicio com uma narrativa de Peter Parker lembrando dos feitos de seu pai, Dr.Parker, juntamente com seu ajudante (pai de Eddie Brock) na criação de uma roupa que seria a cura para o câncer. Porem, após o projeto estar concluído, Dr.Parker assinou um contrato com Bolivar Trask, que tinha extensões completamente diferentes para a tal roupa. Peter Parker decide então (como Spider-Man) recuperar o que originalmente pertencia a seu pai e rouba o projeto que estava guardado por Bolivar Trask. Ao tocar no frasco, uma nova roupa envolve Spider-Man, tornando-o preto e muito mais poderoso. Peter se diverte sem saber que a roupa tinha vida própria. Logo, a roupa se recusa a aceitar o corpo de Spider-Man e foge. Sabendo do que tinha ocorrido, Eddie Brock (antigo amigo de Peter) decide também roubar o projeto, assim também sendo tomado pela roupa e se tornando o Venom, que imediatamente vai em busca de Peter Parker, dizendo que seu pai havia o criado e que ele teria o mesmo fim dele (ou seja: a morte)! Agora você deverá ajudar Peter Parker a se livrar de Venon. Porem, isso será apenas o começo de uma trama que envolve muitos dos vilões famosos de Spider-Man (e alguns nem tão famosos).

Jogabilidade: esse é o ponto máximo do game a primeira vista. Assim que ligar seu videogame com esse jogo e começar a controlar Spider-Man, se você é fã do herói (ou já teve sua época de fã), certamente irá pensar "era isso que eu esperava de um game do Homem-Aranha" ao ver a forma com que ele se movimenta pelas cidades. Você terá uma cidade aberta, num conceito de Open World, famoso por exemplo na serie GTA. Ao andar pelas cidades, você poderá se pendurar e balançar livremente por qualquer prédio em movimentos que nos fazem imediatamente lembrar dos movimentos que Spider-Man fazia em seus desenhos animados! Além disso, evidentemente é possivel se agarra nos prédios através do botão Circulo, o que faz com que você possa escalar até mesmo os mais altos da cidade. O herói terá basicamente dois tipos de ataques, sendo divididos nos botões Quadrado (para socos) e Triângulo (para chutes). Em meio a lutas em locais fechados você poderá utilizar paredes ou outras estruturas para se impulsionar em direção aos inimigos para ataques mais fortes (pressionando o analógico em direção à estrutura em questão enquanto continua pressionando um dos botões de ataque), que acima de tudo potencializam os movimentos peculiares que somente Spider-Man poderia fazer! É possivel (alias, necessário) prender seus inimigos com suas teias no momento em que eles forem derrubados, fazendo com que eles sejam impedidos de continuar lutando. No canto inferior direito de sua tela você terá um mapa que indicará as missões, as missões extras e outros extras que podem ser encontrados na cidade ao longo de suas idas e vindas. As missões extras resumem-se em corridas (com um tempo determinado para passar em certos pontos da cidade ou contra o Tocha-Humana), acabar com certas concentrações de marginais nas ruas ou salvar pessoas de acidentes, assaltos ou quedas de prédios (em alguns casos, você deverá levá-las para o hospital mais próximo). As missões (as Story Missions) podem muitas vezes somente ser acessadas com o termino de algumas determinadas missões extras. Sem dúvida um dos pontos mais geniais do game é a possibilidade de assumir também o controle de Venon, que ao contrario de Spider-Man não terá teias, mas sim um salto enorme que o faz sobrevoar os prédios! Venon também poderá se agarrar nos prédio e terá também os dois tipos de ataque já citados nos comandos de Spider-Man, além do fato de que ele poderá arremassar carros nos inimigos! Para terminar, devo lembrar que o vilão perde vida naturalmente. Para evitar maiores danos indesejados, você poderá devorar pessoas, sugando parte de sua energia e dando-as para o Simbiótico de Eddie Brock!

