quinta-feira, 12 de abril de 2012

SUPER MARIO WORLD 2: YOSHI'S ISLAND!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: Ação/Aventura, Side-Scrolling
Plataforma: Super Nintendo, Gameboy Advance
Ano de Lançamento: 1995 (SNES), 2002 (GBA) 
Produtora: Nintendo
Revisão: dizer que sou fã de Mario sem dúvida seria afirmar o óbvio (afinal, até mesmo a imagem que representa o Mr.Gameworld é um Shy Guy, justamente da série Mario). Sem dúvida nenhuma, Mario foi um dos games mais importantes da historia dos videogames, sendo uma das franquias mais famosas e vendidas de todos os tempos, que ajudou muito na popularização da Nintendo e consequentemente, dos videogames em geral. Afinal, quem nunca se divertiu nas aventuras do encanador bigodudo pelas terras do Reino dos Cogumelos? Creio que quase ninguém, pois muitos Gamers certamente tiveram sua historia com Mario (nem que seja somente de ver um amigo jogar). Sempre regados à muita psicodelia, inimigos estranhos e divertidos e locais bizarros, os games de  Mario sempre foram exemplos de verdadeira diversão. Além de proporcionarem uma jogabilidade divertida, certamente conseguem ainda arrancar boas risadas de seus jogadores em momentos que ocorrem coisas no mínimo inesperadas. Pois hoje trago à vocês a primeira de muitas e muitas outras reviews dessa excelente e clássica franquia da Nintendo. Vamos começar, evidentemente, por Super Mario World 2: Yoshi's Island, o primeiro game na cronologia de Mario. Quando Mario e Luigi ainda eram bebês, uma cegonha os levava até seus pais. Porem, no meio do trajeto, Kamek (um dos subordinados de Bowser, o ainda bebê Rei dos Koopas) surge e leva Luigi. Mario também escapa do bico da cegonha e acaba caindo na Ilha dos Yoshis. Lá, um dos Yoshis encontra o bebê que trazia um mapa consigo, despertando curiosidade. Ele leva então o bebê para seus amigos, que decidem se unir na missão de ajudar Mario a encontrar seu irmão e salvá-lo das mãos de Bowser e seus servos. Assim tem inicio essa aventura, que contará com diversão para dar e vender! Seja um bom pai e cuide bem do pequeno Mario para não deixa-lo cair nas mãos do exercito de Kamek, que pretende também capturar Mario para tirar ambos os irmãos do caminho de seu mestre! Agora é tudo com você e Yoshi! Esse é diversão garantida!  Vale lembrar também que ele foi relançado para GBA no game chamado Super Mario Advance 3, que teve pouquíssimas alterações em relação ao original (somente alguns novos sons e uma coloração um pouco diferente), mantendo todo o conteúdo do clássico de SNES.

Jogabilidade: Yoshi's Island conta com uma jogabilidade bem diferente da mais tradicional na serie Mario. Nele você assumirá o controle de diversos Yoshis. Mario ficará nas costas deles, sendo que se Yoshi for atingido por um inimigo, Mario sairá de suas costas, começará a chorar e flutuar em uma bolha (não precisa nem dizer de que a bolha é feita, não é mesmo?). A partir desse momento, uma contagem começará no topo da tela, indicando o tempo que você tem para recuperar o bebê. O que define o tempo que você terá são as estrelas que você consegue ao longo das fases. Cada estrela resulta em +1 no numero inicial (por padrão ele é 10). Você poderá chegara até 30, o que resulta em exatos 30 segundos para recuperar Mario em um eventual descuido (vale lembrar que os anéis de marcação, além de marcarem seu progresso na fase, também dão muitas estrelas para a contagem). Além disso, um ponto fundamental da jogabilidade fica por conta dos ovos que Yoshi pode levar consigo. Esses ovos podem ser adquiridos nos blocos que geram ovos ou engolindo um inimigo e o transformando em ovo (para isso, basta apertar para baixo com um inimigo ainda dentro da boca de Yoshi). Os ovos basicamente servem para derrotar seus inimigos (sendo que alguns serão derrotados somente com os ovos, pois pular em suas cabeças não resolve), além de servirem também para acertar pequenas nuvens com o simbolo “?” em seu centro, que podem esconder itens (como estrelas, por exemplo) e o mais importante de tudo: podem ser a solução para enigmas, abrindo novos caminhos antes inacessíveis ou inexistentes. O numero máximo de ovos que um Yoshi pode levar é 6, sendo que depois disso, se você tentar pegar outro, ele será jogado fora. Caso você termine uma fase com os 6 ovos, por exemplo, todos eles serão passados para a próxima fase (mesmo com a troca de Yoshi). Para finalizar, devo avisar da importância de tentar fechar uma fase com a pontuação máxima (700 pontos). Para isso, tudo que você deve fazer é coletar 20 moedas vermelhas, 5 flores (elas são encontradas ao longo das fases ou em locais secretos) e terminar com 30 estrelas (ou seja: cuide muito bem do bebê Mario). Caso consiga, seus pontos lhe darão a possibilidade de acessar um Bonus Challenge, que funciona como em outros games da serie: uma forma de jogo que você pode ganhar muitas vidas! Por isso, atenção durante as fases e uma boa exploração dos cenários sempre se fazem muito importantes na aventura do dinossauro mais famoso dos videogames!

Pros: excelentes gráficos, produzidos com um estilo que lembra um desenho pintado com lápis de cor, com belas colorações; as músicas são boas e ajudam a dar um tom de diversão para a obra; a jogabilidade é muito divertida e a idéia de controlar o dinossauro Yoshi é realmente muito boa, fugindo bastante do convencional (e fugindo até mesmo da jogabilidade de Super Mario World, onde você também controlava Yoshi em alguns momentos); as Boss Battles são divertidíssimas, além de serem bem diferentes entre si; os inimigos em sua grande maioria são muito divertidos e tomam atitudes que facilmente tiram boas risadas dos jogadores (como ficar jogando Baseball com os ovos que Yoshi arremessa neles ou até mesmo com pedras gigantes!); Yoshi tem alguns outros comandos legais, como por exemplo, engolir uma melância e cuspir suas sementes como se fosse uma metralhadora (se a melância estiver congelada, Yoshi cuspirá gelo; se ela for vermelha, Yoshi cuspirá fogo!)!

Contras: algumas fases são um pouco cansativas, sendo longas e com itens muito bem escondidos, dificultando seu trabalho de achá-los para uma boa pontuação; a trilha sonora (apesar de ser boa e divertida) poderia ser um pouco mais variada, pois as canções se repetem com muita frequência nas fases.

Screenshots:











Trailer (Super Mario Advance 3: Yoshi's Island):

 
Considerações Finais: Esse game é uma verdadeira pérola do SNES! Joguei-o novamente há esses dias e ele me trouxe recordações muito antigas, de uma época onde minha experiência com os videogames se resumia a ver meu irmão jogar. Esse cartucho não saía do nosso Super Nintendo e não parava na locadora! Creio que Yoshi's Island seja um dos melhores games da serie Mario, além de um dos games mais divertidos já lançados para o SNES. Um clássico que fez historia na Nintendo, sendo um dos jogos mais respeitados de sua época, tambem por trazer uma série de qualidades gráficas que ajudaram a mostrar um pouco mais do potencial do nosso querido SNES! Se ainda não jogou esse clássico, não deixe de fazer isso! Logo mais voltarei com mais Mario para vocês! Deixem seus comentários! Um forte abraço a todos os Gamers ligados no PrettyCoolGames.Blogspot! Até mais!


domingo, 8 de abril de 2012

PRO EVOLUTION SOCCER 2012!