Pros: os gráficos são excelentes, construidos em um estilo Cartoonizado que lembra muito as HQs; a jogabilidade é perfeita em alguns pontos, mais especificamente nos movimentos de Spider-Man (que fará com que qualquer fã se sinta o próprio Spider-Man enquanto estiver com o controle nas mãos); você praticamente não terá limites na cidade, sendo que poderá subir em qualquer local que imaginar, desde pontes até os prédios mais altos encontrados no mapa; os ataques funcionam de uma forma simples, divertida e de fácil adaptação, fazendo com que você possa variar seus ataques sem ter que fazer nenhum movimento muito difícil (inclusive, algumas outras possibilidades são apresentadas nos combates, como prender seus inimigos com a teia e pular, o que resulta em pendurá-los em postes se estiver perto de um); controlar Venon foi uma idéia muito boa, pois a jogabilidade com ele é bem diferente, fazendo você jogar de forma diferente e com táticas diferentes; como já era de se esperar, Spider-Man fará piadas muito bem pensadas para as ocasiões, que variam bastante (ele tem uma piada para tudo na verdade).

Contras: o conceito de Open World parece interessantíssimo, mas tem um grande problema: devido à quantidade absurda de problemas que surgem na cidade para você resolver (assaltos, pessoas presas em prédios, tiroteios entre a policia e criminosos, etc), você não vai nem conseguir curtir a idéia de passear pela cidade. Muitas vezes esses extras atrapalham até mesmo o andamento do game, pois você não consegue chegar a seus objetivos rapidamente por problemas a serem resolvidos (eles não são obrigatórios, mas  são necessarios para habilitar alguns extras no final do game); existe ainda um ponto que se torna irritante ao longo do jogo: quando um novo vilão surge, você SEMPRE deve seguí-lo em uma corrida (completamente desnecessária) para somente depois enfrentá-lo de verdade. Isso se torna um padrão, o que torna o game repetitivo (por sorte, as Boss Battles, quando você de fato enfrenta os chefes, são muito interessantes e variadas).

Screenshots:











Trailer:



Considerações Finais: Quer saber? Talvez essa seja a primeira vez que você me veja escrevendo isso (e talvez também a última), mas eu não tenho uma opinião exata, muito bem definida sobre Ultimate Spider-Man. Por quê? Simples: ao mesmo tempo em que encontrei tudo que eu procurava em um game do Homem-Aranha (herói do qual já fui fã e que fez parte dos meus ídolos de infância), eu encontrei um game que começa a se tornar fraco conforme você vai jogando mais. Controlar Spider-Man de forma tão perfeita é algo que me deu uma emoção inicial, mas ela foi embora com algumas idiotices sem sentido que aparecem ao longo da aventura (alguém poderia por favor me dizer: porque diabos Homem-Aranha e Tocha-Humana se encontrariam para bater corrida enquanto vilões estão à solta pela cidade?!). Um game que poderia ter sido ideal, mas que me fez desanimar em muitos aspectos. Mesmo assim, eu recomendo para os fãs do Aracnideo. É uma experiencia interessante.  Deixem seus comentários! Até logo mais pessoal!


segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

SPAWN: ARMAGGEDON!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Ação/Aventura
Plataforma: Playstation 2,XBOX, GameCube
Ano de Lançamento: 2003
Produtora: Namco/EA Games
Revisão: em 2003 o famoso anti-herói que move a Image Comics fez sua aparição nos videogames da época. Tendo o próprio Todd McFarlane (criador do personagem e fundador da Image) envolvido diretamente em sua produção de um modo geral, o game veio para amenizar a péssima impressão que havia sido deixada em relação ao “Soldado do Inferno” em games anteriores como, por exemplo, o desastroso Spawn: The Eternal do PSX (para ler uma análise sobre ele, visite a primeira postagem da série "Jogos não Recomendados" clicando aqui). Spawn: Armageddon já merece um certo destaque em relação aos games anteriores por ter feito uma excelentes escolha tratando-se dos pontos de foco em seu roteiro. O game narra alguns dos fatos importantes ocorridos nas HQs entre os números 1 e 100, onde diversos dos vilões famosos fazem suas aparições, como por exemplo, o demônio Violador, o Ciborgue Cy-Gor, o Anti-Spawn Redentor, o misterioso Mammon, entre outros. Apesar de fazer um apanhado geral da obra do desenhista e roteirista McFarlane, como o nome do game já indica, o foco principal do enredo é a antecipação da guerra entre Céu e Inferno, conhecida como Armageddon, onde os Anjos (liderados por Metatron) e os Demônios (liderados por Malebolgia e outras entidades) se enfrentariam em uma batalha mortal que definiria o soberano dos mundos sobrenaturais. Se você é fã de Spawn, esse game é quase que uma obrigação! Então, ligue seu videogame, coloque Spawn: Armageddon para rodar e prepare-se para descobrir os planos de cada um dos lados da batalha do Juízo Final!

Jogabilidade: Spawn: Armageddon segue uma linha de jogabilidade muito conhecida especialmente no PS2, que foi imortalizada por Devil May Cry. Você terá uma arma para ataques físicos (um machado, no caso), além de diversas armas de fogo que você conseguirá ao longo da aventura, como Pistola, Shotgun, Lança-Granadas, Metralhadoras, etc (o que vem de alguns trechos das HQs em que Spawn de fato usou armas, inicialmente em seu combate contra o Andróide Overkill). Todas as armas de Spawn terão um limite de balas. Entre as missões você poderá fazer Upgrades em seu armamento, sendo que eles, além de aumentar o poder de fogo, podem aumentar também a capacidade de balas, ajudando muito nas próximas missões. Normalmente em meio aos combates os inimigos deixarão balas para as armas que estão com pouca munição (mas ainda assim sempre é importante ter suas armas com bons Upgrades para aumentar a capacidade de balas). Os Upgrades também podem aumentar os atributos básicos de Spawn, ou seja: barra de Vida e de Necroplasma (magia). Além das armas de fogo, Spawn também contará (como não poderia ser diferente) com suas correntes, que poderão executar ataques rápidos que ajudam bastante em combate a distância, além de um ataque (segurando o botão) que causa morte imediata em inimigos mais fracos. O manto de Spawn também está presente e serve para fazer o personagem planar. Ele se faz fundamental em diversos momentos quando você deve alcançar lugares mais distantes nos cenários, em um clima maior de exploração. Em alguns momentos as correntes também servirão para alcançar locais distantes, fazendo Spawn se prender em pontos pré-determinados e impulsionar-se para o local em questão. De uma forma geral, Spawn tem uma jogabilidade bem conhecida, lembrando alguns dos games mais conhecidos do gênero Ação/Aventura, mais especificamente, Hack N' Slash.

Pros: a jogabilidade é divertida e composta por muita ação, baseada tanto em golpes físicos como em tiroteios; a variedade de armas é bem grande, todas com suas utilidades para diferentes ocasiões e inimigos; o enredo é muito bom e fiel às HQs (apesar de algumas distorções), com alguns vilões que não haviam aparecido em games anteriores mas que mereciam seu lugar neles (infelizmente ainda não foi a vez da Anti-Spawn, Angela); o sistema de Upgrades, apesar de pouco original, é bem desenvolvido; existe uma enciclopédia de inimigos no game, além de alguns extras do tipo que formam uma colação interessante de se fazer.

Contras: os gráficos deixam muito a desejar; a trilha sonora é pouco expressiva, tentando seguir um clima "Rock Industrial" de Devil May Cry mas sem sucesso; a jogabilidade peca muito em alguns pontos tratando-se do controle do personagem; apesar de haver uma exploração dos cenários (com saltos, locais distantes para serem alcançados, etc) ela é mal feita e extremamente linear, fazendo com que os combates sejam mesmo o destaque na aventura de Al Simmons.


Screenshots:











Trailer:


Considerações Finais: Se você curte games de ação com muitos inimigos, tiros para todos os lados, e uma boa variedade de armas, Spawn: Armageddon pode ser uma boa pedida. Agora, se você é fã do Soldado do Inferno,  ele é quase que obrigatório, pois faziam anos que algo de realmente expressivo do anti-heroi não era lançado nos videogames (em minha modesta opinião, desde o SNES)! Eu particularmente achei o jogo bom. A ação é boa, mas o principal motivo de eu ter gostado é mesmo o fato de que sou um fã de Spawn nas HQs. Mas sinceramente acho que se você não gosta de Spawn, pode tranquilamente deixar passar esse game, sendo que muitos outros games (tecnicamente melhores) no mesmo estilo podem ser encontrados por ai. Abraço à todos e até a proxima postagem!


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