Escrito e editado por: Edu-jb

Gênero: Esporte
Plataforma: Playstation 2, Playstation 3, Xbox 360, PC
Ano de Lançamento: 2011
Produtora: Konami
Revisão:  a versão atual de PES chegou ao mercado em meio a muita expectativa. Muitas mudanças haviam sido prometidas em relação a jogabilidade e à inteligência artificial, além de times atualizados e em maior quantidade. Como acontecera nos anos anteriores, o jogo foi também lançado para a sexta geração, no ps2. A questão é se as mudanças prometidas atingiriam esta versão. Na questão dos times o jogo seguiu com o problema dos anos anteriores, apresentando muitos times com os nomes e uniformes diferentes dos reais. São licenciados os times da Espanha, Itália, França e Holanda, além da Santander Libertadores. A Premier League conta apenas com o Manchester United e o Tottenham, enquanto a Liga Zon Sagres conta com Porto, Benfica e Sporting. Todos os outros times da Inglaterra e Portugal devem ser editados, assim como a Bundesliga alemã. Graficamente o jogo foi bem trabalhado, com um bom número de faces reais e um modo de edição amplo que permite criar praticamente qualquer rosto. Assim como as versões anteriores o jogo foi lançado em diversas línguas. Novamente a narração brasileira ficou por conta de Sílvio Luiz. Isso desagradou muita gente, que não gosta de seu jeito irreverente de narrar e até comentar as partidas. Já os comentários ficam por conta de Mauro Beting, esse sem muitas polêmicas já que a maioria concorda que se trata de um dos maiores comentaristas da atualidade. A Master League, talvez o mais famoso modo de construir um time até hoje, permanece forte nessa edição, mantendo a qualidade anterior no ps2 e acrescentando muitos novos elementos nos consoles da nova geração.

Jogabilidade: é fiel á jogabilidade clássica desde a época do Winning Eleven, com chute no quadrado, passe curto no X, passe longo no triangulo, passe aéreo no círculo e corrida no R1, havendo mudança da configuração dependendo se o jogador está ou não com a posse de bola. Os jogadores possuem diversos atributos, variando desde velocidade até potência e acerto do chute e qualidade do passe. O jogo oferece a possibilidade de editar praticamente todo o conteúdo, o que é especialmente útil para quem deseja tornar os times não licenciados iguais aos do futebol real.


VERSÃO PARA A SEXTA GERAÇÃO:
Para o ps2 a grande dúvida era se as prometidas mudanças chegariam também em sua versão. A resposta foi simples: não. A jogabilidade praticamente não se alterou, a dificuldade permaneceu a mesma, bem como o fato que você controla a bola e não o jogador, de modo que ele responde muito fácil a qualquer comando, tornando jogadores especialmente habilidosos como Cristiano Ronaldo e Messi praticamente impossíveis de ser parados pela zaga.

Pros: a boa e velha qualidade PES. O jogo segue sendo muito divertido para aqueles acostumados com as versões antigas, apresentando as mesmas qualidades que a versão 2011, bons gráficos, diversos rostos próprios, a possibilidade de jogar a Liga Master e o Rumo ao Estrelato. Durante a entrada das principais seleções é possível ouvir parte do hino de cada país, dando aquele ar característico de Copa do Mundo.

Contras: as prometidas mudanças não ocorreram, então o jogo é basicamente uma versão atualizada do 2011. Além disso, a Santander Libertadores segue como um "universo à parte", não podendo ser editado ou acessado em outros modos que não seja na Libertadores. A dificuldade mínima da AI faz com o que mesmo o jogador casual rapidamente se acostume e comece a aplicar grandes goleadas, acabando com o desafio das partidas.


VERSÃO PARA SÉTIMA GERAÇÃO:
Para ps3, pc e xbox 360 as alterações de jogabilidade são notórias, aproximando cada vez mais o game de um jogo da vida real. O controle se baseia muito mais no jogador, sendo que muitas firulas e giros resultarão em perda da posse de bola. Para a zaga, entretanto, tirar a bola sem falta é muito difícil e entradas maldosas são severamente punidas, como no futebol de verdade. As alterações da Master League, muito polêmicas pela difuculdade inédita na administração do time, dá muito mais realidade ao jogo, sendo mais difícil contratar jogadores e principalmente manter um vestiário harmônico em um plantel repleto de estrelas.

Pros: os jogadores apresentam uma série de atributos revisados, cada vez mais detalhados, com uma série de habilidades especiais. O modo Master League permite entrar na pele do presidente de um clube, podendo fazer contratações que quiser (ou conseguir), além de jogar, alterar formação, e isso tudo tendo que administrar o fato de todo mundo querer jogar, a disputa pelos números de camisa de maior destaque, o salário, a lealdade ao clube, enfim, praticamente a vida de um dirigente real. O modo Rumo ao Estrelato está de volta, permitindo uma visão diferente da fórmula que se controla o time todo. A jogabilidade reformulada se aproxima muito da real, com um jogo mais lento e mais "pegado". Os diversos níveis de dificuldade renovam o desafio mesmo para jogadores fanáticos.

Contras: apesar de poder ser acessada e editada, a Libertadores ainda permanece oculta na Liga Master, não sendo possível negociar jogadores desses times americanos. O grande número de times com nomes, uniformes, emblemas e até jogadores não licenciados decepcionam bastante, sendo necessárias muitas horas para editar tudo nos conformes, o que fará jogadores com complexo de perfeição perder muito tempo antes de efetivamente começar a aproveitar o jogo.

Screenshots:













Trailer:


Comentários Finais: a nova versão de PES apresenta muitas inovações, um sistema de jogo mais realista e um formato de administração de clube bem fiel à realidade. Ainda apresenta muito material não licenciado, o que ainda o deixa um pouco atrás neste sentido de seu rival no mercado. A versão de ps2, infelizmente, não sofreu mudanças significativas, provavelmente não justificando a troca para quem possui a edição de 2011, especialmente se a manteve atualizada. Mas a versão da sétima geração apresenta as melhorias importantes, superando em muito os defeitos já mencionados. PES é um jogo muito famoso entre fãs de futebol desde o tempo do lendário Winning Eleven pela sua jogabilidade que só se aprimora com o passar do tempo. Quem curte PES e quer comentar aqui será muito bem-vindo. Apenas pedimos que não torne o post mais uma discussão de PES x FIFA, já existe discussão demais a esse respeito em outros lugares e, como qualquer um com bom senso pode perceber, não há como afirmar qual é o melhor, é tudo uma questão de preferência.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

SANDS OF DESTRUCTION (WORLD DESTRUCTION)!

Escrito e editado por: Mr.Gameworld

Gênero: RPG
Plataforma: Nintendo DS
Ano de Lançamento: 2008 
Produtora: SEGA
Revisão: Sands Of Destruction foi um dos games mais esperados pelo Mr.Gameworld. Desde que foram divulgadas as primeiras Screenshots, esse que vos fala já estava correndo por todos os sites mais atualizados de noticias de videogame para saber mais sobre seu lançamento. Porque de tanta expectativa? As repostas poderiam ser várias, mas entre elas devo citar: 1) Logo a primeira vista o game já mostra que veio para trazer de volta um estilo muito clássico de gráficos, lembrando muitos RPGs que fizeram historia no estilo. 2) A equipe responsável  por sua produção já diz tudo! Entre os envolvidos poderíamos citar as equipes responsáveis por Grandia, Etrian Odyssey e Luminous Arc, além de algumas lendas que já estiveram envolvidas em clássicos como Chrono Trigger/Cross, Xenogears/Xenosaga, entre outros. Ou seja: só os caras que sabem muito bem o que fazem! A historia tem inicio com uma grande reunião da organização militar conhecida como World Salvation Committe, um exercito de Ferals (raça composta por seres de aparência meio humana, meio fera) que tem como principal objetivo mostrar ao mundo a soberania de sua raça. Porem, a reunião é interrompida por Morte Asherah, uma belíssima, sarcástica e sanguinária seguidora da organização World Annihilation Front. Após um combate entre Morte e os Ferals Naja e Rajiv, diversas cartas começam a cair do céu. Com uma delas em mãos, Morte comemora afirmando que o mundo já poderia ser destruído e vai embora. A historia então apresenta aos jogadores o jovem Kyrie, morador de um pacato vilarejo, que logo irá descobrir coisas que nem mesmo ele sabe a respeito de si próprio. E você irá descobrir o verdadeiro destino de Kyrie e Morte (assim como o de toda a humanidade)! O planeta só terá uma salvação para livrar-se das lutas e guerras baseadas em preconceito e egoísmo! Prepare-se para uma aventura cheia de surpresas, um sistema de batalhas muito interessante e um enredo muito bem produzido! Mais um dos títulos que moram no coração do Mr.Gameworld!

Jogabilidade: a jogabilidade de Sands Of Destruction é realmente muito interessante. Além de reunir as já tradicionais caracteristicas de boa parte dos RPGs (uso de itens, magias, etc), você terá a sua disposição um sistema de combos que funciona da seguinte forma: ao chegar o turno dos seus personagens, você poderá executar um ataque com algum dos dois botões possíveis, sendo que um representa um golpe forte (com possibilidades de jogar seus inimigos para o ar) e um fraco. Se você acertar um ataque em seu inimigo, um pequeno círculo aparecerá no canto da tela, representando uma nova chance de ataque. Atacando novamente, um determinado combo será executado (que depende da ordem dos botões que você apertou). Se novamente um outro circulo aparecer, mais um ataque poderá ser encaixado em seu combo, e assim sucessivamente. Será possivel acumular cinco círculos, assim dando ao seu personagem a possibilidade de executar seu ataque especial, onde você deverá apertar rapidamente uma ordem certa de botões (se apertar corretamente, danos enormes serão alcançados)! Vale lembrar que assim como as magias, novos combos poderão ser comprados com o uso de pontos que você ganha em sua evolução, sendo que também existe a possibilidade de aumentar os danos dos ataques que serão executados nos combos aumentando seus Leveis (aumentando também a eficiência deles para serem encaixados com o proximo ataque da sequência). Além disso, ao longo das cidades você encontrará alguns ferreiros que poderão fundir certos itens com suas armas para dar a elas novos atributos (danos Elementais, +ATK, + SPEED, etc). Porem, fique muito atento para não utilizar esses itens em armas não muito úteis, pois  tais itens costumam ser raros. Um fato muito interessante é que Sands Of Destruction soube aproveitar de uma maneira genial as duas telas do DS, pois os combates utilizam ambas para mostrar os cenários ou inimigos (monstros gigantes, por exemplo, ocupam as duas telas. Monstros voadores aparecem na tela de cima). Poderíamos resumir a jogabilidade de Sands Of Destruction da seguinte forma: uma jogabilidade aparentemente tradicional, mas que conseguiu dar uma cara única para os combates devido ao interessantíssimo sistema de combos que funciona de uma forma muito peculiar e natural (sem muitas dificuldades para o jogador conseguir se adaptar)!

Pros: gráficos muito interessantes, que voltam a moda antiga de se fazer RPGs, com personagens construídos em belos gráficos 2D e cenários que fazem uma boa mescla entre 2D e 3D; a trilha sonora é excelente e não economiza em emoção (o que já era de se esperar, pois ela ficou por conta de Yasunori Mitsuda, que anos antes já havia sido responsável por Chrono Trigger, Chrono Cross, Xenogears, Xenosaga: Episode I, entre outros); o enredo é excelente, cheio de reviravoltas e revelações surpreendentes, sendo que o Storyline foi desenvolvido por Masato Kato, que anos antes foi o parceiro de Tetsuya Takahashi no enredo de Xenogears; a jogabilidade é muito divertida e interessante; os produtores certamente souberam explorar muito bem o uso das duas telas do Nintendo DS, dividindo o ambiente de batalha em ambas as telas (e por vezes, até mesmo alguns inimigos grandes demais para uma tela só).

Contras: depois que você começa a chegar a um Level alto, o game começa a ficar bem fácil (especialmente se seus personagens estiverem com bons equipamentos e combos), sendo que nem mesmo boa parte dos chefes deverá ser um grande problema na segunda metade do game. Isso poderá incomodar um pouco os que procuram por um RPG desafiador, mas não deverá ser um problema para quem procura um RPG divertido com uma excelente produção em Jogabilidade/Storyline; apesar dos dubladores terem feito um trabalho bom, a qualidade de áudio das vozes deixa um pouco a desejar.

Screenshots:













Trailer:


Considerações Finais: Sands Of Destruction me trouxe semanas e semanas de expectativa, procurando informações sobre seu lançamento nos EUA. Eu tinha quase certeza de que mais um excelente RPG estava para chegar ao Nintendo DS (alias, um verdadeiro destaque dos videogames quando o assunto é RPG). Quando finalmente tive a oportunidade de jogá-lo, tudo que eu já imaginava se confirmou: Sands Of Destruction foi um game excelente, com um enredo excelente e graficamente perfeito para os que procuram RPGs feitos no maior estilo clássico do gênero (nada de superproduções, mas um visual agradável e nostálgico)! Esse ficará em minha memória, pois sem dúvida foi um dos games que mais me agradou nos últimos anos em minhas inúmeras aventuras no mundo dos RPGs! Se ainda não jogou, não deixe de jogar, especialmente se você gosta de enredos apocalípticos, cheios de teorias de conspiração, reviravoltas, etc (afinal, o Storyline do game foi uma criação de Masato Kato)! Deixem seus comentários! Aaaaaaaaaah! Para quem gosta, vale lembrar que Sands Of Destruction também tem um anime! Então era isso. Até mais pessoal!


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